Portugal Glorioso: banca
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Banqueiros querem cobrar uso de multibanco: «É preciso ter lata!» Clara Alves

 ● 24/05/19 coment

Banqueiros querem cobrar uso de multibanco: «É preciso ter lata!»



Banqueiros defendem que multibanco deve ser pago

Os presidentes do BCP, BPI, Caixa Geral de Depósitos e Novo Banco consideram que as caixas automáticas estão a prestar um serviço e que, por isso, a sua utilização deve ser paga.

«É uma atitude absolutamente desprezível. É preciso ter lata»
A opinião de Clara Ferreira Alves sobre a intenção da banca em avançar com a cobrança de comissões aos clientes no Multibanco.
(video fonte: sicnoticias.pt)


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Bens de Salgado no Paraguai escapam a arresto: 884 milhões

 ● 20/03/19 coment

Herdades com uma extensão equivalente a duas ilhas da Madeira

"Hoje, após lá termos posto nove mil milhões (dinheiro dos contribuintes, ao contrário do que diz Costa), o delinquente continua soltinho, a gozar a vida". (Joana Amaral)

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Agora soube-se que Ricardo Salgado tem propriedades no Paraguai avaliadas em 884 milhões de euros, com uma extensão equivalente a duas ilhas da Madeira. Bens que não foram arrestados. E é possível que como esses haja outros.

Há quase cinco anos, fomos informados que o Dono Disto Tudo tinha levado o BES ao fundo. Hoje, após lá termos posto nove mil milhões (por enquanto), o delinquente continua soltinho, a gozar a vida. Sempre cultivou a promiscuidade com os vários governos, estando envolvido nos submarinos alemães, na implosão da PT, na privatização da EDP. Só isso pode justificar que não esteja atrás das grades. Isso, e o facto de muitos dos seus cúmplices na política também continuarem impunes. (Joana Amaral Dias)



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«Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros»

 ● 31/01/19 coment
Raquel Varela: "Uma das coisas que ficámos a saber com esta lista, é que nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros".

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Se houvesse uma auditoria a todos os banqueiros que salvámos - com o argumento demagógico de que estávamos a salvar o sistema bancário salvando os banqueiros (na realidade estávamos a destruir os bancos salvando banqueiros) - nenhum português com o mínimo de sentido de justiça social aceitaria um desempregado, um salário baixo, um precário, uma consulta adiada, uma escola sem qualidade. Mas não houve. Nunca é demais recordar que não salvámos o sistema bancário, pelo contrário, ele faliu, e hoje a banca portuguesa não existe - é uma sucursal do Santander. O que salvámos - perdendo milhares de empregos e arrasando o país nos direitos laborais - foram investidores privados. Sim, pelo que foi tornado público esta semana, e é o grande escândalo do ano, o médico que saiu do SNS por ganhar muito mal, o professor exausto, estão a pagar piscinas privadas e campos de golf. Já sabíamos, ver com os olhos doí mais, porém. (Raquel Varela - face):

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"Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros. (...) E a reacção do Estado não foi dizer "mil desculpas e perdões". Não! Foi dizer "ai a lista não devia ser tornada pública". Enquanto não existir um movimento popular a sério, este regabofe vai continuar".

Raquel Varela, RTP3:

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«Oliveira e Costa foi condenado. Mas não está preso» Paulo Morais

 ● 24/06/17 coment
Oliveira e Costa está a gozar férias, tranquilamente, neste exacto momento. Foi CONDENADO a 14 anos de cadeia. Mas... NÃO ESTÁ PRESO. Entretanto, há dois milhões de portugueses pobres, que continuam a pagar a factura das burlas de Oliveira e Costa.



Oliveira e Costa foi CONDENADO a 14 anos de cadeia.

Era Presidente do BPN, "a maior burla da história da Justiça portuguesa julgada até ao momento", segundo o juiz do processo. Mas... NÃO ESTÁ PRESO. Apesar de julgado e condenado, continua tranquilamente em liberdade, mantém todos os seus privilégios. Também nem devolveu um único euro dos sete mil milhões que esta burla custou aos portugueses. Nem ele, nem os amigos. Exigem-se explicações por parte da Justiça.

Entretanto, há dois milhões de portugueses pobres, que continuam a pagar a factura das burlas de Oliveira e Costa. Este é mais um sintoma da falência iminente do nosso regime. 7 000 000 000 - Prejuízo que todos continuamos a pagar, através do Orçamento de um Estado que parece já nem ser um Estado de direito.
Paulo de Morais

"Condenado a 14 anos de prisão, continua em liberdade, enquanto pagamos os milhões da sua delinquência no BPN. Sempre que me falam de Oliveira e Costa, lembro-me da velhinha que foi presa por furtar num supermercado..."
Hernâni Carvalho

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«Banqueiros sugam os contribuintes. BASTA!» Paulo Morais

 ● 23/08/16 coment

Ajudas públicas à banca portuguesa superam os 14 mil milhões euros desde 2008




Desde que a crise explodiu em 2008, o Estado português gastou mais de 14.000 milhões de euros na Banca, número que pode continuar a crescer devido a incógnitas como a venda do Novo Banco e o futuro da Caixa Geral de Depósitos. (fonte: Agencia Efe)

Banksters: os banqueiros (verdadeiros gangsters) sugam os contribuintes, com a ajuda dos seus lacaios, os governantes. Pelo que se anuncia, esta realidade só tenderá a piorar.
Acho que BASTA!
Paulo de Morais

actualização, Março 2018:

Ajudas à banca já custaram 17 mil milhões a contribuintes.

