Portugal Glorioso: José Hermano Saraiva
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A verdade de Aljubarrota contada por Hermano Saraiva

 ● 19/08/15 coment


Aljubarrota pelo prof. José Hermano Saraiva.




A vitória militar de Aljubarrota é um dos factos decisivos da História portuguesa. É ela que consolida a independência e que abre um período realmente glorioso na História nacional - A monarquia de Avis, Ceuta, os Descobrimentos, o ciclo da Índia, a glória Manuelina, todo esse período brilhante que vai até às estrofes do Camões. São a fase mais ilustre da História de Portugal. A Batalha de Aljubarrota a 14 de Agosto de 1385. Neste episódio, o prof. José Hermano Saraiva foi desafiado a contar a verdade sobre Aljubarrota.

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Vista aérea da aldeia histórica de Castelo Rodrigo

 ● 31/03/15 coment

Vista aérea da Aldeia histórica de Castelo Rodrigo e o seu Castelo, erguida no topo de uma colina isolada, a 820 metros de altitude, oferece uma esplêndida vista sobre os campos e serras em redor.
Veja sobre Castelo Rodrigo - Cristóvão de Moura, pelo prof. José Hermano Saraiva.
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Maravilhas de Portugal - Mangualde

 ● 03/03/15 coment

O Primeiro Foral de Mangualde

Mangualde recebeu foral antes da formação da nossa Nacionalidade. D. Henrique concedeu esse foral às terras de Azurara da Beira em 1102. Mangualde era conhecido nessa época pelo nome de Azurara da Beira.

O foral fixava as limitações do concelho de Azurara da Beira, muito parecidas com as actuais limitações do concelho de Mangualde excepto a Nascente que aumentou com a anexação do concelho de Tavares: A Norte o Rio Dão e a Sul o Rio Mondego.

O Foral também fixava as contribuições que os peões tinham de pagar:

- Um moio de pão para quem tivesse um jugo de bois ou dois quarteiros de pão se tivesse somente um boi.

- A décima parte do vinho que juntasse no lagar.

- Um coelho por cada caçada.

- Um lombo e duas costelas se caçasse um porco (javali).

- A décima parte do dinheiro recebido pela venda de propriedades.

O foral referia que os cavaleiros não pagavam foral, mas tinham que respeitar algumas regras: Cada cavaleiro era obrigado a ter um cavalo destinado a acompanhar as visitas reais e a participar nas lutas contra os mouros. Se perdesse o cavalo, tinha 3 anos para arranjar outro. Se não cumprisse com as suas obrigações, passava à condição de peão.

O foral indicava as multas a pagar por quem não cumprisse as regras estabelecidas: Quem entrasse no concelho com mão armada em perseguição de foragidos, pagava mil e quinhentos moios, ou se o não fizesse, cortavam-lhe as mãos ou arrancavam-lhe os olhos.

O fim desta multa era atrair pessoas para o concelho, mesmo que fossem assassinos ou outros criminosos. Os delinquentes do concelho pagavam somente metade da multa. O concelho já tinha instituições municipais que administravam os negócios públicos do concelho e julgavam as pessoas.
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Arruda dos Vinhos, verdades e lendas

 ● 14/12/14 coment

O Prof. José Hermano Saraiva conta-nos, como só ele sabe, da história de Arruda, de lendas e de bruxas que lhe estão associadas.








Horizontes da Memória - Arruda, Verdade e Lenda




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25 Julho 1415 - Partida para a conquista de Ceuta

 ● 25/07/14 coment
A 25 de Julho de 1415 (seis dias depois do falecimento de Dª. Filipa de Lencastre) sob o comando do Rei D. João I, largaram de Lisboa, em direcção ao Norte de África, 242 navios, alguns armados de guerra e galés, nos quais seguiam D. Henrique, D. Pedro e D. Duarte.

A 21 de Agosto de 1415, os botes dos navios do Infante D. Henrique começaram a despejar gente na praia. Depois de um pequeno ataque, cheios pânico, os Mouros recolheram-se espavoridos às portas da cidade, e 500 dos Portugueses, que correram logo sobre eles, entraram também de roldão, sendo depois auxiliados pelos infantes D. Henrique e D. Duarte com mais forças. Também o Rei ao tomar conhecimento da situação, foi em auxílio com as suas tropas.


Ao anoitecer, os Mouros, sem comando, batidos por toda a parte, abandonaram a luta sem tentar sequer defender a cidade, que não tardou em cair nas mãos dos Portugueses.
A manhã de 22 veio encontrar os vencedores ainda no auge da colheita e na surpresa de uma fácil vitória. Depois procedeu-se solenemente à sagração da mesquita e à cerimónia de armar cavaleiros os três infantes e muitos fidalgos moços que valorosamente haviam recebido o baptismo dos combates.
http://portugalhistoria.blogspot.pt

Ceuta tornou-se diocese em 1417 por bula do Papa Marinho. A partir de 1645 a diocese de Ceuta deixou de pertencer a Portugal, e passou a ser espanhola. No contexto da Dinastia Filipana, que se seguiu à morte de D.Sebastião  em 1580, Ceuta manteve a administração portuguesa, tal como Tânger e Mazagão. Todavia, quando da Restauração Portuguesa em 1640 não aclamou o Duque de Bragança como rei de Portugal, ficando sob domínio espanhol. A situação foi oficializada em 1668 com o Tratado de Lisboa, assinado entre os dois países e que pôs fim à guerra da Restauração, no entanto, a cidade decidiu manter a sua bandeira que é composta por gomos brancos e pretos, à semelhança da bandeira da cidade de Lisboa, ostentando ao centro o escudo português. (Wikipédia)




Conquista de Ceuta (2 min) pelo historiador José Hermano Saraiva
clique no video para ver..
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Monumentos relacionados com as Descobertas - Hermano Saraiva

 ● 23/03/14 coment



Férias em Belém - episódio completo.
O prof. José Hermano Saraiva conta-nos a História de Portugal. Neste episódio fala sobre Belém. É aqui que, no século 16, passa a rota das especiarias, e é exactamente com esse momento que se relaciona a única zona monumental de Lisboa. Esta zona de Belém, é a zona que tem os grandes monumentos relacionados com as Descobertas: A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos.
Excelente documento!

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