Portugal Glorioso: Eurogrupo
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Relatório arrasa prestação do FMI em Portugal: «Fizeram mal as contas»

 ● 27/10/17 coment

Relatório arrasa actuação do FMI em Portugal. Apresentado por um órgão independente, o relatório revela que os técnicos da troika fizeram mal as contas. Diz que o FMI esteve sempre a olhar apenas para um lado da economia. Foi por isso que quando em 2011 o FMI chegou a Portugal acabou por fazer uma má avaliação das contas. Podia ser um mea-culpa, mas ainda não chegámos tão longe.
video-fonte|SIC Noticias



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«Portugal não gastou quase nada em copos e mulheres»

 ● 22/03/17 coment

Ricardo Araújo Pereira responde a Dijsselbloem




O presidente do Centro de Estudos Políticos de Marvila contraria as declarações do presidente do Eurogrupo, segundo o qual os países do sul gastam todo o dinheiro em copos e mulheres: "Eu acho que a gente não gastou quase nada. Portugal devia gastar muito mais em gajas e pinga. O problema é que a malta gastou tudo em homens. Andámos a enfiar notas de 500 na cueca do Salgado".


video: Ricardo Araújo Pereira responde a Dijsselbloem:



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«Portugal gasta mais em Juros do que em Educação e Saúde»

 ● 22/05/15 coment

Portugal gasta mais em Juros do que em Educação e Saúde



Roleta lusa

fonte cmjornal15

A forma como o governo lida com a dívida pública está a destruir a economia. Ter o pagamento de empréstimos como primeira das prioridades apenas beneficia o sector financeiro. Em Portugal (ou na Grécia!), é certo que a dívida pública deve ser paga. Mas de forma justa e sustentada. O que significa honrar apenas os créditos contraídos com juros decentes e que geraram investimentos socialmente úteis. E com limites anuais bem definidos.

O que não faz qualquer sentido é manter a situação actual. Hoje, o serviço da dívida é uma das maiores despesas do Estado português, sendo talvez esta rubrica a grande responsável pelo aumento de impostos, pela falência de empresas e pelas dificuldades sentidas pelas famílias. Portugal gasta mais em juros do que em Educação, mais do que no sistema público de Saúde.

É claro que a dívida do Estado deve ser assumida. Mas com muitas reservas. Em primeiro lugar, os contratos celebrados a juros verdadeiramente agiotas, da ordem dos 7%, devem ser reavaliados. Descontados os ganhos ilegítimos, pague-se apenas o remanescente. Por outro lado, empréstimos obtidos de forma equitativa, cujo capital foi aplicado em benefício colectivo, deverão ser pagos.

Mas o esforço de pagamento deve ser limitado a 3% do PIB, à semelhança do que sucede na maioria dos países cumpridores. O que não é admissível é que os portugueses vejam cativa mais de 5% da riqueza criada no país com o serviço de dívida. Aliás, desviar uma fatia exagerada do orçamento para o pagamento de dívidas do passado é profundamente antidemocrático, pois inibe os governos de cumprirem os seus próprios programas, legitimados em eleições. Deverá existir pois uma cláusula que imponha um limite.

Não é admissível que se castigue todo um povo com uma carga fiscal excessiva, pobreza e fome, apenas para pagar dívidas resultantes de governações irresponsáveis. Da mesma forma que não é aceitável que uma família deixe de comer, e seja abandonada à sua má sorte, apenas porque os avós se endividaram a jogar na roleta num qualquer casino.

Paulo de Morais
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O mestrado falso do Presidente do Eurogrupo

 ● 19/03/15 coment

Denúncia do Sunday Independent obriga Dijsselbloem a alterar currículo.




Jeroen Dijsselbloem retirou a referência ao mestrado, substituindo-a pela realização de uma "investigação em Economia Empresarial com vista à obtenção de um mestrado na University College Cork".

A correcção do currículo que existia em vários sites oficiais, incluindo no do Eurogrupo, aconteceu depois da denúncia do Sunday Independent. O jornal inglês, citando fonte da referida universidade, garantia que o mestrado referido no currículo de Jeroen Dijsselbloem "não existia". De acordo com a mesma fonte, o presidente do Eurogrupo esteve alguns meses na University College Cork a realizar uma investigação sobre economia agrícola.

O Ministério holandês das Finanças assumiu o erro, alegando que se ficou a dever a "uma fonte de informação incorrecta". (fonte publico)

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Actualização (Março-2017)


Veja: Ricardo Araújo Pereira responde a Dijsselbloem:
«Portugal não gastou quase nada em copos e mulheres»

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«A melhor solução é a Alemanha fora da Zona Euro» diz Nobel da economia

 ● 17/02/15 coment

"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha"


Segundo o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, a crise que alguns países europeus hoje sofrem, é consequência das políticas erróneas da União Europeia que apenas beneficiam um membro: a Alemanha.



"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha", considera o economista e professor norte-americano, Nobel da economia 2001, Joseph Stiglitz.

"A maioria dos economistas são unânimes, consideram que a melhor solução para a Europa é a Alemanha fora Zona Euro", disse em entrevista à CNBC .

"A Grécia não é a única economia que tem problemas com a moeda única, também enfrentam dificuldades a Espanha e Portugal. Praticamente o único país que tem beneficiado com o Euro tem sido a Alemanha", assegura Stiglitz.

Em relação à Grécia, o Prémio Nobel considera que a Europa tem de dar uma trégua àquele país e reduzir sua dívida. "A Grécia cometeu alguns erros... mas a Europa cometeu erros ainda maiores", diz Stiglitz. "O medicamento prescrito [à Grécia] foi na verdade um veneno, causando um aumento da dívida e um declínio no crescimento".

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