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«Portugal está doente!» - Pacheco Pereira

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"Eu acho que Portugal está doente! E é uma doença que não se divide entre esquerda e direita, nem entre PS e PSD. As pessoas aceitam argumentos, culpas (pela crise) que não tem nenhum sentido aceitar. E o que se passa hoje com o BES/GES, é revelador dessa doença", diz Pacheco Pereira, numa notável intervenção.
"BES intermediário dos milhões que vinham da UE. Para onde foram?.  ..

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7 comentários blogger

  1. Bom, só há bomba, não vejo outra solução.

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    1. O problema é que não há bomba...

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    2. AMIGO, O AL-ANDALUZ JÁ ACABOU NA IBÉRIA. - A FORÇA DO TEU TRABALHO, DA TUA POUPANÇA, DA TUA HONESTIDADE É QUE TE ELEVAM PERANTE A SOCIEDADE. COMO PAGAS AOS A QUEM COLABORA CONTIGO DIGNAMENTE? INTERESSAS-TE PELA FAMÍLIA DOS TEUS COLABORADORES? QUEM É SORNA, COLOCAS-O NA RUA OU NÃO? PORQUE É AFILHADO DE ALGO, QUE DEPENDES POR FAVORES?

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  2. Respostas
    1. TOMATES? VÃO BUSCÁ-LO AO RIBATEJO. VÓS QUE REFILAIS! VOTAM ASSIDUAMENTE? - SE NÃO PARTICIPARDES NA POLÍTICA, SUJEITAI-VOS A SEREM GOVERNADOS POR QUEM É INFERIOR A VÓS. "PLATÃO"

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  3. Ao contrário, eu acho que estas coisas para um dia mudarem, merecem, desde já, muita ponderação. A sociedade portuguesa não tem tradição solidária, salvo em lugares restritos e excepcionais, e ainda menos tem sido preocupação dos governos introduzir nas escolas a educação cívica, através da qual, se identifiquem os jovens com os deveres e obrigações de cada um perante a sociedade, e desta perante cada um, se estimulem as relações de solidariedade e de cidadania activa, e se indiquem os princípios gerais do Estado, quer do ponto de vista das funções tuteladas pelos diferentes ministérios, da organização territorial, da preservação do meio-ambiente, dos instrumentos para o funcionamento da economia, e do modelo social da comunidade. Deverá interessa sobremaneira, que se fale muito sobre o Interesse Público, o principal cimento identificador de uma sociedade evoluída, se presidir às diferentes escolhas nacionais e/ou regionais. Mais importante que tudo, e como corolário do antecedente, a sociedade deve dispor de um instrumento legal de fácil aplicação, que permita o controle e fiscalização sobre os actos políticos e o funcionamento das instituições, que entendo possa vir a ser, mais que penalizador, preventivo e inibidor da corrupção.

    Uma revolução violente acaba por levar ao poder o tipo que der mais tiros, um qualquer Rambo instrumentalizado, ou instrumentalizador de um grupo dominador, uma espécie do que tem acontecido entre nós por via da farsa democrática que decorre, com meros objectivos plutocráticos, e nenhum interesse pela coisa pública.

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