Portugal Glorioso: GALP
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«É por estas e por outras que o regime está a cair de podre» Paulo Morais

 ● 27/08/19 coment
Quando há conflito de interesses entre o Grupo Amorim e o Estado, de que lado está Ana Paz Ferreira?



Ana Paz Ferreira da Câmara Perestrelo de Oliveira é Presidente da Assembleia Geral da Galp Energia, porque é de confiança do Grupo Amorim.

Também é membro da Comissão Directiva do FUNDO DE RESOLUÇÃO bancário, "designada por acordo entre o Banco de Portugal e o Senhor Ministro das Finanças", logo da confiança do Governo.

Também é sócia da Eduardo Paz Ferreira & Associados, a sociedade de advogados de Eduardo Paz Ferreira (marido da ministra Van Dunnem), uma das sociedades que mais factura em pareceres e assessorias ao Estado português.

Quando há conflito de interesses entre o Grupo Amorim e o Estado, de que lado está Ana Paz Ferreira? A resposta nem é difícil de adivinhar! Mas, para seu descanso (dela), o problema não se levanta, porque os sucessivos governos assumem sempre como seus os interesses da Família Amorim. É por estas e por outras que o regime está a cair de podre.
Paulo de Morais
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«Situação económica dos trabalhadores portugueses é absolutamente insustentável»

 ● 16/08/19 coment

A greve dos camionistas - Raquel Varela



A greve dos motoristas de matérias perigosas esteve em análise na SICN, com Raquel Varela: "O Governo tomou medidas que são absolutamente intoleráveis, anti-democráticas e autoritárias que põem em causa o direito à greve. (...) A greve, sendo um direito constitucional, só pode ser posto em causa no que respeita a emergências. Mas, o que nós assistimos foi à utilização de serviços máximos para abastecer a Marina de Vilamoura..."


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«Furar a greve e manter os lucros da Galp e da Repsol é uma defesa da democracia»

 ● 12/08/19 coment

Os camionistas e a democracia




Segundo percebi a greve dos camionistas por salários de 850 euros é uma ameaça à democracia. Mas ameaçar com o exército para furar a greve e manter os lucros da Galp e da Repsol é uma defesa da democracia. Deixem dar-vos uma pequena lição de história - os vossos direitos elementares democráticos foram todos conquistados por ”operários brutos”. Todos. Até o direito a votar ou a dizer barbaridades.

Em 1 ano o Governo alterou a lei laboral para pior - com o aumento do período experimental - mandou uma camião de vidros escuros de furas greves para Setúbal, fez uma requisição civil aos enfermeiros e agora ameaçam com a tropa contra uma greve por salários que, a rigor, são baixíssimos, porque 850 euros é um salário de mera reprodução biológica, e para quem viva numa cidade não dá sequer para pagar casa e comer. A democracia formal Schumpeteriana vem ao de cima rapidamente, explicando os defensores do Estado e da Geringonça ao povo ignorante que têm o direito democrático de ficar calados. Não poder pagar casa, alimentar decentemente os filhos, devem ir pedir prestações sociais de mão estendida e humilhante. E, se lhes passar pela cabeça questionar a total ausência de democracia no dia a dia das suas vidas, esmagadas, levam com a força bruta do Estado.

Gosto sempre de lembrar que não existe "democracia-burguesa", palavra cassete, aliás. É que a democracia foi conquistada historicamente contra a burguesia pelo movimento operário, que obrigou os burgueses (e a aristocracia) a aceitarem, à força, pelas mãos dos operários sujos e brutos, o sufrágio universal, o direito à greve. Numa palavra os operários explicaram à força que era preciso um conjunto de leis para impedir o uso sistemático da força por parte do poder, ou seja, o mínimo de liberdades e garantias formais.

