Portugal Glorioso: Eurogrupo
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«Trumps do Norte» - Joana Amaral Dias

 ● 30/05/20

Trumps do Norte
O dinheiro que aí vem (virá?) é pouco e caro, com condições terríveis.
Joana Amaral Dias


Holandeses e outros "frugais" (!) trabalham que se desunham para que os PIGS (lembram-se do Portugal- Italy- Greece- Spain?!) sejam o Malhão, Malhão, comer e beber, passear na rua.

Numa capa de uma revista neerlandesa, por exemplo, surgem nórdicos operários afobados enquanto uns latinos riem no deboche. O cliché do ex presidente do Eurogrupo - os Porcos gastam tudo em copos e sexo - regressou com o dinheiro pandémico.



Revista holandesa reacende acusações entre países. Enquanto uns trabalham, outros bebem vinho à beira da piscina e sentam-se a descansar. É esta a imagem da capa da revista Elsevier Weekblad com o título "Nem mais um cêntimo para o Sul da Europa".


E o pior é que o estereótipo repete-se aqui, deste lado, insistindo-se que vai chegar ajuda, esmola, caridade. Como se existissem beneméritos europeus, filantropos e bons samaritanos que vão estender a mão a estes seus criados, a estes mendigos da Mitra.

Enfim, só Síndrome de Estocolmo, identificação ao agressor. E, já se sabe- sádico e masoquista, o par perfeito.

Primeiro: o dinheiro que aí vem (virá?) é pouco e caro, com condições terríveis. Segundo, os portugueses também contribuem para o orçamento europeu (espanhóis e italianos mais que holandeses), para o mercado onde tantos precisam de vender.

Pois. Pertencer ao segundo maior espaço económico tem vantagens para além da fantasia da mesada ou do rendimento social de inserção para os beberrões do sul. Cautela: a propaganda já mudou mais o curso da História do que muitos factos. Verdade.
Joana Amaral Dias
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«Portugal não gastou quase nada em copos e mulheres»

 ● 27/10/17

Ricardo Araújo Pereira responde a Dijsselbloem



O presidente do Centro de Estudos Políticos de Marvila contraria as declarações do presidente do Eurogrupo, segundo o qual os países do sul gastam todo o dinheiro em copos e mulheres: "Eu acho que a gente não gastou quase nada. Portugal devia gastar muito mais em gajas e pinga. O problema é que a malta gastou tudo em homens. Andámos a enfiar notas de 500 na cueca do Salgado".


video:


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Relatório arrasa prestação do FMI: «Fizeram mal as contas»

Apresentado por um órgão independente, o relatório é arrasador!



Relatório arrasa actuação do FMI em Portugal. 
Apresentado por um órgão independente, o relatório revela que os técnicos da troika fizeram mal as contas. Diz que o FMI esteve sempre a olhar apenas para um lado da economia. Foi por isso que quando em 2011 o FMI chegou a Portugal acabou por fazer uma má avaliação das contas. Podia ser um mea-culpa, mas ainda não chegámos tão longe. video|SIC Noticias



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«Portugal gasta mais em Juros do que em Educação e Saúde»

 ● 22/05/15
Roleta lusa
O serviço da dívida é uma das maiores despesas do Estado português, sendo a grande responsável pelo aumento de impostos.


fonte CMJornal15

A forma como o governo lida com a dívida pública está a destruir a economia. Ter o pagamento de empréstimos como primeira das prioridades apenas beneficia o sector financeiro. Em Portugal (ou na Grécia!), é certo que a dívida pública deve ser paga. Mas de forma justa e sustentada. O que significa honrar apenas os créditos contraídos com juros decentes e que geraram investimentos socialmente úteis. E com limites anuais bem definidos.

O que não faz qualquer sentido é manter a situação actual. Hoje, o serviço da dívida é uma das maiores despesas do Estado português, sendo talvez esta rubrica a grande responsável pelo aumento de impostos, pela falência de empresas e pelas dificuldades sentidas pelas famílias. Portugal gasta mais em juros do que em Educação, mais do que no sistema público de Saúde.

É claro que a dívida do Estado deve ser assumida. Mas com muitas reservas. Em primeiro lugar, os contratos celebrados a juros verdadeiramente agiotas, da ordem dos 7%, devem ser reavaliados. Descontados os ganhos ilegítimos, pague-se apenas o remanescente. Por outro lado, empréstimos obtidos de forma equitativa, cujo capital foi aplicado em benefício colectivo, deverão ser pagos.

Mas o esforço de pagamento deve ser limitado a 3% do PIB, à semelhança do que sucede na maioria dos países cumpridores. O que não é admissível é que os portugueses vejam cativa mais de 5% da riqueza criada no país com o serviço de dívida. Aliás, desviar uma fatia exagerada do orçamento para o pagamento de dívidas do passado é profundamente antidemocrático, pois inibe os governos de cumprirem os seus próprios programas, legitimados em eleições. Deverá existir pois uma cláusula que imponha um limite.

Não é admissível que se castigue todo um povo com uma carga fiscal excessiva, pobreza e fome, apenas para pagar dívidas resultantes de governações irresponsáveis. Da mesma forma que não é aceitável que uma família deixe de comer, e seja abandonada à sua má sorte, apenas porque os avós se endividaram a jogar na roleta num qualquer casino.
Paulo de Morais
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«A melhor solução é a Alemanha fora da Zona Euro» diz Nobel da economia

 ● 17/02/15

"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha"

Segundo o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, a crise que alguns países europeus hoje sofrem, é consequência das políticas erróneas da União Europeia que apenas beneficiam um membro: a Alemanha.



"O maior problema para a Europa não é a Grécia, mas sim a Alemanha", considera o economista e professor norte-americano, Nobel da economia 2001, Joseph Stiglitz.

"A maioria dos economistas são unânimes, consideram que a melhor solução para a Europa é a Alemanha fora Zona Euro", disse em entrevista à CNBC .

"A Grécia não é a única economia que tem problemas com a moeda única, também enfrentam dificuldades a Espanha e Portugal. Praticamente o único país que tem beneficiado com o Euro tem sido a Alemanha", assegura Stiglitz.

Em relação à Grécia, o Prémio Nobel considera que a Europa tem de dar uma trégua àquele país e reduzir sua dívida. "A Grécia cometeu alguns erros... mas a Europa cometeu erros ainda maiores", diz Stiglitz. "O medicamento prescrito [à Grécia] foi na verdade um veneno, causando um aumento da dívida e um declínio no crescimento".

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Juncker: Pecámos contra a dignidade de Portugal



O Presidente da Comissão Europeia admitiu que a troika não tem legitimidade democrática e criticou a postura da anterior comissão, liderada por Durão Barroso. Jean-Claude Juncker acusou a troika de beliscar a dignidade dos portugueses e acusou a anterior Comissão Europeia de confiar "cegamente". (observador)



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