"As sociedades paralelas, o Islão político e a radicalização não têm lugar no nosso país", disse Kurz.
Também as famílias dos imãs podem ser expulsas do país, anunciou o chanceler austríaco. O número pode chegar aos 150
Até 60 imãs financiados a partir do estrangeiro podem ser expulsos da Áustria. O anúncio foi feito esta sexta-feira por Sebastian Kurz, chanceler do país, que justificou a decisão com o facto de se tratar de uma operação contra àquilo a que chamou "Islão político".
"As sociedades paralelas, o Islão político e a radicalização não têm lugar no nosso país", disse Kurz. Provavelmente, também as famílias dos imãs expulsos vão ser forçadas a abandonar a Áustria. No total, refere o jornal "The Local", cerca de 150 pessoas estão em risco de perderem o direito de residência.
A juntar à lista, Kurz confirmou ainda que vão ser encerradas sete mesquitas. As decisões, explicou, foram tomadas na sequência de uma investigação da autoridade de assuntos religiosos, que encontrou imagens de crianças vestidas de soldados a recriarem uma das primeiras batalhas da I Guerra Mundial. Segundo o diário "El País", as fotografias mostravam os miúdos com roupa camuflada, a saudar a bandeira da Turquia.
A mesquita no centro da polémica e que fez desencadear as decisões do Governo é gerida pelas Associações Culturais Turco-Islâmicas, que também já lamentou as imagens divulgadas. (fonte Expresso)
Aos dezasseis anos? Um jovem pode decidir mudar de sexo, uma opção definitiva sobre o seu futuro, quando o mesmo Estado não os deixa viajar sem autorização dos pais?
Marcelo prepara-se para vetar lei sobre mudança de sexo aos 16 anos - Divisão no Parlamento no momento da aprovação do diploma também pesa na decisão.
Mudança de sexo aos 16 anos?
Antes de ir ao assunto, devo dizer que sou indiferente às opções sexuais de cada um. Não é pelo sexo, pelo género, pela religião ou pela raça que se mede o mérito ou o demérito de cada um. Ainda por cima acredito que é o direito à diferença que pode potenciar a igualdade e a alteridade cívica.
Dito isto, não consigo engolir esta lei que o Parlamento aprovou. Aos dezasseis anos? Num tempo em que muitos adolescentes ainda estão a descobrir a sua sexualidade, assim como a aprender o mundo? Aos dezasseis anos? Um jovem ou uma jovem pode decidir mudar de sexo, uma opção definitiva sobre o seu futuro, quando o mesmo Estado não lhe permite tirar uma carta de condução? Que não lhe permite votar para os órgãos de soberania? Que impede que seja julgado como um cidadão porque se lhe reconhece responsabilidade atenuada? Que não os deixa viajar sem autorização dos pais ou dos encarregados de educação?
Sou capaz de ser bota de elástico e os nossos deputados, grandes iluminados cujo pensamento não entendo. Não se lhe reconhece capacidade ou discernimento para eleger esses mesmos deputados mas aceita-se discernimento de adolescentes, ainda putos, para mudar de sexo aos dezasseis anos? Isto é normal? É possível. Desculpem qualquer coisinha, mas não compreendo tão grandes inteligências! Francisco Moita Flores
actualização: 09-05-2018
O Presidente da República vetou esta quarta-feira a lei da Assembleia da República que regula a mudança de género. A nova legislação incluía a possibilidade de esta intervenção se realizar aos 16 anos de idade da pessoa transgénero.
Vendiam roupa e calçado falso, tinham 1,7 milhões euros no banco e recebiam Rendimento Social de Inserção
O tribunal de Castelo Branco vai julgar um casal que recebeu indevidamente 40 mil euros do Rendimento Social de Inserção (RSI) e que vendia roupa e calçado contrafeito. Enquanto receberam benefícios do Estado, os arguidos chegaram a ter mais de 1,7 milhões euros no banco. video fonte: SIC Noticias.
O militar da GNR, Hugo Ernano (pai de dois filhos, uma de 11 anos e um de 3) está suspenso de funções até ao fim do ano e não consegue apoio do Estado. Moita Flores, na CMTV, mostrou-se indignado com todo este caso: "Isto é inaceitável num país democrático"
Flores diz ainda que "é bom que ninguém esqueça o arranque desta história: são ladrões que estão a roubar e um deles leva o filho de 13 anos para aprender a roubar".
Análise de Miguel Sousa Tavares: "Se os muçulmanos que vivem no Ocidente discordam dos valores do Ocidente, só têm uma coisa a fazer: é voltar para os seus países de origem".
O governo holandês decidiu proibir o uso do véu integral em certos locais públicos, nomeadamente escolas, hospitais e transportes públicos, divulgou o executivo, precisando que o projecto-lei vai ser ainda aprovado pelo parlamento.
O vestuário que cobre o rosto não será aceite, no futuro, em instituições de educação e de saúde, edifícios governamentais e em transportes públicos", indicou o governo holandês, em comunicado. A proibição não se aplica ao uso do véu integral na rua, mas apenas "em situações específicas em que é essencial que as pessoas sejam vistas" ou por razões de segurança, afirmou o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, em declarações aos jornalistas, após a reunião do gabinete governamental.
O governo holandês afirmou igualmente que "tentou encontrar um equilíbrio entre a liberdade das pessoas de usarem as roupas que pretendem e a importância de uma comunicação mútua e reconhecível".
Em Julho do ano passado, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem validou a interdição do uso do véu islâmico integral em França, considerando que esta proibição não infringia a liberdade religiosa. A Bélgica e algumas regiões suíças também não autorizam o uso do véu integral. Recorde-se que a Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país.
