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Cavaco, Guterres, Barroso e Sócrates andaram afinal a gastar por conta

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Um governo que contrata despesa que se projecta muito para além do seu mandato está a adulterar o sentido democrático do voto. Os governos são mandatários do poder popular, mas a sua legitimidade tem prazo definido e limitado a uma legislatura.
É interminável a lista de obras faraónicas: Expo 98, Centro Cultural de Belém, Euro 2004, autoestradas inúteis...Maioria por pagar.
Cavaco, Guterres, Barroso e Sócrates andaram afinal a gastar por conta. Desrespeitaram a vontade das gerações vindouras.

Gastar por conta - O meu artigo de hoje, no CM.

Paulo de Morais

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