Portugal Glorioso: Gestão Danosa
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Caixa: Os rostos da desgraça! Prepare o cheque, a factura vem a caminho

 ● 31/01/19 coment

Os ROSTOS da DESGRAÇA


Créditos sem critério, negócios ruinosos e, claro, PRÉMIOS DE GESTÃO (LOL) também sem critério. Prepare o CHEQUE, a FACTURA vem a caminho. Teremos em breve uma NOVA CRISE, na qual, mais uma vez, não estaremos preparados.
(Norberto Pires)



A bomba nacional que lancei no meu programa dos domingos está a fazer o seu caminho e é primeira página, página central e notícia em muitos diários de hoje. Depois de ter entregue a auditoria à Caixa Geral de Depósitos em directo, ontem passei o dia a disponibilizar os documentos a TODOS os órgãos de comunicação social que isso mesmo me solicitaram.

Nenhuma instância estatal - executivo ou parlamento- revelou interesse. Aliás, hoje o governo diz que não viu o documento (nem quer ver!!!) e Faria de Oliveira - anos e anos à frente dos destinos da Caixa - já sacudiu também a água do capote e alegou sigilo bancário. Volto a afirmar- o que esta auditoria revela não é gestão danosa. É um crime de lesa-pátria. Traição a Portugal. Por fim, deixem-me que vos diga- nenhuma ameaça ou intimidação me fará desistir.
(Joana Amaral Dias)
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«Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros»

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Raquel Varela: "Uma das coisas que ficámos a saber com esta lista, é que nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros".

portugal glorioso

Se houvesse uma auditoria a todos os banqueiros que salvámos - com o argumento demagógico de que estávamos a salvar o sistema bancário salvando os banqueiros (na realidade estávamos a destruir os bancos salvando banqueiros) - nenhum português com o mínimo de sentido de justiça social aceitaria um desempregado, um salário baixo, um precário, uma consulta adiada, uma escola sem qualidade. Mas não houve. Nunca é demais recordar que não salvámos o sistema bancário, pelo contrário, ele faliu, e hoje a banca portuguesa não existe - é uma sucursal do Santander. O que salvámos - perdendo milhares de empregos e arrasando o país nos direitos laborais - foram investidores privados. Sim, pelo que foi tornado público esta semana, e é o grande escândalo do ano, o médico que saiu do SNS por ganhar muito mal, o professor exausto, estão a pagar piscinas privadas e campos de golf. Já sabíamos, ver com os olhos doí mais, porém. (Raquel Varela - face):

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"Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros. (...) E a reacção do Estado não foi dizer "mil desculpas e perdões". Não! Foi dizer "ai a lista não devia ser tornada pública". Enquanto não existir um movimento popular a sério, este regabofe vai continuar".

Raquel Varela, RTP3:

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«Há que confiscar a colecção a Berardo e retirar o seu nome do CCB» Paulo Morais

 ● 20/01/19 coment

«O nome BERARDO deve ser de imediato retirado da fachada do CCB»


Urge RETIRAR O NOME DE BERARDO da fachada do Centro Cultural de Belém!
A colecção do Museu Colecção BERARDO já não é de Joe Berardo, pois serve de garantia pelos empréstimos ruinosos que a Caixa Geral de Depósitos, o BES e o BCP concederam a Berardo - só na CGD são 320 milhões!
Há agora que confiscar definitivamente a colecção a Berardo e retirar da fachada do CCB o seu nome. Não fica bem afixar na frontaria (de um dos mais importantes monumentos de Portugal) o nome dum parlapatão.
(Paulo de Morais)




adenda: Raquel Varela


Três dos maiores bancos portugueses, BCP, CGD e Novo Banco, vão avançar em conjunto com um processo judicial contra o empresário Joe Berardo para tentar cobrar parte da dívida.

Como? Nós salvámos os bancos e estes agora querem a colecção Berardo e a Quinta da Bacalhoa como pagamento das dívidas de Berardo que nós já pagámos à Banca? Isto é uma piada?
A colecção é nossa, dos contribuintes. E o vinho também. Tenho uma proposta de palavra de ordem: A Quinta da Bacalhoa é do povo!
Podem deixar uns Reservas com aroma de framboesa e bagas de azevinho à porta de cada escola e cada centro de saúde, por gentileza; e mesmo assim, vós banqueiros, ainda ficam em dívida para com professores, médicos, enfermeiros e técnicos.
Não se metessem com o "empresário" (se fosse pobre e tivesse roubado algo era o "ladrão") a oferecer dinheiro que não tinham a quem também não tinha o que afirmava ter. Quem não tem dinheiro não tem vícios, dizia-se por aqui antigamente. Não se ia destruir Estado Social.
(Raquel Varela)
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Gomes Ferreira divulga lista dos maiores devedores da Caixa e Novo Banco

 ● 14/05/18 coment

lista dos maiores devedores da Caixa e Novo Banco




"Milhões e milhões de euros que todos pagamos...são tantos os casos, e os deputados estão à espera de quê para chamar essa gente? Sobretudo, os administradores e directores que deram estes créditos, porque é preciso ver quem pôs a assinatura".

