Portugal Glorioso: ensino
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«O maior problema das casas de banho das escolas públicas» Paulo Morais

 ● 24/08/19 coment
Portugal Glorioso

O Governo publicou um diploma que "prevê que as crianças transexuais acedam às casas de banho e balneários das escolas de acordo com a vontade que expressam".

Muito bem, nada contra. Mas, já que estão preocupados com os poucos alunos transexuais no acesso às casas de banho, poderiam também preocupar-se com as CENTENAS DE MILHAR de alunos que não acedem com qualidade às casas de banho, pois AS CASAS DE BANHO DAS ESCOLAS PÚBLICAS NÃO DISPÕEM DE PAPEL HIGIÉNICO, TOALHAS DE MÃO, ÁGUA QUENTE, nem são limpas as vezes necessárias.

As casas de banho das escolas públicas estão com enormes problemas. E o maior não é certamente a discriminação a transexuais. É a limpeza e a manutenção. Resolvam primeiro os problemas tipo Terceiro Mundo e arvorem-se em modernos, quando tiverem alguma autoridade para tal. (Paulo de Morais)
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«As Escolas fecham, as Famílias estão agora por sua conta» Paulo Morais

 ● 17/05/19 coment

FÉRIAS, acabaram as aulas nas ESCOLAS PÚBLICAS do ensino básico

Os que não têm nem recursos (a maioria), nem família por perto, deixam as crianças entregues a si mesmas.



FÉRIAS, acabaram as aulas nas ESCOLAS PÚBLICAS do ensino básico.
As Escolas fecham, as Famílias estão agora por sua conta. Os Pais com recursos colocam os filhos em actividades lúdicas (férias desportivas, etc.). As famílias com retaguarda familiar (Avós,...) entregam as crianças às Famílias. Os que não têm nem recursos (a maioria), nem família por perto, deixam as crianças entregues a si mesmas: ora em casa a ver televisão, a jogar no telemóvel, no computador e no tablet; ora muitas vezes até na rua, à mercê das mais variadas ameaças.

O sistema público deveria garantir, nas férias, actividades lúdicas, desportivas e culturais. Assim, cultivar-se-ia uma formação variada e oferecia-se uma solução às famílias. Bastaria copiar o que se faz nos outros países da Europa. Bastaria os governantes preocuparem-se com os cidadãos.

Paulo de Morais

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«Este governo tem a sensibilidade social de um rinoceronte» Joana Amaral

 ● 03/12/18 coment

Feliz Natal também para si, Sr. Primeiro Ministro


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A Bolsa ou a vida

O governo decidiu não pagar as bolsas de mérito a estudantes pobres. Há miúdos carenciados com média acima de 14 no Secundário e que recebem um subsídio que é, frequentemente, aquela pequena ajuda que lhes permite concluir o ensino obrigatório. Portanto, o Estado tem esse compromisso com estas crianças e respectivas famílias que contam com este auxílio. Algumas até já compraram material escolar na expectativa de serem ressarcidos.

Eis que Costa e Centeno decidem pagar apenas 50%, ao mesmo tempo que se vangloriam de embolsar totalmente o FMI ou de alcançar o Défice Zero. Os nossos estudantes que vingam apesar das suas dificuldades económicas são menos dignos de receberem o que lhes é devido?! Estão menos necessitados? O PS já se esqueceu como prometeu apostar na educação e recuperar a drenagem de jovens para o estrangeiro? Oferece manuais escolares a todos (desfavorecidos e muito ricos) mas corta nos que mais precisados e que, ainda por cima, se esforçam?

Este governo tem a sensibilidade social de um rinoceronte, as prioridades políticas de uma máquina de calcular. Não estima a meritocracia ou as bolsas de estudo. Deve preferir as bolsas de ar, as bolsas de valores, as bolsas das cunhas e dos amiguismos. Feliz Natal também para si, Sr. Primeiro Ministro.
Joana Amaral Dias (face)

adenda:
O Polígrafo foi verificar se eu que disse era verdade ou mentira. Confirmou que é verdade ;) Trata-se de um projecto jornalístico com o objectivo de apurar a verdade no espaço público e escrutinou uma das minhas crónicas para o jornal (partilhada em vários sítios, nomeadamente no site Portugal Glorioso). Nele lamento a retirada, pelo governo, das bolsas de mérito aos estudantes pobres.
Joana Amaral Dias
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Com gente desta no Parlamento, não vamos a lado nenhum

 ● 12/04/14 coment

Michael Seufert, as frequências e as avaliações



O deputado Michael Lothar Mendes Seufert, do CDS/PP, nascido em 83, estudante, tem como habilitações literárias uma "frequência" de Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores e, sem a terminar, uma frequência de Mestrado em Engenharia Electrotécnica de Computadores.

Na página da Assembleia da República consta que o ilustre integra as Comissões de Orçamento Finanças e Administração Pública [Suplente], de Educação Ciência e Cultura [Coordenador GP], o Grupo de Trabalho - Parlamento dos Jovens e Grupo de Trabalho - Regime Jurídico da Partilha de Dados Informáticos.

Não obstante a décalage entre o Curriculum académico e os cargos que ocupa no parlamento, o rapaz Michael defende, "com conhecimento de causa", que os professores contratados sejam sujeitos a provas de avaliação. Então, porque não avaliar-se também o rapaz Michael?

Por Herminius Lusitano
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Luís Pedro Nunes passa-se e arrasa praxes

 ● 14/02/14 coment

"Estou farto e indignado, com esta capacidade de produzir idiotas"


Brutal intervenção de Luís Pedro Nunes no Eixo do Mal: "Todos os anos estamos aqui a lamentar, indignados com a praxe. Eu sou profundamente antipraxe. Estes grunhos, estes imbecis que participam na praxe – e que fazem da praxe um produto de integração dos meninos. Estou farto e indignado, com esta capacidade de produzir idiotas que é a Universidade!"

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Enterrada na areia só com cabeça de fora e a beber até entrar em coma

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Caloira da Universidade do Algarve deu entrada no Hospital de Faro em coma alcoólico, na sequência de uma praxe. Reitor já mandou investigar o caso. De acordo com a edição online do JN, a praxe a que foram submetidos consistia em enterrar os jovens na areia, na horizontal e próximos da água, ficando só com a cabeça de fora, enquanto lhes eram dadas, à boca, bebidas alcoólicas. (2015)


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«As praxes são imbecilidades proto-nazis» Miguel Sousa Tavares

 ● 13/02/14 coment

Miguel Sousa Tavares arrasa praxes académicas

"No meu tempo, era uma vergonha ter 30 anos e ainda andar a estudar".


"É lamentável olhar para as comissões de praxe e ver alunos com 30 anos. São uns mandriões que andam a desperdiçar o dinheiro dos contribuintes ou dos seus pais. No meu tempo era uma vergonha. (...) As praxes são imbecilidades que integram valores de degradação humana e abuso sexual, que não são os valores que queremos para o País", disse Miguel Sousa Tavares.
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