Portugal Glorioso: Paulo Morais_Fogos
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O país chora a morte do Pinhal Leiria, mas há actores que prosperam com a desgraça

 ● 16/05/18 coment

ardeu a quase totalidade (85%) do Pinhal de Leiria




O país chora a morte do PINHAL DE LEIRIA, mas há actores que prosperam com a desgraça.
A 15 de Outubro ardia a quase totalidade (85%) do Pinhal de Leiria. O incêndio - garantem as autoridades - teve origem em mão criminosa de incendiários. Mas não se conhecem, até hoje, nem os criminosos nem os seus mandantes.

O que já se sabe é quem ganhou com o incêndio: os que estão a adquirir a madeira a preços reduzidíssimos, quem a armazena beneficiando até de subsídios do Estado, quem a comercializa e quem a transporta. Como estes estão a ter lucros milionários com a desgraça, convinha saber qual a relação que têm com os tais mandantes do crime que ninguém ainda identificou.
Paulo de Morais

adenda: 03-08-2019
ESTE CRIME NÃO TEM PERDÃO: identifiquem-se pois incendiários e mandantes; bem como todos aqueles irresponsáveis que abandonaram o Pinhal à sua mercê durante catorze anos. E, finalmente, capture-se, por confisco, a riqueza daqueles que estão a engordar as suas fortunas com os despojos do incêndio do Pinhal de Leiria em 2017.
Paulo de Morais

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«Matos Fernandes não tem dimensão política para ser Ministro» Paulo Morais

 ● 07/02/18 coment
Se o Ministro não tem coragem para substituir os incompetentes, então não tem dimensão política para ser Ministro.




Matos Fernandes é Ministro do Ambiente do Governo de Portugal. No seu ainda curto mandato é já o responsável (político) pelo desaparecimento de 85% do Pinhal de Leiria e pela maior poluição no Tejo de que há memória.

Apesar destas catástrofes, o Ministro mantém intacta a hierarquia do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas - que, está visto, não sabe conservar a Natureza e as Florestas. O governo não mexe também na Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território - que, como também se constata, não sabe fiscalizar os níveis de poluição.

Se o Ministro não tem coragem para substituir os incompetentes, então não tem dimensão política para ser Ministro.

Paulo de Morais
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«CGD desvia fundos das vítimas dos incêndios para equipar Hospitais» Paulo Morais

 ● 27/10/17 coment
Inacreditável! A Caixa Geral de Depósitos está a utilizar os donativos para as vítimas dos incêndios de Pedrógão para equipar Hospitais. Com que mandato, com que legitimidade estão a desviar os fundos das vítimas? Usar os donativos para objectivos diferentes daqueles que estavam previstos, é um desrespeito, uma deslealdade para com os doadores. (Paulo de Morais)


A Caixa Geral de Depósitos vai alocar 500 mil euros para equipar unidades de saúde da região de Coimbra que têm estado a cuidar das vítimas dos incêndios que voltaram a afectar aquela zona no passado domingo.

Numa conferência a propósito do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, organizada esta terça-feira [17-10-17] em Lisboa pelo Montepio, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, disse que, dos 2,6 milhões de euros angariados pelo banco público [Conta Solidária Caixa “Unidos por Pedrogão Grande”] para as vítimas do incêndio que deflagrou em Junho em Pedrógão Grande, alastrando a outros concelhos e deixando mais de 60 mortos e que estão a ser geridos pela Fundação Calouste Gulbenkian, "uma parte já foi para projectos concretos e cerca de 500 mil euros vão ser aplicados junto de instituições de saúde para equipar as que tem ajudado as populações, quer nas unidades de queimados quer noutras, na zona de Coimbra". (fonte: DinheiroVivo)

Recorde-se que a Conta Solidária Caixa "Unidos por Pedrógão Grande" encerrou com um saldo de € 2.650.975,60 para o qual contribuíram mais de 36.000 doadores.
Finalidades de actuação:
A reconstrução e reabilitação das primeiras habitações;
A reconstrução ou reabilitação de anexos agrícolas;
A recuperação dos meios de subsistência das famílias mais gravemente afectadas;
O apoio às associações de apicultores com alimentação sólida para as abelhas.
(fonte: CGD)