veja: Fisco perdoa milhões à Banca e Energia

A greve não é justa, é justíssima. Eu não viveria com 850 euros. Nem nenhum político em Portugal o faz. Nem nenhum patrão o faz. Há 20 anos estes homens ganhavam 2 salários mínimos e meio e eram contratados pela Galp e pela Shell. Agora ganham o salário mínimo e são sub contratados por vários intermediários que democraticamente lhes pagam menos de metade. Os portugueses em vez da tradicional inveja, ver quem ganha menos e é mais miserável, ou ter o desplante de os acusar de falta de democracia, risível - é preciso não saber nada de história para o afirmar! - deviam olhar os camionistas e agradecer-lhes. É que este punhado de algumas centenas não se resignam ao miserabilíssimo modelo social português, o país onde todos os dias as pessoas são humildadas, assediadas e levadas ao limite das suas forças nos locais de trabalho - e onde podem democraticamente continuar a suportar todo o tipo de atropelos aos seus direitos fundamentais. Porque quando se entra na porta das empresas a democracia acabou. Sobrando aos trabalhadores uma única forma de se manterem vivos e dignos - pararem de trabalhar. Chama-se a isso greve. Ou seja, repor a democracia.

Se esta greve for furada pelo exército devemos aos camionistas, que resistam, a democracia. Já lhes devemos algo a esta altura, terem mostrado aos patrões que há limites à brutalidade laboral em que há muito se transformou o país.
https://raquelcardeiravarela.wordpress.com
Raquel Varela

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Fisco perdoa milhões à Banca e Energia

 ● 18/10/18 coment

«Lista dos Benefícios fiscais: lista vergonhosa» Gomes Ferreira

O que muda com o fim do adicional do ISP na gasolina.
Gomes Ferreira diz que: "ninguém pode garantir que o preço vai descer", e revela aquilo que considera ser um escândalo, uma lista vergonhosa que acabou de sair: "no perdão em benefícios e isenções fiscais a grandes empresas, o Estado deu 2.500 milhões euros. E nós, contribuintes/pequenas empresas que precisamos do carro para trabalhar, levamos com um agravamento! É esta a justiça fiscal que temos em Portugal".
Outubro 2018

video - fonte SIC:


De acordo com o CM, que cita dados da Autoridade Tributária, cerca de 300 contribuintes tiveram, ao longo de 2017, benefícios fiscais superiores a um milhão de euros. Foi o caso da EDP (108 milhões), mas também da autarquia do Porto (87,9 milhões), Lisboa (44,9 milhões), Universidade do Minho (36,6 milhões) e o próprio Estado (49 milhões). No caso da EDP, o benefício foi aplicado graças à isenção do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Também a banca e a Galp estão nesta lista. Conseguiram beneficiar de 30 milhões e 20 milhões em impostos, respectivamente. Estes benefícios fiscais aumentaram 85 milhões em relação a 2016.

"Para uns Imposto Infernal, para outros Paraíso Fiscal. E sempre para os mesmos, já se sabe: banca com os seus delinquentes financeiros e energia. Só a EDP - que nos rouba na factura todos os meses -conseguiu maximizar os seus benefícios fiscais e ter um desconto superior a 108 milhões. A nós, o fisco não perdoa nem 10 cêntimos. Incha, contribuinte. Embrulha". Joana Amaral Dias (facebook)

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Gomes Ferreira: Isto é ROUBAR as pessoas

 ● 04/09/15 coment


Preço dos combustíveis: vamos continuar a ser enganados


Todas as bombas do país passam a ser obrigadas a vender combustíveis simples. Se a ideia era aproximar as principais marcas dos preços low cost, isso estará muito longe de acontecer. Gomes Ferreira diz: "vamos continuar a ser enganados! (...) Há uma medida de esquerda que o PS devia anunciar ao País: tabelar preços. Não sei do que está à espera, deve ter medo das Companhias".

video:


últimas: «Requiem pelo direito à greve em Portugal» Joana Amaral Dias
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Peço à GALP e à REN que façam um grande favor aos contribuintes - Gomes Ferreira

 ● 25/04/15 coment
De facto, a crise quando nasce não é para todos. A pouca vergonha e a falta de decência chegaram a um nível inimaginável no meu País. E têm carimbo de eficiência dado pelos melhores advogados portugueses.



