Portugal Glorioso: Alemanha
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Relatório arrasa prestação do FMI em Portugal: «Fizeram mal as contas»

 ● 27/10/17 coment

Relatório arrasa actuação do FMI em Portugal. Apresentado por um órgão independente, o relatório revela que os técnicos da troika fizeram mal as contas. Diz que o FMI esteve sempre a olhar apenas para um lado da economia. Foi por isso que quando em 2011 o FMI chegou a Portugal acabou por fazer uma má avaliação das contas. Podia ser um mea-culpa, mas ainda não chegámos tão longe.
video-fonte|SIC Noticias



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Miguel Portas: «E sanções para a estupidez, não há?»

 ● 31/07/16 coment

«E SANÇÕES PARA A ESTUPIDEZ, NÃO HÁ?»


Três perguntas sobre a recente fúria sancionatória
: Intervenção de Miguel Portas no Parlamento Europeu, sobre a suspensão dos fundos estruturais a aplicar aos países que ultrapassem os valores do défice. 20/10/2010.



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Islândia saiu da crise porque «não deu ouvidos» à UE

 ● 17/02/15 coment
O presidente da Islândia, Olafur Ragnar Grimsson, atribui parte do sucesso da recuperação da Islândia ao facto de o país não ter dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente à Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade.


Fonte: jornaldenegocios

O colapso da banca em 2008 arrancou mais de 10% da riqueza da Islândia em apenas dois anos e mais do que duplicou a taxa de desemprego para o nível recorde de 11,9%. No entanto, a Islândia foi um dos países europeus que mais depressa sacudiu a poeira da crise, tendo a economia regressado ao crescimento em 2011.

Assente no turismo, nas exportações de peixe e na indústria de alumínio, a economia islandesa recuperou o terreno perdido. A taxa de desemprego oscila, actualmente, entre 3% e 4%, e o Governo antecipa um crescimento de 3,3% do PIB este ano.

O presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson (na foto), atribui parte do sucesso ao facto de não terem dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente a Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade para suportar a recuperação económica. O presidente sublinhou que, no caso da Islândia, a União Europeia se equivocou. "Porque deveriam ter razão noutros casos?", acrescentou.

Numa conferência realizada esta quinta-feira, em Espanha, Olafur Grimssom recomendou à União Europeia que retire conclusões sobre a crise e a recuperação da ilha, frisando que é necessário manter o equilíbrio entre "a democracia" e os "interesses económicos". "Os interesses económicos numa mão e a democracia na outra", frisou, citado pelo El País.

Questionado sobre a situação da Grécia, o responsável defendeu que a população não deve sofrer com os duros cortes orçamentais, e referiu a estratégia usada pelo seu país, que passou por renegociar a dívida – depois de um referendo em que os islandeses recusaram pagar pelos erros dos seus bancos – e desvalorizar a moeda. No entanto, a ilha manteve rigorosos controlos de capital desde 2008, e só agora começa a pensar eliminar as restrições que impossibilitam a livre circulação de fundos.

Recorde-se que, em 2008, a Islândia necessitou de recorrer ao FMI para obter financiamento, tendo sido dos primeiros países a ser alvo de um resgate na sequência da crise que teve início com a falência do Lehman Brothers.

Contudo, a recuperação foi muito rápida. Em Agosto de 2011, a Islândia já estava a terminar o programa de ajustamento do FMI, e com palavras elogiosas ao País. "O programa apoiado pelo Fundo foi um sucesso e os objectivos foram cumpridos", escreviam os técnicos na última avaliação do programa. A economia regressou ao crescimento logo nesse ano e o desemprego começou a cair. A moeda estabilizou, assim como a dívida.

Durante o programa de resgate, a Islândia deu também início às negociações para aderir à União Europeia mas, no ano passado, decidiu rompê-las. O presidente assegura agora que essa opção "não está esquecida", visto que uma parte da população ainda defende essa integração.

Olafur Grissom explicou ainda que a economia está hoje apoiada no turismo e nas exportações de peixe, sobretudo bacalhau. A indústria turística está a crescer há três anos, a um ritmo de 15% a 20%. O país, que tem 320 mil habitantes, recebe todos os anos cerca de um milhão de turistas, provenientes da Europa e Estados Unidos, e agora também da Ásia.
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«A melhor solução é a Alemanha fora da Zona Euro» diz Nobel da economia

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"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha"


Segundo o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, a crise que alguns países europeus hoje sofrem, é consequência das políticas erróneas da União Europeia que apenas beneficiam um membro: a Alemanha.



"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha", considera o economista e professor norte-americano, Nobel da economia 2001, Joseph Stiglitz.

"A maioria dos economistas são unânimes, consideram que a melhor solução para a Europa é a Alemanha fora Zona Euro", disse em entrevista à CNBC .

"A Grécia não é a única economia que tem problemas com a moeda única, também enfrentam dificuldades a Espanha e Portugal. Praticamente o único país que tem beneficiado com o Euro tem sido a Alemanha", assegura Stiglitz.

Em relação à Grécia, o Prémio Nobel considera que a Europa tem de dar uma trégua àquele país e reduzir sua dívida. "A Grécia cometeu alguns erros... mas a Europa cometeu erros ainda maiores", diz Stiglitz. "O medicamento prescrito [à Grécia] foi na verdade um veneno, causando um aumento da dívida e um declínio no crescimento".

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Gregor Gysi ARRASA Schäuble: «A sua política é anti-democrática»

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Discurso de Gregor Gysi no Parlamento alemão,

Arrasa Ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble.

vídeo original do discurso:


"A Alemanha precisa mais do euro que a Grécia e o você silencia isso, senhor Schäuble.
A sua política é anti-democrática. O senhor nega em absoluto a decisão do povo na Grécia e diz à população grega: ela pode decidir o que quiser, que o Sr. Schäuble decide no fim que as coisas se hão-de passar de outra maneira.

O cúmulo da humilhação: o senhor quis transformar a Grécia numa nova Alemanha de Leste. Quis entregar a propriedade pública e o tesouro grego a uma Treuhandanstalt [nome da organização que assumiu a administração das empresas da antiga Alemanha de Leste e as privatizou com prejuízo] com sede no Luxemburgo. Só com a diferença, caro Sr. Schäuble, que, ao contrário da antiga Alemanha de Leste, a Grécia não se tornará parte da Alemanha. E além disso a Treuhand não obteve nenhuma libertação e arrasou até mesmo as empresas que produziam alguma coisa.

Depois da Primeira Grande Guerra, a Alemanha foi obrigada a pagar 132 mil milhões de marcos de ouro em indemnizações - em dinheiro actual são 700 mil milhões de euros. Em 1953 teve lugar em Londres a conferência sobre a dívida alemã e nessa altura houve um corte na dívida. Fomos dispensados de 50% das indemnizações. E houve uma prorrogação em relação ao pagamento dos juros - nomeadamente até à reunificação alemã.

E a partir de 1990 tivemos que recomeçar a pagar. E pagámos a última prestação em Outubro de 2010. Chego a três conclusões:
1. Tivemos 92 anos para pagar.
2. Tivemos direito a um corte de 50%.
3. Tivemos direito a uma prorrogação de 37 anos.

Não devíamos, eventualmente, reflectir sobre isto em vez de fingir que superámos tudo o que está para trás na nossa História?"
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