Portugal Glorioso: Uniao Europeia
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Mais banqueiros condenados na Islândia

 ● 13/02/16 coment

O país que prendeu banqueiros e demitiu dois primeiros-ministros



Sigurdur Einarsson, Hreidar Mar Sigurdsson, Magnus Gudmundsson e Olafur Olafsson

A sentença de dois tribunais islandeses foi pronunciada esta semana, com a condenação de mais cinco banqueiros a penas de prisão, acusados por crimes financeiros que conduziram ao colapso financeiro do país em 2008. Três antigos dirigentes do Banco nacional e dois do Banco Kaupthing, um dos maiores da ilha – e que chegou a empregar mais de três mil pessoas antes da crise – completam o grupo de 26 ex-gestores da banca e corretores financeiros que já foram condenados.

Ao todo, somam-se 74 anos de prisão prescritos para todos os condenados, segundo o site da Iceland Magazine. Os arguidos ligados ao Kaupthing receberam a pena mais dura, em processos ligados ao banco na Islândia e na sua filial luxemburguesa. Apesar de a pena máxima na ilha ser de seis anos para este tipo de crimes, avança ainda a revista, a repetição destes delitos pode aumentar a moldura penal prevista.

Ao contrário da União Europeia, à qual não pertence, a Islândia iniciou um processo de nacionalização dos bancos falidos, mas em que o estado manteve poder de decisão efectivo sobre quaisquer transacções. O país entrou em default, negociou com os credores e tem feito uma recuperação económica gradual desde que o processo de resposta à crise foi iniciado.
(SOL2016)

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Sociedade pequena, flexível e dinâmica, islandeses mudam com grande rapidez. Desde a crise foram presos 29 banqueiros e um ex-chefe do governo foi levado a tribunal. E porque não em Portugal? Simples. Falta consciência colectiva, participação cívica e coragem. (Paulo de Morais)

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Islândia saiu da crise porque «não deu ouvidos» à UE

 ● 17/02/15 coment
O presidente da Islândia, Olafur Ragnar Grimsson, atribui parte do sucesso da recuperação da Islândia ao facto de o país não ter dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente à Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade.


Fonte: jornaldenegocios

O colapso da banca em 2008 arrancou mais de 10% da riqueza da Islândia em apenas dois anos e mais do que duplicou a taxa de desemprego para o nível recorde de 11,9%. No entanto, a Islândia foi um dos países europeus que mais depressa sacudiu a poeira da crise, tendo a economia regressado ao crescimento em 2011.

Assente no turismo, nas exportações de peixe e na indústria de alumínio, a economia islandesa recuperou o terreno perdido. A taxa de desemprego oscila, actualmente, entre 3% e 4%, e o Governo antecipa um crescimento de 3,3% do PIB este ano.

O presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson (na foto), atribui parte do sucesso ao facto de não terem dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente a Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade para suportar a recuperação económica. O presidente sublinhou que, no caso da Islândia, a União Europeia se equivocou. "Porque deveriam ter razão noutros casos?", acrescentou.

Numa conferência realizada esta quinta-feira, em Espanha, Olafur Grimssom recomendou à União Europeia que retire conclusões sobre a crise e a recuperação da ilha, frisando que é necessário manter o equilíbrio entre "a democracia" e os "interesses económicos". "Os interesses económicos numa mão e a democracia na outra", frisou, citado pelo El País.

Questionado sobre a situação da Grécia, o responsável defendeu que a população não deve sofrer com os duros cortes orçamentais, e referiu a estratégia usada pelo seu país, que passou por renegociar a dívida – depois de um referendo em que os islandeses recusaram pagar pelos erros dos seus bancos – e desvalorizar a moeda. No entanto, a ilha manteve rigorosos controlos de capital desde 2008, e só agora começa a pensar eliminar as restrições que impossibilitam a livre circulação de fundos.

Recorde-se que, em 2008, a Islândia necessitou de recorrer ao FMI para obter financiamento, tendo sido dos primeiros países a ser alvo de um resgate na sequência da crise que teve início com a falência do Lehman Brothers.

Contudo, a recuperação foi muito rápida. Em Agosto de 2011, a Islândia já estava a terminar o programa de ajustamento do FMI, e com palavras elogiosas ao País. "O programa apoiado pelo Fundo foi um sucesso e os objectivos foram cumpridos", escreviam os técnicos na última avaliação do programa. A economia regressou ao crescimento logo nesse ano e o desemprego começou a cair. A moeda estabilizou, assim como a dívida.

Durante o programa de resgate, a Islândia deu também início às negociações para aderir à União Europeia mas, no ano passado, decidiu rompê-las. O presidente assegura agora que essa opção "não está esquecida", visto que uma parte da população ainda defende essa integração.

Olafur Grissom explicou ainda que a economia está hoje apoiada no turismo e nas exportações de peixe, sobretudo bacalhau. A indústria turística está a crescer há três anos, a um ritmo de 15% a 20%. O país, que tem 320 mil habitantes, recebe todos os anos cerca de um milhão de turistas, provenientes da Europa e Estados Unidos, e agora também da Ásia.
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Juncker: «Pecámos contra a dignidade de Portugal»

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O Presidente da Comissão Europeia admitiu que a troika não tem legitimidade democrática e criticou a postura da anterior comissão, liderada por Durão Barroso.



Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, acusou a troika de beliscar a dignidade dos portugueses e acusou a anterior Comissão Europeia, liderada por Durão Barroso, de confiar "cegamente".

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UE privatiza água em Portugal secretamente!