Exmos Srs Presidentes executivos da Galp e da REN, Engenheiro Ferreira de Oliveira e Dr. Rui Vilar: Peço-vos encarecidamente que divulguem, o mais rapidamente possível, os pareceres jurídicos que vos levam a não pagar a contribuição extraordinária sobre o sector energético de 2014.

Será um grande favor, um verdadeiro serviço público, que farão a todos os contribuintes portugueses.

Os juristas que trabalharam para as vossas empresas, pagos a preço de ouro, são, certamente, grandes especialistas. Tão bons especialistas que conseguem arranjar argumentos para não cumprir uma lei da República, a Lei do Orçamento do Estado de 2014, onde o imposto extraordinário está previsto.

Por favor, divulguem esses pareceres para todos nós, contribuintes portugueses, podermos deixar de pagar a sobretaxa de IRS ao Estado. Sabem, é que os contribuintes normais não têm possibilidade de pagar estudos desses. E certamente que os argumentos invocados para não pagar a sobretaxa de IRC, são certamente utilizáveis para nós não pagarmos a sobretaxa de IRS. Basta copiá-los.

E sabem, cada um de nós até tem muito mais autoridade moral para utilizar esses pareceres e não pagar a sobretaxa de IRS do que as vossas empresas. É que, quando nós instalamos um pequeno negócio, não temos à partida uma rentabilidade garantida dos capitais investidos como a REN tem garantida por lei; e não temos a possibilidade de andar anos a fio a vender gás natural nos mercados internacionais e encaixar 500 milhões de euros de mais valias, por os contratos de abastecimento terem condições vantajosas, enquanto os consumidores portugueses continuam a pagar o gás nas suas casas a preço de ouro, como fez a Galp Energia.

De facto, a crise quando nasce não é para todos. A pouca vergonha e a falta de decência chegaram a um nível inimaginável no meu País. E têm carimbo de eficiência dado pelos melhores advogados portugueses.

JOSÉ GOMES FERREIRA

Nota: importante divulgar!
* * * * *
Recorde-se que a Galp Energia decidiu não pagar a contribuição extraordinária sobre o sector energético. O primeiro imposto foi aplicado em 2014 à Galp que não pagou os cerca de 100 milhões de euros em causa. O segundo data de 2015 e incide sobre os contratos de compra de gás natural feitos pela Galp na Nigéria e na Argélia e sobre estes o Estado exige 150 milhões de euros.
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Temos Gás Natural e ninguém diz nada...!?

 ● 08/05/14 coment
Chegou-me via e-mail o seguinte:
Num altinho de Cabeça Gorda (acho que se chama assim), que fica entre Runa e Matacães a 3Km de Torres Vedras, por volta de 1974, esteve a ser queimado durante mais de 2 meses gás natural. Ao fim dos dois meses os técnicos mandaram selar o poço. Na sequência disso, o Sr.Armindo, presidente da Junta de Freguesia de Matacães, suicidou-se. Um dos técnicos que esteve na análise deste poço já me confirmou que o gás lá encontrado dava para o nosso país pelo menos para mais de 200 anos.

O pai do Sr. Herman José foi um dos técnicos alemães que por lá andou. É pena já ter falecido para poder ele confirmar a história. Talvez o nosso humorista, que tem boa memória, consiga confirmá-la se é que alguma vez o pai lhe falou nisso. Talvez porque na altura da descoberta há quem diga que a Sacor é que mandou selar (Sacor depois GALP).

MAS... o que mais me admira, é ter aparecido há meia dúzia de meses um(a) advogado(a) da drª Isabel dos Santos com interesse em comprar uns bocadinhos de terreno mesmo encostadinhos à dita serra que pertenciam ainda à minha bisavó. E o engraçado é que dizem que a Isabel dos Santos já comprou uma quinta encostada a esses terrenos. Que coincidência..ou há coisas que andam de dia e não se vêem.

