Portugal Glorioso: Pontes
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«A ponte já está mais do que paga» Paulo Morais

 ● 27/03/19
A ponte já está mais do que paga! E só haveria agora uma solução justa para desfazer este desastre financeiro para os contribuintes: a expropriação da ponte Vasco da Gama. A custo zero.


Neste negócio tudo são mentiras... excepto o nome GAMA (de Gamar)!


A ponte Vasco da Gama é um bem público, indevidamente entregue a privados. Para a sua construção os privados entraram com apenas um quarto dos 897 milhões de euros em que orçava o investimento. O restante foi garantido pelo Estado, através do Fundo de Coesão da União Europeia (36%), da cedência da receita das portagens da Ponte 25 de Abril (6,0%), e por um empréstimo do Banco Europeu de Investimentos (33%).

O verdadeiro investidor foi o Estado português, que assim garantiu a privados uma tença milionária ao longo de anos. Para piorar a situação, o Estado prolongou ainda a concessão por sete anos, provocando perdas que foram superiores a mil milhões, mais do que o valor da ponte. E muito mais ao longo de décadas… um poço sem fundo de prejuízos decorrentes de favorecimentos à Lusoponte. Aqui chegados, só há agora uma solução justa: a expropriação da Ponte Vasco da Gama, a CUSTO ZERO.

Nota: o negócio foi lançado pelo ex-ministro Ferreira do Amaral, que é o actual presidente da concessionária, a Lusoponte.
Paulo de Morais
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Afinal quem paga a manutenção da Ponte 25 Abril?

 ● 23/04/18
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Ouvi [Jorge Coelho] na "Quadratura do Círculo" e fiquei de boca aberta quando percebi que apesar de a ponte 25 de Abril estar concessionada, quem paga a manutenção da ponte é o CONTRIBUINTE. Ou seja, a receita das portagens não é usada para manter a ponte. Porra! Chega de roubar os contribuintes. Mas este país não tem vergonha?
(Norberto Pires)

A PONTE 25 de ABRIL NÃO TEM um Sistema de MANUTENÇÃO permanente. Tem um proprietário concedente (Infraestruturas de Portugal (Estado português)), um concessionário rodoviário (Lusoponte), um concessionário ferroviário (Fertagus) - mas ninguém assume a responsabilidade por um sistema de manutenção permanente. A sua segurança tem sido garantida apenas pelo Cristo-Rei, ali ao lado.
(Paulo de Morais)

A PONTE É UMA PASSAGEM / Eu gostava tanto de ter um negócio com o Estado em que eu recebia os rendimentos de um Activo e o Estado pagava as despesas desse Activo.
(Pedro Almeida Vieira)

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«Ponte Vasco da Gama, um dos mais ruinosos contratos do Estado» Paulo Morais

 ● 06/11/15
A ponte Vasco da Gama, mandada construir pelo então ministro Ferreira do Amaral, foi um dos mais ruinosos negócios para o estado português: os privados que a construíram entraram com apenas um quarto do investimento. O restante foi garantido pelo Estado, que assim beneficiou os privados com rentabilidades milionárias ao longo de décadas. Mais tarde, o Estado abonou ainda o concessionário Lusoponte em mais de mil milhões, mais do que o próprio valor da ponte! Tem sido assim ao longo dos anos e anunciam-se mais privilégios para a Lusoponte.

Basta! A ponte já está mais do que paga! E só haveria agora uma solução justa para desfazer este desastre financeiro para os contribuintes: a expropriação da ponte Vasco da Gama. A custo zero. Qualquer solução distinta, será a continuação do gamanço na ponte. Na ponte "Vasco da Gama", o "Gama" é de gamanço. (Paulo de Morais, 17)


Poço Vasco da Gama


A participação privada na nova travessia do Tejo nasceu de um embuste, a tese de que o estado não teria dinheiro para construir a infra-estrutura e recorria ao apoio dos privados, a quem mais tarde pagaria determinadas rendas. Nada mais errado! Até porque os privados entraram com apenas um quarto dos 897 milhões de euros em que orçava o investimento.

O restante foi garantido pelo estado português, através do Fundo de Coesão da União Europeia (36%), da cedência da receita das portagens da Ponte 25 de Abril (6,0%), e por um empréstimo do Banco Europeu de Investimentos (33%). O verdadeiro investidor foi o estado português, que assim garantiu a privados uma tença milionária ao longo de anos. Só em 2010, as receitas das portagens atingiram quase 75 milhões de euros.

