Portugal Glorioso: Agua
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«Parabéns, Arlindo Marques: homem de coragem» Paulo Morais

 ● 14/02/18 coment  ●

Arlindo Marques (Guardião do Tejo) é um homem de coragem. Como defende a verdade com convicção, é atacado.


Excerto do Programa Prós e Contras

Arlindo Consolado Marques (Guardião do Tejo) é um homem de coragem. Só graças à sua determinação conhecemos hoje o crime ecológico que se vive no Rio Tejo, devido às descargas da Celtejo. Como defende a verdade com convicção, é atacado.

A Celtejo ataca-o com processos em Tribunal - esquecendo a empresa que os processos não apagarão a verdade. E que Arlindo Marques sairá provavelmente vencedor, o que aumentará o desprestígio público da empresa. Também o sistema (social, político, mediático) irá tentar minimizá-lo, muitas vezes de forma subliminar. Como no Programa "Prós & Contras" [ver video], quando Fátima Campos Ferreira informava que Arlindo recebera o "importante" convite para ir ao P&C num "barquito", lá no meio do Tejo. (Foi aliás com atitudes reiteradas destas pró-sistema que Fátima transformou o P&C, com pena minha, num "programita" sem audiências).

Mas Arlindo Marques, que não conheço pessoalmente, tem valor bastante para aguentar todos estes ataques, os directos e os traiçoeiros. Parabéns, Arlindo Marques.

Paulo de Morais

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«Matos Fernandes não tem dimensão política para ser Ministro» Paulo Morais

 ● 07/02/18 coment  ●
Se o Ministro não tem coragem para substituir os incompetentes, então não tem dimensão política para ser Ministro.



Matos Fernandes é Ministro do Ambiente do Governo de Portugal. No seu ainda curto mandato é já o responsável (político) pelo desaparecimento de 85% do Pinhal de Leiria e pela maior poluição no Tejo de que há memória.

Apesar destas catástrofes, o Ministro mantém intacta a hierarquia do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas - que, está visto, não sabe conservar a Natureza e as Florestas. O governo não mexe também na Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território - que, como também se constata, não sabe fiscalizar os níveis de poluição.

Se o Ministro não tem coragem para substituir os incompetentes, então não tem dimensão política para ser Ministro.

Paulo de Morais
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Água: negócio capturado por interesses económicos gananciosos

 ● 27/04/17 coment  ●
A água, que deveria constituir um serviço público essencial, e que constitui até um direito humano, está pois a transformar-se gradualmente num negócio capturado por interesses económicos gananciosos.



Água: negócio inquinado


A água é a riqueza nacional maior do século XXI. Mas este património colectivo está em vias de ser totalmente transferido para privados.

Nos últimos anos, foram já inúmeros concelhos que alienaram o negócio da distribuição de água, através de malfadadas parcerias público-privadas. Em Paços de Ferreira, Barcelos e muitos outros municípios, os autarcas assinaram contratos ruinosos, garantindo preços elevados na água a pagar pelos consumidores, ao mesmo tempo que se vinculavam a consumos colectivos mínimos.

Os cidadãos começam então a suportar preços elevados; e, quando o consumo não atinge os valores previstos, as Câmaras assumem os custos, a título de indemnizações compensatórias. Neste modelo, os cidadãos pagam sempre: de forma directa, enquanto consumidores, ou indirectamente enquanto contribuintes.

Os concessionários privados garantem rendas fixas num negócio em regime de monopólio. Ainda por cima, num serviço de primeira necessidade, de que os cidadãos não podem ser privados. Sabendo disto, os privados renegociarão os contratos sempre em situação de força, face a entidades públicas vulneráveis.

A agravar tudo isto, alguns contratos são celebrados por prazos obscenos. Em Vila Nova de Gaia, a concessão do serviço já vai em vinte e cinco anos e, em Braga, os parceiros privados da empresa municipal AGERE (nomeadamente a DST) têm rentabilidades obscenas garantidas por cinquenta anos!

É inaceitável que autarcas eleitos por mandatos de apenas quatro anos possam comprometer os orçamentos municipais ao longo de duas gerações.

A água, que deveria constituir um serviço público essencial, e que constitui até um direito humano, está pois a transformar-se gradualmente num negócio capturado por interesses económicos gananciosos.

Paulo de Morais, frentecivica.blogspot.pt/
veja: UE privatiza água em Portugal secretamente!

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UE privatiza água em Portugal secretamente!

 ● 17/02/15 coment  ●

Privatização da água está a avançar em Portugal a passos largos, como a UE planeou. Este vídeo é aterrador. Os preços da água privatizada disparam, veja no video os relatos dos utentes. É preciso desmascarar esta situação a todo o custo.- partilhem!

Água - Operação Secreta: UE Promove a Privatização da Água
Já existem em Portugal vários exemplos, (relatados no video) do quanto esta privatização, pode lesar os cidadãos. Na Argentina privatizaram as águas e o resultado foi catastrófico, não cumpriram os contratos nem as obras necessárias, e 800 mil pessoas ficaram sem água potável e 1 milhão sem esgotos. Quando os bens essenciais são privatizados, deixam de ser essenciais, e passam apenas a ser mantidos em zonas lucrativas.
por ZITA PAIVA

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