Portugal Glorioso: Daniel Catalão
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Daniel Catalão: É tão fácil falar contra a polícia

 ● 12/11/13 coment  ●


Completamente em desacordo com a "unanimidade" que reina por aí. Comparar a manifestação de ontem com as anteriores em que houve carga policial, é vergonhoso. Nas anteriores, os polícias foram apedrejados, insultados, alvo de "very lights"... durante longos minutos. E aguentaram! Até ao momento em que, operacionalmente, foi preciso agir. Ontem, não foi isso que aconteceu. A polícia de serviço agiu em favor da ordem pública e não amplificou o problema. Os manifestantes respeitaram a Assembleia da República e pararam onde foi colocada a barreira pós permissividade. Se o deviam ter feito? Eles próprios já responderam a isso. É tão fácil falar contra a polícia!!

Daniel Catalão
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Julio Machado Vaz responde à Ministra das Finanças

 ● 09/10/13 coment  ●
Maria Luís Albuquerque lembrou que tem "três filhos pequenos" e que cortes na função pública também a afectam. Voltou a sugerir que é provável que cortes nos salários e pensões se mantenham em 2015. A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, lembrou que também ela tem "os rendimentos diminuídos" e - uma vez que tem "três filhos pequenos" - tem "pouca margem para poupar". A revelação foi feita na quinta-feira à noite na SIC, após ter sido questionada sobre se tinha ou não um Plano Poupança-Reforma.


A ministra garantiu que irá repor o que foi retirado em salários e pensões dos funcionários públicos "tão cedo quanto seja possível", mas como a "recuperação será lenta", admitiu que é provável que os cortes se mantenham no Orçamento para 2015. Já na terça-feira a ministra havia dito que o corte era "transitório, mas não necessariamente anual".

A ministra das Finanças admitiu que o próximo ano será igualmente duro, mas conta com a melhoria da situação económica para minorar os sacrifícios que serão exigidos aos portugueses.
Quanto ao facto de o esforço imposto pelas medidas ser conseguido à custa de 82% de corte da despesa e apenas 5% através de impostos sobre empresas do sector energético ou a banca, a ministra disse que "os portugueses não têm razões para se sentir injustiçados". Isto porque as medidas "afectam os salários e as pensões pelo peso têm na despesa pública".

A governante voltou a garantir que considera as medidas "constitucionais", reforçando que não foi previsto qualquer "plano B". "Não foram discutidas medidas alternativas no interior do Governo, nem com a troika", garantiu a ministra. DN.


P.S. Este tipo de discurso devia ser evitado. Não duvido que o nível de vida da Dra. Maria Luísa Albuquerque tenha baixado, mas havendo portugueses a (sobre)viverem em condições catastróficas é infeliz qualquer insinuação de que "estamos todos no mesmo barco". Não estamos. No Portugal de hoje, enquanto tiver saúde para trabalhar, direi sempre que sou um homem rico. (Apesar de saber que há quem possua milhões e se defina como mais um trabalhador). Cada um sabe de si, não sei se Deus sabe de todos, mas se sabe, aposto que fica chocado. 

Júlio Machado Vaz
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Daniel Catalão responde a Assunção Esteves

 ● 22/06/13 coment  ●



Exma. Sra. Presidente da Assembleia da República,
O lugar mais nobre do Parlamento são as galerias pois é lá que se senta o POVO da República Portuguesa. O assento dos deputados é o lugar dos que lá deveriam estar para SERVIR e não para se servir.

Cumprimentos.

Daniel Catalão

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Assunção Esteves e a abominável citação: "...deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes"



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