* * * *
adenda: 18-12-17
A Caixa Geral de Depósitos já devolveu o dinheiro desviado e que pertencia às vítimas dos incêndios? A Fundação Gulbenkian já devolveu o dinheiro à Caixa Geral de Depósitos? Continuamos à espera de uma explicação. Em primeiro lugar, porque os donativos para as vítimas dos incêndios não podem ser desviados. E porque este nível de opacidade, de falta de transparência, é inadmissível. (Paulo de Morais)

adenda: 25-03-18
Onde foram parar os donativos destinados às vítimas dos incêndios? Exige-se às entidades (a todas) que recolheram donativos que publicitem amplamente quanto receberam e a quem já forneceram ajuda; e se houve desvios, como na CGD. É o mínimo, a bem da transparência, para evitar suspeições e por respeito aos doadores. Exigem-se explicações; e já vêm tarde!!! (Paulo de Morais)

adenda: 08-05-19
Passaram quase DOIS ANOS sobre a data dos Incêndios de Pedrógão. E CONTINUAMOS SEM SABER o destino dado aos 2 600 000 (dois milhões e seiscentos mil euros) doados pelos cidadãos à Caixa Geral de Depósitos, para benefício das vítimas dos incêndios de Pedrógão. Sabemos que 500 mil foram desviados do seu fim inicial, num total (e ilegal) desrespeito pelos doadores; e nunca mais foram repostos. E os restantes? Aguardamos explicações do Presidente da Caixa Geral Depósitos, Paulo Macedo. (quase DOIS ANOS passados sobre a data dos Incêndios de Pedrógão) (Paulo de Morais)
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A CAUSA do negócio dos incêndios - Paulo Morais

 ● 18/07/17 coment


A CAUSA do negócio dos incêndios:

Orçamento para combate a incêndios: 211 Milhões de Euros.
Orçamento para prevenção de incêndios: ZERO.

Bastaria despender menos de metade em prevenção e não estaríamos na situação de catástrofe em que nos encontramos, resultantes desta avassaladora e descontrolada vaga de incêndios.

Paulo de Morais


Adenda 17-10-2017:
234 800 000 EUROS: é quanto o Estado prevê gastar em 2018 em combate a incêndios.
0 (zero) EUROS: é quanto o Estado prevê gastar em 2018 em prevenção de incêndios.

O Orçamento de Estado é um incentivo à indústria dos incêndios, ao negócio dos fogos. A Máfia dos Fogos está no Orçamento de Estado.

Paulo de Morais
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«Quem mais factura com incêndios, é alguém condenado por corrupção»

 ● 17/08/16 coment

«Quem mais factura com incêndios, é alguém condenado por corrupção»

(Paulo de Morais)



"Provenientes do erário público, são gastos anualmente centenas de milhões de euros no combate aos fogos, sem que a opinião pública disponha de informação clara e transparente sobre o destino e os beneficiários destas verbas milionárias".

TIAC exige saber onde é gasto o dinheiro para combater os incêndios - Excerto da entrevista de Paulo Morais. (ver vídeo) "Quem mais factura hoje em Portugal, na área de operação de meios aéreos no combate a incêndios, é um empresário (Domingos Névoa/Everjets) que já foi condenado por corrupção. Que tranquilidade é que a população tem, quando vê que quem opera os principais meios aéreos de combate a fogos, é alguém que tem uma idoneidade duvidosa" (Paulo de Morais)

video:


actualização 30-04-2018
Everjets exige indemnização de quase 40 milhões euros.
A Everjets disse esta segunda-feira que foi ela mesma que fez a denúncia do contrato de operação e manutenção dos Kamov e não o governo, exigindo em tribunal quase 40 milhões euros ao Estado por incumprimento do contrato(...) danos e ofensas ao bom nome e reputação da Everjets. (jornal i)

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210 milhões no combate a incêndios! Para quem vai esse dinheiro?

coment

A pergunta que ainda falta fazer: Para quem vai esse dinheiro? Quem fica milionário enquanto muitos morrem e outros ficam na desgraça, destruídos pelo NEGÓCIO DOS INCÊNDIOS? Os Media portugueses andam adormecidos.



Portugal a arder


MAIS DE 210 MILHÕES EUROS é quanto o Estado irá gastar, em 2017, no combate a incêndios. Bastaria despender menos de metade em prevenção e não estaríamos na situação de catástrofe em que nos encontramos, resultantes desta avassaladora e descontrolada vaga de incêndios.

A bem da Transparência, é imperioso que o Governo divulgue JÁ para quem vai esse dinheiro, quem factura com a "indústria dos fogos", quem fica milionário enquanto muitos morrem e outros ficam na desgraça, privados de todos os seus bens, até das suas casas, destruídos pelo NEGÓCIO DOS INCÊNDIOS.

(na foto, o famoso Domingos Névoa (condenado por corrupção), proprietário da Everjets, responsável pela operação e manutenção dos Kamov, meios aéreos de combate a incêndios)

Paulo de Morais


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