Portugal Glorioso: Militares
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«Militares às ordens do Amaral dos transportes?» Paulo Morais

 ● 14/08/19 coment

perderam completamente o SENTIDO DE ESTADO




O Presidente da República (Comandante Supremo das Forças Armadas) permitiu que militares fardados sejam utilizados em serviços temporários de substituição de motorista e ajudante de motorista.

Militares às ordens do "Amaral dos transportes", como se fossem funcionários de empresas de trabalho temporário?

Esta situação não é permitida pela Constituição, não é digna e revela que Presidente, Ministro da Defesa e Chefes Militares perderam completamente o SENTIDO DE ESTADO.
(a foto é da LUSA e dá vergonha)
Paulo de Morais

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A imagem de militares fardados a conduzir camiões de privados

 ● 13/08/19 coment



A imagem de militares fardados a conduzir camiões de carga de privados (neste caso a TSA) tem um duplo significado:

Por um lado, o abandalhamento da função militar, com militares a cumprirem o papel de ajudantes de motorista da "Transportes J. Amaral". O Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas jamais deveria permitir esta imagem deprimente.

E, por outro... Se há requisição civil, os motoristas requisitados deveriam garantir o serviço diário, como habitualmente; logo, não faria sentido convocar qualquer reforço de pessoal suplementar. Mas... se ele acaba por ser necessário, isto significa que o serviço diário, habitual, assenta numa sobrecarga de trabalhos, em jornadas de muito mais de oito horas. Ao reconhecer que é necessário mais motoristas do que o habitual para o trabalho diário necessário... O GOVERNO RECONHECE, implicitamente, A RAZÃO DA GREVE DOS MOTORISTAS.
Paulo de Morais

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«Pedem-lhes tudo, mas não lhes dão nada»

 ● 18/07/17 coment
PEDEM-LHES TUDO




Pedem-lhes acção, mas inactivam-nas.

Pedem-lhes missões, mas tiram-lhes meios.
Pedem-lhes nobreza, mas passam o tempo a desonrá-las.
Pedem-lhes disciplina, mas semeiam-lhes caos.
Pedem-lhes fins, mas tiram-lhes meios.
Pedem-lhes sacrifício, mas zombam com este.
Pedem-lhes eficácia, mas só apreciam burocracia.
Pedem-lhes operacionalidade, mas não o querem.
Pedem-lhes espírito castrense, mas só sabem castrá-las.
Pedem-lhes prontidão, mas só quando se lembram.
Pedem-lhes união, mas manipulam-nas.
Pedem-lhes honestidade, limpeza de processos e bom governo interno, mas eles próprios são exemplo do oposto.

Pedem-lhes independência, mas domesticam-nas.
Pedem-lhes coragem, mas elogiam a cobardia.
Pedem-lhes que defendam a bandeira e o povo, mas no fundo desprezam os dois.
Pedem-lhes que protejam a Pátria, não até ao fim das suas vidas, mas só até ao fim das suas propriedades.
Pedem-lhes que morram, mas injuriam os caídos.
Pedem-lhes - discretamente - que desapareçam, mas não possuem a coragem de as dissolver.

Pedem-lhes tudo, mas não lhes dão nada.

Nuno Rogeiro
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«Ninguém se lembrou do 25 Novembro» Luís Pedro Nunes

 ● 19/12/16 coment


"É só para lembrar que é 25 de Novembro. Sim, o dia que após Vasco Lourenço, Melo Antunes e outros militares de Abril terem elaborado o Documento dos Nove a afirmar Portugal como uma Democracia - Eanes e Jaime Neves normalizaram a bagunça nos quartéis após um levantamento da PM e dos páras. Foi isto".
Luís Pedro Nunes. 25-NOV-18


"Só para avivar a memória: neste dia, em 1975, Jaime Neves e um punhado de Comandos impediram que isto se tornasse uma Albânia do ocidente. Fica o lembrete."
Luís Pedro Nunes. Eixo do Mal - 25-NOV-16.


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O negócio dos incêndios cheira a esturro!

