Portugal Glorioso: Paulo Morais_Parlamento
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Políticos e negócios à mistura: como saquear o Estado português

 ● 02/08/19 coment

Mecanismos usados para saquear o Estado português



"Partilho o 'Negócios da Semana' em que participei. Tentei explicar alguns dos mecanismos usados pela classe política para SAQUEAR O ESTADO PORTUGUÊS".
(Paulo de Morais)
"Os Partidos comportam-se, em período eleitoral, como exércitos conquistadores à conquista do poder. E depois, quem conquista o poder, faz o que os exércitos conquistadores costumam fazer a seguir: pilhagem"(...)"A única industria que nós temos em Portugal é a industria extractiva: extractiva dos bolsos das pessoas". (João Paulo Batalha)

Negócios da Semana SIC Noticias, convidados: João Paulo Batalha, presidente da Integridade e Transparência, António Cerveira Pinto, arquitecto, Eduardo Correia, CEO na Taguspark/Professor no ISCTE, e Paulo de Morais, professor universitário.
video:

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«O Parlamento português envergonha o País»

 ● 28/06/19 coment
Paulo de Morais: E porque não dissolveu o Presidente esta Assembleia? Que interesses o impediram?



O PARLAMENTO PORTUGUÊS ENVERGONHA O PAÍS (I)
A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA TRANSFORMOU-SE NUM ANTRO DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS. Em todas as áreas.

NA COMISSÃO PARLAMENTAR DE ECONOMIA

Estão ligados a interesses privados, de forma muito activa, os Deputados:
António Topa (PSD, Empri, Empreendimentos Imobiliários, S.A.),
Emídio Guerreiro (PSD, Garcia, Garcia S.A.),
Fátima Ramos (PSD, Hotel Parque Serra da Lousã),
Hortense Martins (PS, Associação dos Hoteis de Portugal),
Joel Sá (PSD, Edibarcelos, S.A.),
Hugo Pires ( PS, CRIAT),
Paulo Rios de Oliveira (PSD, ENOFORUM - Comércio e Exportação de Vinhos, S.A.),
Luís Moreira Testa (PS, Fundação Renal Portuguesa), Pedro Coimbra (PS, Delta 2014 - Investimentos e Consultoria).

NA COMISSÃO PARLAMENTAR DE SAÚDE

Estão ligados a interesses privados os Deputados:
António Sales (PS, Grupo Sanfil),
Fátima Ramos (PSD, ADFP),
Isabel Galriça Neto (CDS, “LUZ Saúde”),
Isaura Pedro (PSD, “Clínica Doutor Benjamim Pedro”),
José António Silva (PSD , “João, Pedro & José António Silva”),
Maria Antónia Almeida Santos (PS, “Fundação Renal Portuguesa”),
Ricardo Baptista Leite (PSD, “Fundação Renal Portuguesa”).

Na COMISSÃO DE AGRICULTURA E MAR

A lista de deputados promíscuos (com negócios nas áreas que tutelam) é extensa:
Joaquim Barreto está ligado à "Rural Basto" e à "Mútua de Basto",
Pedro do Ó Ramos à "Robocork" e à "Valor Inevitável",
Norberto Patinho à "Fundação Alentejo",
Maurício Marques à "MRV - Equipav" e "MRV-Construction";
já António Lima Costa serve os interesses da "Caixa de Crédito Agrícola Douro e Côa" e Nuno Serra os da "Mar e Rio Empreendimentos Marinhos".

Há mais! Mais empresas, alguns outros deputados, muitos são advogados e defendem interesse de todo o tipo de empresas!

Estes deputados tratam do interesse dos portugueses ou os interesses privados das empresas a que estão profissionalmente ligados? Defendem, em primeiro lugar, o interesse de alguns portugueses, o deles próprios e dos seus parceiros de negócios. Que anda o Presidente do Parlamento a fazer para não detectar esta vergonha? E a sub-comissão de Ética do Parlamento ainda existe? E quem permite esta promiscuidade, este conflito de interesses, real e permanente? O tráfico de influências institucionalizou-se, a Democracia definha. E porque não dissolveu o Presidente da República esta Assembleia? Que interesses o impediram?
(Continua)
Paulo de Morais
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«Parlamento envergonha-nos: nova lei esconde riqueza dos políticos»

 ● 24/05/19 coment
Mais uma vez, o Parlamento envergonha-nos. Os deputados legislam para ocultar dados sobre rendimentos e património dos titulares de cargos públicos e políticos.
NADA MAIS RETRÓGRADO. (Paulo de Morais)



Nova lei esconde riqueza dos políticos - fonte: sábado

Mais uma vez, o Parlamento envergonha-nos. Os deputados legislam para ocultar dados sobre rendimentos e património dos titulares de cargos públicos e políticos.

NADA MAIS RETRÓGRADO. Quem anda na vida pública tem obrigação de transparência total na divulgação do seu património e rendimentos. Deve apenas ter um espaço de reserva, a sua vida íntima e familiar, Só! Quem toma posições públicas, tem de as credibilizar evidenciando as suas múltiplas condições, nomeadamente as patrimoniais. Quem exerce cargos públicos, oficiais ou não, deve estar disponível a um escrutínio permanente e sistemático.