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Privatização da água está a avançar em Portugal a passos largos, como a UE planeou. Este vídeo é aterrador. Os preços da água privatizada disparam, veja no video os relatos dos utentes.
texto e video: Maria Fátima Carreira.

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«Embaixadas portuguesas na Europa não servem para nada» Paulo Morais

 ● 12/01/15 coment
As embaixadas na Europa não servem para nada, são apenas residências de férias permanentes para os embaixadores, família e amigos.




As Embaixadas portuguesas nas capitais europeias devem encerrar

São completamente inúteis.
Não apoiam os emigrantes, pois esta é uma função dos Consulados.

Não apoiam empresas nacionais, pois na Europa não há quaisquer restrições formais à internacionalização.

Não definem políticas europeias, este é um assunto tratado pelas representações diplomáticas em Bruxelas, junto da UE.

Não servem para nada.
São residências de férias permanentes de embaixadores e hotéis de fim-de-semana para membros do governo. Encerrem-nas.
Paulo de Morais
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Revolução na Islândia divulgada apenas pela Internet

 ● 10/09/14 coment

Islândia: revolução silenciada. Por que será?

A recusa do povo em pagar as dívidas que as elites abastadas tinham contraído, gerou algum medo no seio da União Europeia. Prova disso, foi o absoluto silêncio nos media sobre o que aconteceu na Islândia.

A Islândia condenou quatro banqueiros do banco Kaupthing a penas de prisão.



Na Islândia: O povo obrigou a demissão em bloco do governo; Os principais bancos foram nacionalizados e foi decidido não pagar as dívidas que eles tinham contraído junto dos bancos do Reino Unido e da Holanda, dívidas geradas pelas suas más políticas financeiras; Foi constituída uma assembleia popular para reescrever a Constituição.

Em resumo: Demissão em bloco de um governo inteiro; Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais; Prisão dos responsáveis pela crise; Reescrita da Constituição pelos cidadãos.

Islândia: revolução divulgada apenas pela Internet. Por que será?
Veja o vídeo, legendado em português, e tire as suas conclusões.



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Veja: Islândia saiu da crise porque «não deu ouvidos» à UE.

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«Portugal está doente!» - Pacheco Pereira

 ● 30/11/13 coment

BES intermediário dos milhões da UE. Para onde foram?


"Portugal está doente! E é uma doença que não se divide entre esquerda e direita" - Pacheco Pereira



"Eu acho que Portugal está doente! E é uma doença que não se divide entre esquerda e direita, nem entre PS e PSD. As pessoas aceitam argumentos, culpas (pela crise) que não tem nenhum sentido aceitar. E o que se passa hoje com o BES/GES, é revelador dessa doença", diz Pacheco Pereira, numa notável intervenção. "BES intermediário dos milhões que vinham da UE. Para onde foram?

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Comissão Europeia: 8 milhões em jactos privados e festas

 ● 28/11/13 coment
A Comissão Europeia e o seu presidente Durão Barroso, em tempos de austeridade, enquanto pede sacrifícios aos contribuintes da união europeia, gastam mais de 8 milhões de Euros em festas, férias luxuosas e jactos privados. Durão Barroso terá gasto 28 mil euros apenas numa estadia de 4 noites em Nova Iorque


Barroso terá gasto 28 mil euros numa estadia de 4 noites em Nova Iorque /REUTERS

Enquanto exige aos países da zona euro mais austeridade para reduzir o défice, a Comissão Europeia (CE) não tem refreado os seus próprios gastos. De acordo com uma investigação jornalística, os comissários europeus gastaram cerca de oito milhões de euros em jactos privados, festas e férias luxuosas.

Os números são avançados pelo jornal britânico Daily Telegraph, com base numa investigação do Bureau of Investigative Journalism, uma entidade sem fins lucrativos dedicada à investigação jornalística.

De acordo com o jornal britânico, mais de 7,5 milhões de euros foram gastos entre 2006 e 2010 só em jactos privados. A isso junta-se a factura de limusinas, estadias em hotéis de cinco estrelas, festas e presentes luxuosos.

Um dos exemplos dados pelo jornal é o do presidente da CE, Durão Barroso, que gastou 28 mil euros numa estadia de quatro noites num hotel em Nova Iorque, em Setembro de 2009, durante a cimeira das alterações climáticas das Nações Unidas.

Em festas de luxo, foram gastos cerca de 300 mil euros, com destaque para uma em Amesterdão, que custou 75 mil euros. Neste tipo de eventos, a CE contratou orquestras e ofereceu presentes luxuosos, como botões de punho, canetas de tinta permanente e jóias da Tiffany.

De acordo com o Daily Telegraph, a divulgação destas notícias está a gerar polémica no Reino Unido, ainda para mais numa altura em que a Comissão Europeia pediu um aumento de 4,9 por cento no orçamento do próximo ano.

"Os contribuintes europeus estão a enfrentar decisões duras sobre os seus orçamentos e é tempo de a comissão analisar bastante as suas prioridades de despesa", afirmou o ministro britânico para a Europa, David Lidington, salientando que "qualquer evidência de extravagância e desperdício irá prejudicar não só os comissários envolvidos mas também a União Europeia como um todo".

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Escandaloso! Parlamento Europeu instituição de LUXO

 ● 12/11/13 coment

Parlamento Europeu instituição de LUXO




Imagens e relatos que nos mostram o que se passa em Bruxelas e Estrasburgo. O que (não) fazem e o que gastam, sem terem de prestar contas a ninguém. Um escândalo!

video:

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