MAPA DE PETRÓLEO E GÁS AS LICENÇAS EM PORTUGAL






Naturalmente, fui procurar alguma veracidade deste caso e encontrei, entre várias informações, o seguinte: Instituto Superior Técnico Caracterização de Formações da Bacia Lusitaniana (zona emersa) para a produção de gás natural (não convencional) - Clicar no RELATÓRIO

Em resumo: 8 CONCLUSÕES
Concluiu-se, em primeiro lugar, que o gás natural, a par do petróleo, é uma importante fonte de energia. É um recurso abundante, mais limpo que os demais combustíveis fósseis e é bastante competitivo no mercado energético. A prospecção e produção deste recurso no nosso país constitui uma enorme mais valia económica, tecnológica e social. Este facto materializa-se na redução da dependência energética do exterior, criação de mais-valias para o estado (contratos de concessões, royalties, entre outros), criação de emprego, introdução de valências industriais e o incentivo à formação de quadros qualificados para desempenhar as tarefas necessárias às operações de prospecção e produção.

Concluiu-se também que, para além de prospecção de gás natural convencional, fará sentido, na zona emersa da bacia Lusitaniana, realizar trabalhos mais aprofundados de prospecção deshale gás e tight gás. À partida, quando se apresentam evidências de um recurso convencional, como é claro nos poços estudados, aplicando a teoria do triângulo de recursos, sabe-se que existem também em muito maiores quantidades recursos não convencionais mas mais difíceis de produzir. No caso específico do shale e tight gas, sabe-se que as litologias dos reservatórios mais conhecidos internacionalmente são litologias que não são estranhas à bacia Lusitaniana. Este facto é saliente quando se compara com a bibliografia, resumidamente na Tabela 13.

Todas as litologias descritas da Bacia, nas formações estudadas (Brenha e Candeeiros), enquadram-se perfeitamente no triângulo onde se “balizam os reservatórios de shale e, por conseguinte, não é possível ignorar a possibilidade de existência de reservatórios com tais características. Em relação aos mapas criados, existe uma conclusão que se destaca, após ser realizada a normalização dos volumes de vazios pela área: A zona 2, situada no concelho de Alenquer, é a zona com maior índice de vazios por área, o que significa que, quando interceptada por um poço vertical, é a zona que terá um maior índice de vazios exposto ao referido poço e, como tal, será provavelmente a área mais interessante a prospectar, sob este ponto de vista.

Embora o volume de vazios seja um bom indicador da qualidade do reservatório existem inúmeros outros parâmetros a ser considerados, mas para os quais não dispomos de informação, como por exemplo o factor de expansão do gás, pressão, temperatura, entre outros.
A produção de um qualquer bem está sujeita à lei da oferta e da procura. O caso do gás não é diferente. As flutuações de preço, quer pela conjuntura internacional quer do ponto de vista da sazonalidade, são factores que afectam a produção ao ponto de a poderem tornar não rentável. Este facto só é passível de ser contornado com uma capacidade de armazenamento para posterior venda, quando o mercado se tornar mais favorável. A produção de gás na bacia Lusitaniana tem como ponto forte a possibilidade de comportar tal armazenamento. Este armazenamento pode ser realizado em diapiros salinos que estão amplamente disseminados pela bacia Lusitaniana, oferecendo uma maior estabilidade à eventual produção.

Finalmente, sugere-se um estudo mais aprofundado às potenciais rochas-mãe existentes na bacia Lusitaniana, pois nelas jaz o potencial de poderem ser simultaneamente rochas reservatório de shale gas e shale oil. Também encontrei esta situação que poderá ser um grande entrave para a exploração directa do nosso GÁS. Clique: AQUI

Será que os interesses comerciais da REN, são superiores ao INTERESSE NACIONAL?
Fernando Tavares
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