(fonte DN)
O que se está a passar em Portugal com o debate sobre a coadopção revela a anomia cívica da nossa sociedade e, sobretudo, a degradação a que chegou o nosso regime democrático.
Um sector ultra minoritário da sociedade, que age como uma seita, impõe arrogantemente as suas certezas e insulta e escarnece dos que exprimem opiniões diferentes. O fanatismo heterofóbico dos seus prosélitos leva-os a apelidar de "ignorantes", "trogloditas" ou "homens das cavernas" todos os que ousam pôr em causa as suas certezas.
O que se viu no programa 'Prós e Contras' da RTP, na semana passada, foi a actuação de um grupo bem organizado de pessoas lideradas por um fanático que, no intervalo do programa, subiu ao palco e se dirigiu a mim para me dizer que eu estava a usar no debate os mesmos métodos que os nazis tinham usado contra os judeus (!!!).
Esse delírio injurioso foi depois retomado em alguns órgãos de comunicação social, blogues e redes sociais, por outras pessoas imbuídas do mesmo fanatismo e da mesma desonestidade intelectual. Já, em tempos, uma das próceres da seita, a Dra. Isabel Moreira, me chamara PIDE, para assim "vingar" a actual ministra da Justiça das críticas certeiras que eu lhe dirigia.
Afinal, parece que é nazi dizer que o movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) actua como um lobby que influencia os centros de decisão política devido à preponderância que muitos dos seus elementos têm no Governo, no Parlamento, na Comunicação Social, nas empresas e nos partidos políticos.
Sublinhe-se que os partidos de Esquerda aprovaram a lei sobre a co-adopção exactamente no momento em que o povo mais preocupado (distraído) está com a austeridade que lhe é imposta pelo Governo e pelo presidente da República. Foi, portanto, assim, à sorrelfa, com a ajuda cirúrgica da Direita, que se aprovou uma lei que ofende a consciência da esmagadora maioria da população.
O que se viu naquele programa da RTP foram exercícios de manipulação, de intolerância e de vitimização por parte dos defensores dessa lei e quem manifestou opiniões contrárias foi sumariamente apelidado de "ignorante" ou então brindado com estridentes risadas de escárnio. Eu próprio fui, no final do programa, veementemente apelidado de ignorante pelo líder da seita e por algumas histéricas seguidoras que o rodeavam.
O casal de lésbicas que ali foi exibir triunfantemente a gravidez de uma delas e proclamar o seu orgulho por a futura criança ser órfão de pai é bem o exemplo da heterofobia que domina a seita. Que direito tem uma mulher de gerar, deliberadamente, por fanatismo heterofóbico, uma criança duplamente órfã de pai (sem pai e sem nunca poderem vir a saber sequer a identidade dele)?
Com que fundamento o Estado se prepara para entregar a essas pessoas crianças que, por tragédias familiares, perderam os seus verdadeiros pais? É para que sejam destruídas (ou impedidas de nascer), no imaginário dessas crianças, todas as representações que elas têm (ou possam fazer) do pai ou da mãe que perderam?
Esse fanatismo mostra bem o que essas pessoas são capazes de fazer em matéria de manipulação genética com fins reprodutivos – como, aliás, uma das lésbicas deixou subtilmente anunciado no 'Prós e Contras'.
Mas isso será mais tarde.
Para já o que importa é garantir que, em nome da felicidade onanística de alguns adultos, se possam entregar crianças a "casais" em que o lugar e o papel da mãe são desempenhados por um homem e os do pai por uma mulher.
Seguidamente, para não discriminar os gays e as lésbicas, substituir-se-ão nos documentos oficiais as palavras "mãe" e "pai" pelo termo "progenitores", tal como já se substituíram as palavras "paternidade" e "maternidade" pela neutra "parentalidade".
E quando estiver concluído o processo de "engenharia social" em curso, então passar-se-á à engenharia reprodutiva com vista a permitir que duas mulheres possam gerar filhos sem o repugnante contributo de um homem ou então que dois homens o possam fazer também sem a horrorosa participação de uma mulher.
Estarão, então, finalmente, corrigidos dois "erros grosseiros" da evolução: o de ter dividido os seres humanos em dois géneros e o de exigir o contributo de ambos para a fecundação e para a criação dos seus filhos.
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Miguel Sousa Tavares sobre a aprovação da lei de co-adopção de crianças por homossexuais. O comentador salienta que esta lei preocupa-se mais com os direitos dos homossexuais do que com os direitos das crianças.
A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país. O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender os valores da Europa: Seriedade, Dignidade, Reciprocidade e Coragem.
Segundo o libertad digital (citando o jornal Vg Nett), Jonas Gahr Stor, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega.
Para o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo Norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitará o financiamento islâmico de milhões de Euros.
Jonas Gahr Stor argumenta que: "seria um paradoxo anti-natura aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contra-senso", recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões.
Roubou leite para alimentar os filhos;
Agente da PSP pagou a conta e mandou-o embora
Aconteceu no Porto, onde um homem foi apanhado a roubar num supermercado. O cidadão tinha na sua posse, indevidamente, quatro iogurtes, seis pães e dois pacotes de leite. O testemunho afirma que a polícia foi de imediato chamada pela gerência do estabelecimento.
Chegados ao local, os agentes da PSP acabaram por ouvir a razão do homem que, em lágrimas, informou-os que tinha roubado os produtos para dar de comer aos dois filhos, visto que tanto ele como a esposa se encontram actualmente desempregados.
Segundo relata o testemunho, partilhado pela própria Polícia através da sua página no Facebook, o polícia acabou por pagar a conta, de cerca de quatro euros. Depois, chamou o homem à parte e aconselhou-o a não voltar a fazê-lo: “Pedir não é crime”, terá dito o agente, que mandou o indivíduo embora de seguida.