Portugal Glorioso: Partidos Políticos
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«Requiem pelo direito à greve em Portugal» Joana Amaral

 ● 17/08/19 coment
Joana Amaral Dias: Passadeira vermelha estendida para todos os populismos virulentos.



Bloco de esquerda, Partido Comunista Português, ala esquerda do PS, fãs cegos da geringonça - cubram a vossa cara de vergonha, o corpo de penas e alcatrão e ponham -se a andar. Traidores. Pérfidos.

Então, um governo supostamente de esquerda, suportado pela esquerda parlamentar, levou ao colo uma associação empresarial e, apoiando todas as suas posições, imiscuindo-se de um conflito entre privados, esmagou os trabalhadores. Partiu-lhes a espinha. O executivo impôs medidas violentas suportadas pela força repressiva, mobilizou o seu poder para quebrar uma greve, abalroando os direitos constitucionais.

Requiem pelo direito à greve em Portugal. Passadeira vermelha estendida para todos os populismos virulentos. O pior ainda está para vir.
Joana Amaral Dias

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«Dirigentes partidários, agarrados como lapas ao Estado»

 ● 19/01/19 coment
Paulo Morais: Agarrados como lapas ao Estado, os dirigentes partidários distribuem benesses e privilégios pelas empresas que os financiam e para as quais vão mais tarde como assalariados. (Partilho o meu artigo no publico).

A partidocracia destrói a democracia

Os partidos, que deveriam ser a essência da democracia, estão a aniquilá-la.

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Criados para representar as diferentes visões da sociedade, ao serviço do eleitorado, os partidos políticos estão em fase acelerada de degenerescência. São habitados por elites políticas que esqueceram os cidadãos e tudo fazem agora para manter os privilégios de que se foram apropriando. São os principais responsáveis pela abstenção, pelo desinteresse crónico pela política e pela crise da democracia.

Agarrados como lapas ao Estado, os dirigentes partidários distribuem benesses e privilégios pelas empresas que os financiam e para as quais vão mais tarde como assalariados. Foi o que sucedeu com as ruinosas parcerias público-privadas rodoviárias, cujo maior agente foi a Mota-Engil, que acabou a albergar quase todos os ex-governantes do sector das obras públicas: de Jorge Coelho a Seixas da Costa, do PS, a Valente de Oliveira e Ferreira do Amaral, do PSD.

O mesmo fenómeno de promiscuidade entre política e negócios marcou a onda de privatizações ao desbarato, manipuladas por políticos que hoje recebem tenças milionárias nas empresas que os próprios partidos privatizaram. O socialista Luís Amado preside à privatizada EDP, assessorado pelo social-democrata António Mexia e pela centrista Celeste Cardona. Para presidir à privatizada ANA, foi designado o ex-ministro José Luís Arnaut. A lista dos políticos de negócios é interminável, neste infernal sistema de portas giratórias que coloca o Estado ao serviço de interesses privados.
Paulo de Morais

adenda: 26-06-2019:
Com as Eleições Europeias, inicia-se uma maratona eleitoral. Como o sistema politico-eleitoral está capturado pelos partidos, as eleições não serão verdadeiramente democráticas. A abstenção, sintoma de desalento, continuará a crescer. A partidocracia destruiu a Democracia. (Paulo de Morais)
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«Partidos pagam a pessoas para comentar na Internet a seu favor»

 ● 04/09/15 coment
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Elisabete Tavares, jornalista do Expresso, afirma que há na Internet comentadores ao serviço de partidos para combater opiniões desfavoráveis. "Estas coisas têm que ser ditas. (...) Estamos todos à espera que os partidos mudem. Os partidos não mudam. Já não basta só criticar". (video, SIC Notícias, Julho 2013)




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«Classe politica com privilégios maiores que no tempo da ditadura» Paulo Morais

 ● 19/03/15 coment

A tortura dos 40

O regime democrático saído do 25 de Abril está já moribundo. As liberdades conquistadas em 1974 parecem garantidas, como o direito de expressão e reunião. Mas a democratização prometida está longe de ser alcançada.

O povo tem sede duma justiça que nunca chega. A Assembleia da República, sede da democracia, abastardou-se com negócios. O poder é hoje exercido não pelo povo, mas pelos grandes grupos económicos, com predomínio dos financeiros, dos construtores e promotores imobiliários.

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As eleições não geram verdadeiras alternativas, apenas permitem a alternância no poder dos maiores partidos. A distribuição de benesses, cargos, "tachos", é prática generalizada. A classe política usufrui, em democracia, de privilégios bem maiores do que no tempo da ditadura fascista.

O regime estruturou-se de forma a incentivar e promover a corrupção. Os escândalos sucederam-se com prejuízos incalculáveis: Expo 98, Euro 2004, BPN, BES, Banif, submarinos, Freeport, parcerias público-privadas…

Em termos económicos, então, foi o descalabro. Portugal poderia ser um país desenvolvido, com uma economia estruturada, mas o tecido produtivo, salvo raras excepções, é hoje muito débil. Apesar dos fundos a que o país teve acesso com a integração na Europa desenvolvida, nos anos 80. Esses apoios foram desviados e desbaratados. Os escassos recursos são hoje maioritariamente confiscados às empresas e cidadãos, através de impostos infindáveis.

Ao fim de quarenta anos, a vida em Portugal poderia ser tranquila, as famílias deveriam viver com conforto, dignidade e ternura. Mas o nosso quotidiano transformou-se numa permanente tortura.

Paulo de Morais, 25 Abril 2016.
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«É estranho que os partidos se achem donos da democracia. Isso é fascismo»

 ● 25/11/14 coment

"É algo estranho que os partidos se achem donos da democracia"




"Acho surpreendente o pânico com que partidos ditos democráticos ficam com a aparição de novos actores. Isso devia ser saudado, porque em democracia é bom que haja mais alternativas. É algo estranho que os partidos se achem donos da democracia. Partidos se acharem donos da democracia, isso é fascismo, não é democracia. (...) Não é com dez ou vinte deputados no Parlamento que se resolve o problema. O problema é mais profundo. O problema de Portugal é Constitucional", disse Paulo de Morais.

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Barra da Costa ARRASA políticos em directo na TVI

 ● 21/03/14 coment

O dia em que Barra da Costa chamou "psicopata" a José Sócrates.
"Não foram os trabalhadores que faliram o País. O psicopata que esteve no último governo, os ministros que lá estavam, está alguém na cadeia?! Roubaram, desviaram, compraram submarinos, fizeram o que quiseram... o que é que eu tenho a ver com essa despesa?!"
(Março 2012)


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BRUTAL! Manuel Monteiro na TVI24

 ● 20/03/14 coment

Manuel Monteiro na TVI. Surpreendente!



Programa Olhos nos Olhos:


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Retrato de Portugal por Guerra Junqueiro (1896)

 ● 01/08/13 coment

Retrato de Portugal com mais de 120 anos, mas actual

Um povo imbecilizado (..) uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula..

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Um Povo Resignado e Dois Partidos sem Ideias


Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
[..]
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.

A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.
Guerra Junqueiro, in 'Pátria (1896)'
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Elite política de terceiro mundo e um povo educado em «voyeurismos»

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Maria José Morgado, na SIC Noticias, fez duras criticas a "uma elite politica e de negócios" que diz "que empobrece o país. A promiscuidade entre política e negócios criaram uma elite completamente vazia, oca, desprovida de valores - uma elite de terceiro mundo e uma opinião pública educada em «voyeurismos». "O balanço de 2014"

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