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Manuel Alegre derrotado pelo tenente-coronel

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Opinião sobre factos históricos não é difamação

Brandão Ferreira absolvido do crime de difamação



O tenente-coronel João José Brandão Ferreira foi julgado por difamação por causa de artigos publicados em blogues, tendo o arguido reiterado em julgamento a tese que Manuel Alegre cometeu, aos microfones da rádio Voz da Liberdade, em Argel, traição à pátria, ao incitar os militares portugueses a desertar, ao conviver com os líderes dos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné e ao ajudá-los na guerrilha contra as tropas portuguesas no Ultramar.

A juíza dos Juízos Criminais, citando jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem e o direito consignado na Constituição Portuguesa à liberdade de expressão, considerou que Brandão Ferreira emitiu a sua opinião sobre factos históricos e que não se verificou o crime de difamação.
[...]
No final do veredicto, Manuel Alegre considerou a sentença “algo surpreendente”, porque “a liberdade de expressão não permite tudo”, designadamente que uma pessoa seja “difamada” ou seja alvo das “insinuações” em causa.
Manuel Alegre adiantou à Lusa que vai recorrer da decisão por uma “questão de dignidade e de princípio”, insistindo que a “liberdade de expressão não permite tudo, não permite o atentado ao bom nome e à dignidade das pessoas”.

http://blasfemias.net/

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  1. Falta agora ser iniciado o julgamento de Manuel Alegre pelo crime de traição à Pátria...

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  2. Só falta julgar e sentenciar o locutor de rádio. Aí sim, haverá justiça.
    "Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina".
    Parabéns, meu TCor pela vitória e por não deixar esquecer a História.

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  3. E anda este chibo traidor e desertor arrogante a viver à conta do orçamento da Pátria que traíu, como é que tem o desplante de pretender ser PR.

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  4. Pois é, há por cá muitas creaturas que se pavoneiam (ainda hoje) e que em nome da liberdade erraram, convencidos do contrário. Não contem comigo para os aplaudir!

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  5. Traidor! Covarde e desertor. Em tempo de guerra deveria de ter sido julgado, condenado e enfrentar um pelotão de fuzilamento. Quem denuncia ao inimigo a posição, as deslocações as missões os meios disponíveis das nossa tropas só merecia mesmo ser exterminado. Mas não! Ainda é condecorado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

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