Lista dos maiores devedores da Caixa e do Novo Banco. Gomes Ferreira pergunta aos deputados "de que estão à espera para chamar essa gente toda? Sobretudo, administradores e directores da Caixa que deram estes créditos. É preciso ver quem pôs a assinatura". (fonte: SIC Noticias, 03.05.2018).

video:


verCaixa: «Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros»
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«Sócrates é um dos rostos da corrupção na política em Portugal»

 ● 20/12/16 coment

"Sócrates é um dos grandes representantes da corrupção em Portugal. A nacionalização do BPN foi um acto, claramente, de governação corrupta", acusa Paulo Morais.





"Foi no tempo de Sócrates que se fizeram os negócios mais ruinosos para o Estado português. Foi José Sócrates que decidiu nacionalizar o BPN, em Novembro 2008, nacionalizando os prejuízos: sete mil milhões de euros, e deixando todo o património aos antigos donos. Ou seja, Sócrates chegou a um grupo económico e disse: deixem cá os ossos e fiquem com a carne". Isto é um acto, claramente, de governação corrupta", disse Paulo Morais no debate com Henrique Neto, na SICN.

video:


"Quanto ao processo jurídico [Operação Marquês], não acho nada, porque não conheço, mas quanto à questão política, há muita gente que discorda, mas José Sócrates é um dos grandes representantes da corrupção em Portugal", afirmou Morais, no Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia. Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035 (clique para ver)
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«Está tudo com medo, agora aguentem as responsabilidades» Gomes Ferreira

 ● 16/06/16 coment

«Está tudo com medo, agora aguentem as responsabilidades» Gomes Ferreira



Comissão de inquérito à Caixa Geral Depósitos em análise: "Temos que saber para onde foi o nosso dinheiro! É um assunto demasiado sério para os políticos continuarem a brincar connosco. (...) E a questão é: expliquem-nos o que é que se passou, nós temos o direito de saber isso. E é essa questão que está a incomodar muita gente, porque incomoda o regime politico que temos".
(Gomes Ferreira, SICN2016)


"Estão com medo que se saiba para onde foram os milhões dados à Visa Beira, ao sr. Manuel Fino, ao sr. Joe Berardo, ao empresário angolano António Mosquito para andar a comprar jornais, ao empreendimento Vale de Lobo... estão com medo de quê? Isto foi durante a gestão de Carlos Santos Ferreira e Faria de Oliveira", disse Gomes Ferreira na SICN.
Veja: Caixa: Os rostos da desgraça! Prepare o cheque, a factura vem a caminho

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CGD: 11,5 milhões euros para fundação que não existe

 ● 21/03/16 coment

Caixa emprestou 11,5 milhões a fundação que não existe


Caixa Geral Depósitos aprovou crédito a uma fundação a qual tinha sido declarada nula pela justiça um ano antes, segundo o jornal i.


fonte: jornaldenegocios

A 25 de Março de 2010 a Fundação Social do Quadro Bancário pediu um crédito de 11,5 milhões de euros à Caixa Geral de Depósitos para financiar vários projectos.

Um pedido aprovado pelo banco estatal. O problema? A FSQB tinha sido considerada nula pela justiça a 6 de Julho de 2009, conta o jornal i, tendo como base um documento da Direcção-Geral da Segurança Social.

Segundo a mesma publicação, numa carta enviada a 12 de Janeiro deste ano, a CGD refere que foi "surpreendida com a informação", relativa à fundação já não existir. E pede uma explicação ao sindicato, tendo em conta que é a entidade "garante do cumprimento das obrigações assumidas pela Fundação".

Além deste empréstimo, mesmo depois da FSQB ter sido considerada nula, nas contas continuam a consistir salários de funcionários.

Operações aprovados pelo presidente do Sindicato dos Quadros e Técnicos Bancários, Afonso Diz, que estão a ser agora investigadas pelo Ministério Público. De acordo com o jornal diário i, Afonso Diz será suspeito de ter desviado 38 milhões de euros do sindicato. 
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