Portugal Glorioso: MAI
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«O ministro da administração interna tem que se demitir» Joana Amaral

 ● 29/05/20
Policia bom é polícia morto? Os polícias são maus? Índios e cowboys? Mas temos todos uma idade mental de 11 anos, o mundo é a preto e branco e tudo tem uma leitura maniqueísta?!



O ministro da administração interna tem que se demitir. Ontem. Senão, vejamos:
  • Não se despeja ninguém para emparedar um prédio.
  • tão pouco quando se trata de uma organização que presta apoio social aos mais vulneráveis.
  • nunca durante uma pandemia- até por razões de saúde pública
  • Muito menos às 5 da manhã com capangas privados.

Medina não diz nada? E Marcelo, sempre tão lesto a dar sopa aos sem abrigo?!?! Notem que este edifício estava devoluto há anos e foi ocupado por meritórias razões, preenchendo um vazio deixado pela autarquia que sempre gostou mais de postais ilustrados para inglês ver do que cidade solidária, vivida pelos seus, real.

Os proprietários mandaram milícias de madrugada porque sabiam que, de outra forma, precisavam de uma decisão judicial. Nojento. Já que o ministro da administração interna compactue com os fundos imobiliários abutres e mande carregar sobre os manifestantes é inaceitável. Porquê? Eduardo Cabrita também acha que vive acima da lei?! Já não lhe chega o que aconteceu com o assassinato bárbaro perpetrado pelo SEF ?! Rua. Já.
Joana Amaral Dias

ADENDA:
Policia bom é polícia morto? Os polícias são maus? Índios e cowboys? Mas temos todos uma idade mental de 11 anos, o mundo é a preto e branco e tudo tem uma leitura maniqueísta?! Em menos de uma semana, assistimos a dois momentos críticos para a polícia. Na manifestação anti-racismo foi dado destaque ao cartaz "polícia bom é polícia morto" e, em Arrroios, a polícia agiu a mando de interesses mobiliários privados e carregou em cima de manifestantes pacíficos.

Uma polícia malquista e maldita numa sociedade como a nossa que já está com o tecido social esboroado é tudo o que não precisamos.

Os agentes apenas actuam a mando do chefe e, muitas vezes, são eles que ficam com o odioso e com o ónus da situação. Por favor não desamparem ainda mais as forças de segurança, atirando-as para as garras dos extremos políticos, deixando-as à mercê dos fungos oportunistas.

Precisamos de dar condições de trabalho a estes homens e mulheres, mais formação, melhores salários. Os polícias portugueses não podem sentir que só encontram apoio e justiça nos que querem acabar com o regime democrático e liquidar liberdades básicas da população.

A luta, contra o racismo, a violência doméstica ou a corrupção precisa de uma polícia democrática e dignificada.
Joana Amaral Dias


video edição PG

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«Os portugueses estão fartos de tantos direitos e garantias dos delinquentes»

 ● 16/11/18
Portugal Glorioso

Compreende-se que o Ministro da Administração Interna fique preocupado com a divulgação das imagens da detenção dos agressores de idosos no Porto.

Mas compreende-se ainda melhor que a PSP e a opinião pública fiquem indignados com esta intervenção de Eduardo Cabrita. Afinal, é dele a responsabilidade da fuga deste violento gangue e, além disso, o governante não teve uma única palavra para as vítimas.

Este grupelho fez mais de 30 assaltos, roubou e espancou vários idosos, ameaçou-os de morte, levou-lhes aqueles que eram, muitas vezes, os únicos e poucos pertences.

Agora, o Ministro está preocupado com os direitos, liberdades e garantias dos detidos. E estes velhotes? Estão a ser acompanhados medica, psico e socialmente? Será que alguém lhes irá restituir o que lhes foi tirado? Idosos... um dos grupos mais vulneráveis e sem voz da sociedade.

Os portugueses estão fartos que se preocupem tanto com os direitos, liberdades e garantias dos delinquentes e pouco ou nada com os direitos, liberdades e garantias dos lesados. E isto é assim com crimes de sangue e com toda a demais criminalidade, até à financeira.

