IURD: «Falta agora saber quem foi cúmplice destes crimes» Paulo Morais - Portugal Glorioso

IURD: «Falta agora saber quem foi cúmplice destes crimes» Paulo Morais

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Mães podem processar Estado contra adopções ilegais da IURD


As mães de dez crianças que foram levadas para outros países planeiam lutar na justiça, diz Alexandra Borges.

Graças à jornalista Alexandra Borges, ficou demonstrado que em Portugal há TRÁFICO DE SERES HUMANOS (DE CRIANÇAS). Falta agora saber como tal foi possível, quem foi cúmplice destes crimes e o que vai o Estado português fazer para recuperar as crianças "adoptadas ilegalmente", ou seja, raptadas.

Paulo de Morais


Edir Macedo, 72 anos, o líder da IURD, e avô adoptivo dos portugueses Vera e Luís

As mães portuguesas de dez crianças que terão sido roubadas à família de um lar ilegal financiado pela IURD e adoptadas por "bispos" e "pastores" da "igreja" ponderam ainda lutar na justiça pela reposição da verdade. Os crimes prescreveram passados 20 anos sobre os factos (ocorridos de 1994 até ao final da década de 90). Mas a verdade não prescreve: "As mães estão a equacionar a possibilidade de processar o Estado português numa acção conjunta", adiantou a jornalista Alexandra Borges, co-autora, juntamente com Judite França, da série de informação "O Segredo dos Deuses", da TVI.
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