Portugal Glorioso: Banqueiros
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«Talone e Faria Oliveira regulam-se a si mesmos» Paulo Morais

 ● 17/10/19

Os REGULADOS QUE SUPERVISIONAM OS SEUS REGULADORES:

João Talone gere a empresa de gestão de fundos "Magnum Capital", cuja actividade é supervisionada pelo Banco de Portugal; Faria de Oliveira preside a Associação Portuguesa de Bancos, que defende os interesses dos bancos, que são também supervisionados pelo Banco de Portugal.

Estes gestores têm a sua actividade supervisionada pela Administração do Banco de Portugal, que é, por sua vez, superiormente aconselhada pelo Conselho Consultivo do Banco de Portugal, coincidentemente integrado por TALONE e OLIVEIRA.

Assim, Talone e Oliveira aconselham aqueles que os supervisionam. São Homens que se regulam a si mesmos, de forma pseudo-"independente", n' UM SISTEMA QUE NÃO REGULA BEM!
Paulo de Morais
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«Não há um único banqueiro preso em Portugal» Paulo Morais

 ● 18/06/19

Paulo Morais: «classe política subserviente e corrupta»




Não há um único banqueiro preso em Portugal, depois de sucessivos casos de corrupção (no BPN, BPP, BES, CAIXA, BANIF, BCP). Porquê? Porque uma classe política subserviente e corrupta tudo permitiu aos banqueiros, a troco de subornos, benesses e financiamento de campanhas eleitorais. E também porque a Justiça é nesta matéria, de grandes crimes económicos, lenta ou inoperante - por falta de meios, que os políticos não disponibilizam, por um lado; e, por outro, por falta de coragem de alguns Juízes.

Paulo de Morais

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«Há que confiscar a colecção a Berardo e retirar o seu nome do CCB» Paulo Morais

 ● 20/01/19

«O nome BERARDO deve ser de imediato retirado da fachada do CCB»

Urge RETIRAR O NOME DE BERARDO da fachada do Centro Cultural de Belém!
A colecção do Museu Colecção BERARDO já não é de Joe Berardo, pois serve de garantia pelos empréstimos ruinosos que a Caixa Geral de Depósitos, o BES e o BCP concederam a Berardo - só na CGD são 320 milhões!

Há agora que confiscar definitivamente a colecção a Berardo e retirar da fachada do CCB o seu nome. Não fica bem afixar na frontaria (de um dos mais importantes monumentos de Portugal) o nome dum parlapatão.
(Paulo de Morais)


adenda: Raquel Varela


Três dos maiores bancos portugueses, BCP, CGD e Novo Banco, vão avançar em conjunto com um processo judicial contra o empresário Joe Berardo para tentar cobrar parte da dívida.

Como? Nós salvámos os bancos e estes agora querem a colecção Berardo e a Quinta da Bacalhoa como pagamento das dívidas de Berardo que nós já pagámos à Banca? Isto é uma piada?

A colecção é nossa, dos contribuintes. E o vinho também. Tenho uma proposta de palavra de ordem: A Quinta da Bacalhoa é do povo! Podem deixar uns Reservas com aroma de framboesa e bagas de azevinho à porta de cada escola e cada centro de saúde, por gentileza; e mesmo assim, vós banqueiros, ainda ficam em dívida para com professores, médicos, enfermeiros e técnicos.

Não se metessem com o "empresário" (se fosse pobre e tivesse roubado algo era o "ladrão") a oferecer dinheiro que não tinham a quem também não tinha o que afirmava ter. Quem não tem dinheiro não tem vícios, dizia-se por aqui antigamente. Não se ia destruir Estado Social.
(Raquel Varela)
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Mais banqueiros condenados na Islândia

 ● 13/02/16

O país que prendeu banqueiros e demitiu dois primeiros-ministros



Sigurdur Einarsson, Hreidar Mar Sigurdsson, Magnus Gudmundsson e Olafur Olafsson

A sentença de dois tribunais islandeses foi pronunciada esta semana, com a condenação de mais cinco banqueiros a penas de prisão, acusados por crimes financeiros que conduziram ao colapso financeiro do país em 2008. Três antigos dirigentes do Banco nacional e dois do Banco Kaupthing, um dos maiores da ilha – e que chegou a empregar mais de três mil pessoas antes da crise – completam o grupo de 26 ex-gestores da banca e corretores financeiros que já foram condenados.

Ao todo, somam-se 74 anos de prisão prescritos para todos os condenados, segundo o site da Iceland Magazine. Os arguidos ligados ao Kaupthing receberam a pena mais dura, em processos ligados ao banco na Islândia e na sua filial luxemburguesa. Apesar de a pena máxima na ilha ser de seis anos para este tipo de crimes, avança ainda a revista, a repetição destes delitos pode aumentar a moldura penal prevista.

Ao contrário da União Europeia, à qual não pertence, a Islândia iniciou um processo de nacionalização dos bancos falidos, mas em que o estado manteve poder de decisão efectivo sobre quaisquer transacções. O país entrou em default, negociou com os credores e tem feito uma recuperação económica gradual desde que o processo de resposta à crise foi iniciado.
(SOL2016)

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Sociedade pequena, flexível e dinâmica, islandeses mudam com grande rapidez. Desde a crise foram presos 29 banqueiros e um ex-chefe do governo foi levado a tribunal. E porque não em Portugal? Simples. Falta consciência colectiva, participação cívica e coragem. (Paulo de Morais)

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Revolução na Islândia divulgada apenas pela Internet

 ● 10/09/14

Islândia: revolução silenciada. Por que será?

A recusa do povo em pagar as dívidas que as elites abastadas tinham contraído, gerou algum medo no seio da União Europeia. Prova disso, foi o absoluto silêncio nos media sobre o que aconteceu na Islândia.

A Islândia condenou quatro banqueiros do banco Kaupthing a penas de prisão.



Na Islândia: O povo obrigou a demissão em bloco do governo; Os principais bancos foram nacionalizados e foi decidido não pagar as dívidas que eles tinham contraído junto dos bancos do Reino Unido e da Holanda, dívidas geradas pelas suas más políticas financeiras; Foi constituída uma assembleia popular para reescrever a Constituição.

Em resumo: Demissão em bloco de um governo inteiro; Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais; Prisão dos responsáveis pela crise; Reescrita da Constituição pelos cidadãos.

Islândia: revolução divulgada apenas pela Internet. Por que será?
Veja o vídeo, legendado em português, e tire as suas conclusões.



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Veja: Islândia saiu da crise porque «não deu ouvidos» à UE.

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