É por isso, por tantos direitos, liberdades e garantias, que os Armandos Varas e Oliveiras Costas da vida tiveram penas de prisão efectiva mas andam por aí, soltinhos como arroz, a pavonearem-se pelo Estado de Direito.

E é assim também que se cria o bolor e o ranço ideal para a radicalização fascistóide. Se as pessoas não se sentem protegidas e se, ainda por cima, vêem que a prioridade é defender os criminosos, extremam posições.

Se a democracia falha a sua primeiríssima missão - guardar as populações - não esperem depois a maioria esteja disposta a guardá-la. Amor com amor se paga. E desprezo retribui-se em ódio. Joana Amaral Dias (facebook)

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Relatório ARRASA contas da Protecção Civil: 67 milhões sem rasto

 ● 23/04/18

67 MILHÕES SEM RASTO NO COMBATE AOS FOGOS

Auditoria revela um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.


Fonte: Rádio Regional 2018 / Edição: Portugal Glorioso

Em 2016, a Autoridade Nacional de Protecção Civil terá entregue 67,9 milhões de euros a associações humanitárias de bombeiros sem ter um sistema de gestão e controlo financeiro adequado.

Na sequência das conclusões do Tribunal de Contas que afirma continuarem a existir procedimentos inadequados no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) às associações humanitárias de bombeiros (AHB), verifica-se um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.

Segundo o Correio da Manhã, que cita o relatório, "continuou a verificar-se inadequação de diversos procedimentos, quer na ANPC quer no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos às Associações Humanitárias de Bombeiros, que totalizou, em 2016, 67,9 milhões de euros".

O Tribunal de Contas (TdC) procurava saber se as recomendações deixadas em anteriores auditorias foram implementadas e concluiu que estas não foram acolhidas e outras que o foram apenas parcialmente.

O mesmo jornal avança que a falta de transparência nas verbas entregues aos corpos de bombeiros levou mesmo o Tribunal de Contas a verificar os dados do Instituto dos Registos e Notariado.

O que foi encontrado é preocupante: para a ANPC há 412 associações humanitárias de bombeiros às quais foram atribuídos subsídios, mas para o IRN são 437, o que "evidencia a existência de falhas na articulação legal entre estas entidades e, consequentemente, na garantia de que a ANPC fiscaliza o cumprimento do Regime Jurídico das Associações Humanitárias de Bombeiros".

Na prática "a documentação apresentada pela ANPC revelou inconsistência nos registos e informação insuficiente que não permite a compreensão das mesmas e das operações efectuadas".
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Dizer que a culpa é das queimadas, é ofender os portugueses

 ● 24/06/17
Dizer que a culpa é das queimadas, é ofender os portugueses



José Gomes Ferreira diz que as autoridades e o poder político continuam a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma errada. "A causa dos fogos é haver crime em alta escala! E só não vê quem não quer". Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses". A Ministra da Administração Interna "continua com uma conversa infantil, de dizer que a culpa dos incêndios é dos cidadãos".

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Portugal a arder para alimentar tachos e parasitas!

 ● 23/08/16
portugal glorioso

Administração Interna / Protecção Civil / EMA-Empresa de Meios Aéreos.

Neste video, Marques Mendes revela os gastos exorbitantes da EMA: "Isto é inaceitável. Numa altura de crise, em que se cortam os salários e se aumentam os impostos, o Estado tem que ser o primeiro a dar o exemplo". 07-10-2010 | TVI24



EMA - Empresa de Meios Aéreos S.A. (entretanto, extinta e substituída pela empresa Everjets). Curiosamente, esta empresa está agora na mira da Justiça:
PGR e PJ confirmam suspeitas de crimes nos contratos aéreos. "As buscas efectuadas na empresa Everjets estão relacionadas com a investigação a vários crimes na contratação de meios aéreos para combate a incêndios. Há suspeitas de corrupção, participação económica em negócio, falsificação e prevaricação", indicou em comunicado a PGR. (TSF Jan -2016)

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