 ● 22/05/15 coment
Segundo o que se sabe dos contratos feitos com os privados, o Estado paga 1.500 euros(+ IVA) à hora por cada helicóptero. Assim sendo, uma pergunta importa fazer: não interessará a estas empresas, ou a quem os sub-contrata, que arda o maior número e a maior área de floresta possíveis e pelo maior período de tempo?

Simples, quanto mais fogos e mais tempo durarem os incêndios, mais estas empresas privadas lucram! A verdade é que estas empresas privadas, que ainda há pouco tempo tinham que alugar os meios aéreos a empresas estrangeiras, agora já têm as suas próprias frotas de helicópteros, hangares e pavilhões, e até já possuem aeródromos seus.


Por Sérgio Passos - fonte: euacuso 2013


E nem falamos aqui de ex-ministros, secretários de Estado e altos chefes de serviços públicos, ligados às florestas, à protecção civil e aos bombeiros, que adquiriram fortunas súbitas e que passaram ostentar sinais de riqueza de um dia para o outro.

E porque é que o Estado não entrega a actividade de apagar os fogos ao Exército e à Força Aérea, pois é uma actividade fundamentalmente de Segurança e Defesa nacionais?

Ora, se antes, até aos finais dos anos 80, era a Força Aérea que combatia, com sucesso assinalável, os incêndios, e possuindo meios e gente formada para tal, porque é que deixaram de o fazer e passou-se a entregar esta função, agora com lucros, aos privados?

E quem é que fiscaliza se estas empresas e os seus meios aéreos, apagam competentemente os fogos? Se o fazem com a qualidade necessária? Ou se empregam, ou não, todo o seu esforço e competência para tal? Como se fazem os contratos e como são avaliados os concurso? Etc., etc.

E porque é que os sucessivos Governos não mostram publicamente os contratos e os seus contornos e, tão-pouco, mostram os valores pagos aos privados e os critérios para tanto?

Porque é que os sucessivos Governos têm cortado verbas na prevenção florestal e extinguiram a função de guardas florestais?

Ou seja, porque é que não se incentiva a protecção e cuidado com a floresta e, em vez da prevenção, cada vez mais gasta mais no combate aos fogos que continuam a piorar, destruindo cada vez mais os recursos nacionais empobrecendo o país?

Já agora, a frota de 10 a 15 aviões canadair, meio essencial para combater os fogos e sempre reclamada por peritos e bombeiros, porque é que nunca foi adquirida e, ao invés, os Governos deixam que a floresta nacional continue a ser facilmente destruída por esta grosseira e criminosa negligência?

São demasiadas e sérias dúvidas, graves interrogações, muitas incertezas e ambiguidades. O que sabemos é que o lucrativo é concessionado aos privados, mas tudo o que dá prejuízo é suportado pelo Estado, ou seja, pelo dinheiro dos contribuintes. Afinal, isto cheira mesmo muito a esturro!

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General desafia civis a proteger o país da corrupção

 ● 25/11/14 coment

O General Loureiro dos Santos foi desafiado pelo povo para intervir militarmente e salvar o país da corrupção. Mas ele responde desta forma aos eleitores portugueses: "Os militares estão a cumprir o seu dever cívico, e os eleitores porque não cumprem o seu?"

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O Cristo das Trincheiras

 ● 23/03/14 coment

O Cristo português


Mais do que um episódio ocorrido durante a 1ª Guerra Mundial, o "Cristo das trincheiras" simboliza a fé que manteve os militares portugueses na linha de frente durante um par de anos, praticamente sem licenças, mal abastecidos, sentindo-se abandonados por quem os enviou para combater por algo que a maioria não entendia.




No sector português da Flandres, que ficava entre as localidades de Lacouture e Neuve-Chapelle, encontrava-se um artístico cruzeiro com um Cristo pregado numa cruz de madeira que dominava a paisagem da planície envolvente. A imagem deste Cristo não era, obviamente portuguesa, mas encontrava-se na zona defendida pelo Corpo Expedicionário Português durante a ofensiva alemã que quase destruiu a 2ª Divisão de Infantaria.

