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O Policia vai preso o criminoso é solto!

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Que raio de país é este, onde se prende o agente de autoridade e liberta-se o criminoso?

Sentença:
Perseguição com disparos a carrinha com ferro furtado, da qual resultou morte de um rapaz, valeu ao militar uma pena histórica O militar da Unidade de Intervenção da GNR deu ordem de paragem ao veículo em fuga mas, como este não parou e ainda tentou atropelar o agente, disparou para o imobilizar.
Durante o julgamento, Hugo Ernano, de 34 anos, garantiu que a carrinha tinha os vidros tapados e que nunca chegou a ver a criança no seu interior. Disse ainda que disparou contra os pneus do carro mas admitiu que a trajectória do disparo possa ter sido alterada por um solavanco da viatura, provocado por uma irregularidade na estrada.

Segundo a agência Lusa, inicialmente, o guarda tinha sido acusado de homicídio qualificado mas durante o julgamento os juízes decidiram converter a imputação em homicídio por negligência, que tem uma moldura penal mais leve, de cinco anos. No entanto, o colectivo decidiu voltar a alterar a qualificação para dolo eventual, agravando a pena.

Realmente não há justificação nenhuma, a não ser o "cagaço" do colectivo, do que lhes possa vir a acontecer, se absolverem o agente. É preciso ter noção de com quem se está a lidar. O condutor da carrinha que transportava o material roubado, Sandro Lourenço e pai da criança morta na perseguição, mostrou, à data dos factos,"indiferença perante as consequências [de fugir à Guarda]".

"Podia ter morto o militar Hugo Ernano quando o tentou atropelar, levava o seu filho no veículo em fuga, estava evadido de um estabelecimento prisional. Logo, comportamento cívico exemplar!

Entretanto:
Mais de 65 mil pessoas pedem absolvição de GNR condenado por matar jovem em perseguição
Na Internet gerou-se entretanto uma onda de apoio ao militar. Um “grupo de amigos” criou uma página no Facebook com os dados bancários do militar e pede apoio financeiro, uma vez que é necessário uma “quantia avultada” para o recurso e Hugo Ernano “não tem viabilidade económica para lutar pela sua liberdade e pela sua profissão. Os autores da petição dirigida ao Ministério da Justiça entendem que “é uma injustiça” prender polícias que fazem o seu trabalho e libertarem os ladrões. Pedem, por isso, que se mostre a indignação.

Como cidadãos devemos também estar do lado de quem nos protege.

actualização: Publicado a 12/03/2016
GNR suspenso por matar jovem não compreende condenação.


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