Ao mesmo tempo, os privados eliminavam a concorrência, pois garantiam que ninguém poderia construir uma nova travessia no estuário do Tejo sem lhes pagar o respectivo dízimo.

Para piorar a situação, o estado negociou, ao longo de anos, sucessivos acordos para "a reposição de reequilíbrio financeiro", através dos quais se foram concedendo mais vantagens aos concessionários. Ainda antes da assinatura do contrato de concessão, já o estado atribuía uma verba de 42 milhões de euros à Lusoponte para a compensar por um aumento de taxas de juro. Mas os benefícios de taxas mais baratas, esses reverteram sempre e apenas para a Lusoponte. Sem razão aparente, o estado prolongou ainda a concessão por sete anos, provocando perdas que foram superiores a mil milhões. E muito mais... um poço sem fundo de prejuízos decorrentes de favorecimentos à Lusoponte.

Aqui chegados, só há agora uma solução justa: a expropriação da Ponte Vasco da Gama, devolvendo aos privados o que lá investiram. As portagens chegam e sobram para tal. Não se pode é continuar a permitir que, por pouco mais de duzentos milhões de euros, uns tantos senhores feudais se tornem donos de uma ponte que não pagaram, cativem as receitas da "25 de Abril" e sejam donos do estuário do Tejo por toda uma geração.
(Paulo de Morais, CM12)

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História da ponte sobre o Tejo

 ● 19/03/15




Inaugurada a 6 de Agosto de 1966, um sábado – e o tráfego abriu às 15 horas.



Documentário sobre a construção da emblemática ponte sobre o Tejo, cuja construção se iniciou em 1962. É constituída por uma estrutura metálica, suspensa, com cerca de 2300 m de comprimento entre ancoragens. As duas torres principais atingem uma altura de 190,5 m acima do nível da água. À data da sua construção foi considerada a maior ponte fora dos EUA.
Veja também: A Ponte mais bonita da Europa é portuguesa.

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A ponte mais bonita da Europa é portuguesa

 ● 28/11/13
A European Best Destinations, organização sem fins lucrativos localizada em Bruxelas, elegeu as 15 pontes mais bonitas da Europa, sendo que duas delas ficam em Lisboa e uma no Porto.

A Ponte 25 de Abril, em Lisboa, lidera a lista agora divulgada pela entidade. Relativamente à obra lisboeta, inaugurada em 1966 e que, inicialmente, se chamava Ponte Salazar, salientam-se as suas semelhanças com a Golden Gate de São Francisco, nos EUA. Os dois outros lugares do pódio são ocupados pela Tower Bridge de Londres, em Inglaterra, e pela Vecchio de Florença, em Itália. A Ponte 25 de Abril não é a única obra portuguesa a estar presente na lista divulgada pela European Best Destinations.

1º - Ponte 25 de Abril  (Ponte sobre o Tejo)

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5º - Ponte Luís I



A 5ª posição é ocupada pela Ponte Luís I, localizada no Porto e considerada, por muitos, como um verdadeiro “ex-líbris” da cidade. Inaugurada em 1886, a ponte é uma obra do engenheiro Théophile Seyring, um dos discípulos de Eiffel.


14º - Ponte Vasco da Gama



O 14º lugar é também português e diz respeito à Ponte Vasco da Gama, inaugurada em 1998, e considerada pela entidade promotora da lista como “a mais longa ponte da Europa (incluindo viadutos)”, com um total de 17,2km.



Conheça agora a lista completa:
AS 15 PONTES MAIS BONITAS DA EUROPA

1.   Ponte 25 de April – Lisboa, Portugal (conheça a história da Ponte)
2.   Tower Bridge – Londres, Inglaterra
3.   Vecchio – Florença, Itália
4.   Bastei – Lohmen, Alemanha
5.   Ponte Luis I – Porto, Portugal
6.   Millau – Millau, França
7.   Széchenyi Lánchíd – Budapeste, Hungria
8.   Rialto – Veneza, Itália
9.   Kapellbrücke – Lucerna, Suíça
10. Puente Nuevo – Ronda, Espanha
11. Stari Most – Mostar, Bósnia
12. Fort de Roovere – Halsteren, Holanda
13. Garabit – Ruynes-en-Margeride, França
14. Ponte Vasco de Gama – Lisboa
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