Portugal Glorioso: 25Novembro
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«Ninguém se lembrou do 25 Novembro» Luís Pedro Nunes

 ● 25/09/16 coment  ●


O Eixo do Mal - 25-11-2016 SICN

"Só para para avivar a memória: neste dia, em 1975, Jaime Neves e um punhado de Comandos impediram que isto se tornasse uma Albânia do ocidente. Fica o lembrete." (Luís Pedro Nunes). // Veja: «Pretensos donos do 25 Abril» - Rui Veloso.

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«Recusa do PS em comemorar o 25 Novembro é estranha»

 ● 12/11/15 coment  ●


O PS não só saltou o muro, como se instalou no outro lado.


Sejamos claros: toda a gente foi a favor do 25 de Abril, menos um punhado de adeptos do antigo regime. Essa unanimidade baseou-se no facto de o programa libertador do MFA ter uma abrangência ampla de liberdade, abarcando todos. Um ano e meio depois, no 25 de Novembro, o país estava dividido. Houve vencedores e perdedores. Curioso é o facto de um dos principais vencedores querer agora estar ao lado dos vencidos.

O PS, ao tentar boicotar qualquer comemoração dos 40 anos da data que devolveu a democracia plena a Portugal, não só pondo fim às tentações hegemónicas e totalitárias do PCP como mantendo intactos os direitos de quem queria impor essa linha ao país, saltou definitivamente o muro e instalou-se do outro lado.

Ontem, na SIC Notícias, o que ouvi João Galamba dizer não se distingue substancialmente do que diria qualquer membro do PCP: “Prefiro festejar o 25 de Abril”. Galamba é novo, mas já tem idade para saber que sem o 25 de Novembro não festejaria este 25 de Abril das liberdades, da diversidade e do pluralismo, mas provavelmente um outro com paradas, pioneiros, bandeiras unicolores e coisas assim, acaso, pelo meio, não tivesse eclodido uma guerra civil, como esteve perto.

A recusa do PS em comemorar os 40 anos do 25 de Novembro é estranha, ou mesmo grave. O PS foi o principal vencedor dessa data que pôs termo aos desvarios do PCP e da extrema-esquerda e permitiu que Portugal fosse uma democracia plena. Ou os socialistas se sentem amarrados aos seus novos parceiros ou, o que é pior, mudou de natureza política e envergonha-se do seu passado.

Henrique Monteiro, expresso2015
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«Pretensos donos do 25 de Abril»

 ● 06/11/15 coment  ●
O 25 de Novembro foi tão importante ou quase, como o de Abril...Não pode agora vir meia dúzia, só porque inebriada pelo perfume insidioso do poder, dizer que eu agora vou ter que pensar como eles, ou calar-me!!



Lamentável a terminologia que começa a despontar no FB dos saudosistas do PREC e pretensos donos do 25 de Abril. Em tudo decalcada da de 1975.

Eu tenho memória e não quero, nem admito que alguém, por eu pensar diferente e, por exemplo, achar que o 25 de Novembro foi tão importante ou quase, como o de Abril, me venha chamar de fascista, reaccionário, fora os termos mais recentes como homofóbico, muito usado para insultar seja quem for que faz uma graça ou dá uma opinião e tantos mais utilizados, como se fazia na altura. Tudo o que não era da cor, era extrema direita, fascista, fascistóide, a eliminar, a reeducar, eu sei lá..

Há muita gente neste país que não se revê nem dum lado nem doutro, como eu, nem quer. Assim como há muita gente séria e alguns bandidos em todos os partidos (proporcionalidade aplica-se aqui, quanto maior o partido mais possibilidade de haver mais bandidos)... Basta olhar para a abstenção, onde eu me coloquei muitas vezes por não acreditar nem nuns nem noutros, não ter sequer alternativa.

Não pode agora vir meia dúzia, só porque inebriada pelo perfume insidioso do poder, dizer que eu agora vou ter que pensar como eles, ou calar-me!! Isto não é a Venezuela!! Embora muitos dos que reabriram o livro Prec o quisessem e estivessem prontos a atropelar o mais básico direito da humanidade para conseguir os seus desígnios, a LIBERDADE!!

Eu tenho memória, lembro.

Há lugar para todos, não se convençam que agora o povo baixa as orelhas e não está vigilante, desde 75 até agora a mensagem tem sido clara. Quero que este governo seja bem sucedido (como quis fervorosamente para todos os outros, e deu no que deu), para bem de muitos portugueses que sofreram nos últimos 40 anos às mãos de políticos e partidos corruptos e sem escrúpulos, vindos todos sabemos de onde. Do famoso Arco que delapidou este país.

Mas tenho, infelizmente, muitas dúvidas. As diferenças são, provavelmente, insanáveis.
É como se, ao fim de muitos anos, pusessem uma banda de música pimba a tocar com um grupo de jazz. Os instrumentos até podem ser os mesmos, o que se faz com eles é outra música.

Nobre povo, nação espezinhada, é o que é.

Rui Veloso, exclusivo Portugal Glorioso 2015
  é expressamente proibido copiar este texto! 
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