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Rui de Sousa, o principal obreiro do Tratado de Tordesilhas

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Filho de Martim Afonso de Sousa e marido de D. Isabel de Siqueira (primeiro casamento, com quem teve um filho chamado João Rodrigues de Sousa) e de D. Branca de Vilhena (em segundas núpcias), este fidalgo viveu no século XV. Foi-lhe doada a vila de Sagres, em 1471, e a de Beringel, seis anos depois. Esta vila foi depois comprada pelo rei D. João II, tendo Rui de Sousa sido almotacé-mor e meirinho-mor ao serviço do mesmo rei.

Foi enviado a Castela em negociações de paz, tendo também declarado guerra à mesma nação em nome do rei, combatendo na batalha de Toro. Foi secretário de uma embaixada a Eduardo IV de Inglaterra em 1482, participando igualmente na que se enviou ao sultão de Fez em 1489 para negociar a retirada portuguesa da fortaleza da Graciosa (Marrocos). Em 1490 foi embaixador no Congo, erigindo a catedral de Santa Cruz de São Salvador do Congo e criando raízes para uma colónia. 

Assinou o Tratado de Tordesilhas (do qual foi o principal "arquitecto") como procurador de D. João II, terminou o mosteiro dos Loios em Évora (onde está sepultado, com D. Branca), enquanto testamenteiro do conde de Olivença, seu cunhado, e contribuiu para o Cancioneiro com poemas seus.
Faleceu em 1498, em Toledo.
(Infopédia)

Mas para nos falar da importância que este nobre fidalgo teve no Tratado de Tordesilhas, vamos ouvir José Hermano Saraiva;


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