No dia 9 de Abril de 1918, sobre aquela planície, caiu uma tempestade de fogo de artilharia, durante horas a fio, que a metralhou, a incendiou e a revolveu. Era a ofensiva da Primavera de 1918 do exército alemão. A povoação de Neuve-Chapelle quase desapareceu do mapa, de tão transformada em escombros. A área ficou juncada de cadáveres e entre estes jaziam 7.500 portugueses da 2ª Divisão do CEP, mortos ou agonizantes.

No final da luta apenas o Cristo se mantinha de pé, mas também mutilado. A batalha decepou-lhe as pernas, o braço direito e uma bala varou-lhe o peito. Mas, no meio do caos, foi trazida pelos militares que conseguiram reagrupar-se e regressar às linhas aliadas. É quase inimaginável que, debaixo das barragens de artilharia alemãs, que dizimaram grande parte do contingente português, a opção de alguns militares fosse a de trazer consigo a imagem de Cristo, severamente danificada, e a colocassem em local seguro onde pudesse ser novamente venerada.

Em 1958 o Governo Português mostrou o desejo de possuir aquele Cristo mutilado ao Governo Francês. Tornara-se um símbolo da Fé e do Patriotismo nacional e passou a ser conhecido como o "Cristo das Trincheiras".

A imagem chegou a Lisboa de avião, a 4 de Abril de 1958, uma Sexta-feira Santa. Ficou em exposição e veneração na capela do edifício da Escola do Exército até 8 de Abril, quando foi conduzida para o Mosteiro da Batalha e colocada, a 9 de Abril à cabeceira do túmulo do Soldado Desconhecido, na sala do Capítulo.

A imagem foi acompanhada desde França por uma delegação de portugueses de antigos combatentes da Grande Guerra, que residiam em França, e por uma delegação de deputados franceses, chefiada pelo Coronel Louis Christians. As cerimónias foram apoteóticas e milhares de portugueses desfilaram perante a imagem em Lisboa.

No dia 8 de Abril a imagem foi transportada num carro militar para a Batalha, sem qualquer cerimonial especial, e aí ficou exposta na sala do refeitório do mosteiro para no dia seguinte, 9 de Abril, se efectuar a entrega oficial. No dia 9 de Abril, pelas 11 horas, começaram a concentrar-se junto ao Mosteiro da Batalha numerosas entidades civis e militares, entre elas os Embaixadores de Portugal em França e de França em Portugal, os Adidos Militares da França, da Bélgica e dos Estados Unidos, as altas patentes portuguesas do Exército, Marinha e da Força Aérea.



Túmulo do Soldado Desconhecido. Mosteiro da Batalha, sala do Capítulo.


Ao meio-dia iniciaram-se as cerimónias com a chegada do Coronel Louis Christian (França) e o Ministro da Defesa de Portugal Coronel Santos Costa. A guarda de honra foi prestada por um Batalhão do Regimento de Infantaria N.º 7, Leiria. O andor que transportou o "Cristo das Trincheiras" entre a sala do refeitório e a sala do Capítulo esteve ao cuidado de representantes da Liga dos Combatentes da Grande Guerra.

O "Cristo das Trincheiras" foi então deposto sobre um pequeno plinto adamascado à cabeceira do túmulo do "Soldado Desconhecido". Terminada as orações o Adido Militar Francês, Coronel Revault d'Allonnes, conferiu aos dois "Soldados Desconhecidos" duas Cruzes de Guerra, as quais foram depositadas sobre a campa rasa.
A fanfarra do Regimento de Infantaria n.º 19, Chaves, tocou a silêncio no final da cerimónia, enquanto uma Bateria de Artilharia do Regimento de Artilharia Ligeira de Leiria, salvava com 19 tiros. (Veja o Toque do Silencio AQUI)

Mais do que um episódio ocorrido durante a 1ª Guerra Mundial, o "Cristo das trincheiras" simboliza a fé que manteve os militares portugueses na linha de frente durante um par de anos, praticamente sem licenças, mal abastecidos, sentindo-se abandonados por quem os enviou para combater por algo que a maioria não entendia.
(Extraído do blogue NRP CACINE).
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