Paulo de Morais
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Parlamento tem sido «centro de corrupção»

 ● 17/11/18 coment

Paulo Morais acusa Parlamento de ser "centro de corrupção".

"O centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que, simultaneamente, estão no Parlamento e pertencem a grandes empresas". Ou seja, no Parlamento estão representados Bancos, escritórios de advogados, empresas...todos! Todos, menos o povo português". Morais deixa a pergunta: "estes parlamentares estão a representar o povo que os elegeu, ou as empresas que lhes pagam?" (video Paulo Morais na SIC-2012)



"Quando o próprio Parlamento é ele fonte de corrupção, como é que pode ao mesmo tempo combater a corrupção?"


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«Portugal gasta mais em Juros do que em Educação e Saúde»

 ● 22/05/15 coment

Portugal gasta mais em Juros do que em Educação e Saúde



Roleta lusa

fonte cmjornal15

A forma como o governo lida com a dívida pública está a destruir a economia. Ter o pagamento de empréstimos como primeira das prioridades apenas beneficia o sector financeiro. Em Portugal (ou na Grécia!), é certo que a dívida pública deve ser paga. Mas de forma justa e sustentada. O que significa honrar apenas os créditos contraídos com juros decentes e que geraram investimentos socialmente úteis. E com limites anuais bem definidos.

O que não faz qualquer sentido é manter a situação actual. Hoje, o serviço da dívida é uma das maiores despesas do Estado português, sendo talvez esta rubrica a grande responsável pelo aumento de impostos, pela falência de empresas e pelas dificuldades sentidas pelas famílias. Portugal gasta mais em juros do que em Educação, mais do que no sistema público de Saúde.

É claro que a dívida do Estado deve ser assumida. Mas com muitas reservas. Em primeiro lugar, os contratos celebrados a juros verdadeiramente agiotas, da ordem dos 7%, devem ser reavaliados. Descontados os ganhos ilegítimos, pague-se apenas o remanescente. Por outro lado, empréstimos obtidos de forma equitativa, cujo capital foi aplicado em benefício colectivo, deverão ser pagos.

Mas o esforço de pagamento deve ser limitado a 3% do PIB, à semelhança do que sucede na maioria dos países cumpridores. O que não é admissível é que os portugueses vejam cativa mais de 5% da riqueza criada no país com o serviço de dívida. Aliás, desviar uma fatia exagerada do orçamento para o pagamento de dívidas do passado é profundamente antidemocrático, pois inibe os governos de cumprirem os seus próprios programas, legitimados em eleições. Deverá existir pois uma cláusula que imponha um limite.

Não é admissível que se castigue todo um povo com uma carga fiscal excessiva, pobreza e fome, apenas para pagar dívidas resultantes de governações irresponsáveis. Da mesma forma que não é aceitável que uma família deixe de comer, e seja abandonada à sua má sorte, apenas porque os avós se endividaram a jogar na roleta num qualquer casino.

Paulo de Morais
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«85% da dívida foi gerada por décadas de corrupção» diz Paulo Morais

 ● 12/04/14 coment


A opinião pública está contaminada por um discurso oficial que diz que "os portugueses andaram a gastar muito acima das suas possibilidades, um bando de malucos que andou a comprar telemóveis, férias e com isso levaram o País a este estado. Agora têm que ser castigados e o castigo é a austeridade". Isso são mentiras absolutas! A dívida e a crise só tem um responsável: a corrupção de que somos vitimas há 20 e tal anos. (Paulo Morais)



9 DE DEZEMBRO: DIA MUNDIAL DO COMBATE À CORRUPÇÃO.
O combate que falta em Portugal.
É esse o nosso combate para 2018: exigir a devolução de toda a riqueza que tem sido roubada ao povo português. A recuperação destes activos permitiria a baixa de impostos e a redução significativa da dívida. A recuperação de activos desviados pela corrupção é aliás uma das determinações da Declaração das Nações Unidas Contra a Corrupção (aprovada há 14 anos, neste mesmo dia).
Paulo de Morais
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Paulo Morais foi à AR e «chamou os bois pelos nomes»

 ● 01/08/13 coment



Paulo Morais foi ao Parlamento e disse os nomes, um por um, dos deputados que estão ligados a empresas ou grandes escritórios de advogados e que, simultaneamente, estão na Assembleia da República a fazer leis que dizem respeito aos interesses dessas empresas. Intervenção feita na Sala do Senado da Assembleia da República durante o XV Encontro Público da PASC - Plataforma Activa da Sociedade Civil, sob o tema "Regime de Incompatibilidades dos Deputados da Assembleia da República".
É ouvi-lo desassombradamente na AR através deste vídeo.



NOTA: O primeiro Presidente da República eleito, Manuel de Arriaga, prometeu, “eliminar todos os privilégios que, sendo mantidos à custa da depressão e ofensa dos nossos semelhantes, são para mim malditos”. Em 2018, quando se celebra a República, um dos privilégios mais "malditos" são as PPP rodoviárias; que, como diria Arriaga, tem de ser eliminadas. (Paulo de Morais)
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