Posts do momento

Observatórios: Inacreditável regabofe duplicador de despesas e de boys!

0 0

Observatórios, o estado paralelo duplicador de despesas e de boys.
As prateleiras douradas para arrumar boys sem utilidade.


São milhares de organismos, meros albergues de milhares de boys duplicando tarefas, e despesas de milhões de impostos para pagarem o mesmo serviço.
Bagão Felix, define assim os observatórios, neste video - Quando não se quer resolver um problema ou quando se quer baralhar um problema o melhor é criar uma instituição deste tipo, anfíbia, ambígua, indirecta e sem responsabilidade...e

Inacreditáveis 19 minutos de reportagem!



Existem 13.740 organismos a movimentar dinheiro público. Os Observatórios, ninguém sabe para que servem, quantos são e quanto nos custam.
Observatório da actividade física, um exemplo de despesismo. Foi criado em 2006, para fazer um estudo, recebeu mais de 300 mil euros, neste momento está ao abandono, sem serviço, sem utilidade e até o site está desactualizado.
Bagão Felix DIZ QUE os observatórios são prateleiras DOURADAS PARA ACOLHER dirigentes que são indesejáveis nos lugares que estão a ocupar na administração do estado.
Acrescenta que criar um observatório ajuda os boys a alimentar e a criar currículo e é bonito... acrescenta glamour, liderar um observatório inútil e parasita é muito mais majestoso e chic que liderar um tasco falido, ou estar no desemprego.. por exemplo...

Muitos dos relatórios produzidos não servem para nada e raramente servem para apoiar as decisões políticas.
Um estudo que incluiu 10 investigadores durante 3 anos. Foi iniciado em 2007 e apenas publicado em 2012, DESACTUALIZADO. A Repórter questionou os investigadores sobre se a investigação serviu para alguma função, a resposta foi clara, não sabem. Nem os políticos responsáveis sabem para que serve a grandiosa investigação, desactualizada.
Os estudos produzidos pelos Observatórios demoram tanto tempo a serem concluídos que os decisores políticos já foram substituídos e as conclusões ficam desactualizadas. Nenhum dos investigadores sabe para que serviu ou serve o estudo que fez... interessante não é? Já que recebe 150 mil euros por ano, dos nossos impostos.

Bagão Felix mais uma vez esclarece, que acabam por custar dinheiro pois geralmente estão a trabalhar em outros empregos do estado a que faltam regularmente e onde deixam assistentes, acabando por gerar mais despesa... e depois há sempre as senhas de presença, as ajudas de custos, etc
O caos reina no submundo dos observatórios, nos vários contactos telefónicos da reportagem, na tentativa de falar com alguém de determinado observatório, o caos foi evidente... foi difícil encontrar observatórios, empregados de observatórios, serviço realizado pelos observatórios, funções concretas dos observatórios, responsabilidade dos observatórios e utilidade dos observatórios.

Outra situação gritante evidenciada nesta reportagem, é que muitos observatórios se limitam a ir ao site do INE buscar dados e publica-los no seu site. E está ganho o dia.
Entretanto o Instituto Nacional de Estatística, custa aos portugueses 30 milhões de euros por ano. Aos quais devemos somar, sendo assim, os milhões que pagamos aos observatórios para publicarem em sites o que o INE disponibiliza no seu site, é uma despesa astronómica, por um serviço que só pode ser brincadeira de quem não tem o mínimo respeito pelos contribuintes...

Bagão Felix critica a duplicação e sobreposição de informação, que acaba por obrigar a mais trabalho e despesa para apurar qual está correcta...
Exemplo... Qual a diferença entre o observatório da língua portuguesa e o instituto Camões?
O Instituto Camões recebe 30 milhões de euros e tem como função promover a língua portuguesa, tal como o observatório. Que bom...
Como diz Bagão Felix, acabam por se atropelar e confundir e aos observatórios ninguém pede responsabilidades.

Um exemplo caricato: o Observatório do QREN tem um quadro de pessoal de 24 pessoas. Na prática, limita-se a coordenar a encomenda de estudos a consultoras externas; e custa um milhão e meio de euros. Por lei está proibido de observar, apenas pode coordenar.
Observatório das obras Públicas outro que reconhece que não observa nada...

OUTRA situação caricata, o observatório dos mercados agrícolas, criado por lei e na lei, ao qual foi bloqueado o acesso aos dados necessários para realizar o seu trabalho, por estar a incomodar gente graúda, quando em 2007 começou a denunciar as grandes superfícies.
Apresentaram queixa à Assembleia da república, pois foi quem criou o observatório, em 2011 a AR deu razão ao observatório, mas até agora ainda continuam sem acesso aos dados. E sem poder observar nada.
ZITA PAIVA

Partilhe este artigo

Post Anterior
Prev Post
Próximo Post
Next Post
comentários blogger
comentários facebook

0 comentários blogger

Enviar um comentário