O investimento estatal na CGD, de 3,9 mil milhões de euros, mais os juros que os contribuintes têm de continuar a suportar pelas ajudas prestadas à banca na última década, ascenderam, no ano passado, a 4,5 mil milhões de euros. Isto faz que a factura total dos portugueses com a crise e a estabilização do sistema financeiro ascenda a 17,1 mil milhões (desde 2007), quase 9% do PIB a preços actuais.
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«Não temos condições para salvar mais bancos. O país está a esvair-se»

 ● 29/07/16 coment

Um Banco nunca faliu por falta de pagamento do Estado, os Estados estão a falir por pagar a Banca falida.





Desde 2008 foram colocadas na banca privada e privada-pública o equivalente a perto de 1/3 do PIB. Metade dos activos da banca mundial eram «sombra» em 2012, segundo o próprio G20.

Não são os Estados que dependem dos mercados, são os mercados que dependem dos Estados. Um Banco nunca faliu por falta de pagamento do Estado, os Estados estão a falir por pagar a Banca falida.

O SNS, as escolas, a justiça, o bem público está em causa.

A ideia de que não há escolhas face ao colapso do sistema bancário é no mínimo estranha. Outra premissa por provar é que a Caixa é um banco público. É? Depende. A parte que está a ser recapitalizada é, com nome e morada, a parte de negócios privados. Há várias formas de resolver a semi falência da Caixa - e há outras que estão por inventar.

Os seres humanos caracterizam-se pela invenção de resolução das questões colectivas e individuais e não pelo mimetismo sistemático do passado - se assim fosse estávamos a recolher bagas na floresta em vez de andar em aviões.

A Caixa não deve ser recapitalizada, na minha opinião - porque isso vai elevar a dívida e os cortes no Estado Social para a pagar - deve haver expropriação de activos de todos os bancos salvos, aliás prevista na lei, e ser criado um banco público sob controlo público, que não é o mesmo que um banco público de gestores partidários para fazer negócios privados, garantidos por impostos gerais. Devem ser garantidos os depósitos individuais - até um valor médio, porventura 50 mil euros -e o resto falir, começar de novo. Estou convencida de que não há outra forma de salvar o país.

Raquel Varela
Historiadora. Investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova.
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Caixa: «Um escândalo público e não pode passar sem consequências»

 ● 16/06/16 coment

Sousa Tavares: o que aconteceu à Caixa é um escândalo público e não pode passar sem consequências





Miguel Sousa Tavares diz que "o que aconteceu à Caixa é um escândalo público e não pode passar sem consequências. Vai ter que ser investigado, mas a sério.
(...)
Eu estava convencido que ter um banco era um grande negócio. Afinal, não! Em Portugal é um péssimo negócio, todos perdem dinheiro. Será que são todos incompetentes ou será que andaram a brincar com o fogo?"

video:

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Banco de Portugal gastou mais de 2 M€ em carros de alta cilindrada

 ● 21/03/16 coment


O Banco de Portugal gastou 2,1 milhões de euros (mais IVA) na aquisição de automóveis novos para os seus colaboradores desde 2011. Este é o valor global dos 54 contratos publicados pelo banco central no portal Base durante este período.

Video: SIC Noticias 2015
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1 MÊS de reforma de Jardim Gonçalves sustentava creche durante 17 ANOS

 ● 06/11/15 coment



1 MÊS de reforma de Jardim Gonçalves sustentava creche durante 17 ANOS

Reforma de Jardim Gonçalves causa reacções de indignação!


O fundador do Banco Comercial Português, Jardim Gonçalves, recebe uma reforma mensal de 175 mil euros, com direito a motorista, guarda-costas e avião privado. Frei Fernando Ventura diz que apenas um mês dessa reforma dava para sustentar uma creche durante 17 anos.

video:

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Esquema da Banca desmascarado por Gomes Ferreira

 ● 22/05/15 coment



Porque não estão as obrigações do tesouro acessíveis aos Portugueses?
Porque razão Portugal pede dinheiro emprestado ao estrangeiro, pagando 6% de juros e não o propõe aos portugueses (seguramente haveria muita gente interessada em aplicar as suas poupanças a juros com esse valor) Uma vez mais o interesse da alta finança está em causa. Os bancos não querem concorrência! Querem manter o dinheiro dos aforradores ao seu cuidado e não fora dele, claro!


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Bava, o melhor CEO da Europa e arredores, é "entalado" por deputada do BE

 ● 17/02/15 coment

O melhor CEO da Europa e arredores é "entalado" por deputada do Bloco



A deputada do Bloco, Mariana Mortágua, acusou de amadorismo o ex-presidente executivo da Portugal Telecom, Zeinal Baba, face às respostas que foram dadas pelo gestor, acerca da alta concentração da tesouraria da operadora no GES.
Bravo!



Veja: Gestores portugueses são dos piores da Europa! Conclusão de estudo internacional
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Paulo Morais revela destino dos 3 mil milhões do BES

 ● 13/12/14 coment

Paulo Morais revela destino dos 3 mil milhões do BES




Foi tudo aos milhões! Foi fartar, vilanagem!


Uma das principais causas da derrocada do BES Portugal resulta de um enorme desvio de capitais para Angola, da ordem dos três mil milhões euros. E qual foi o destino desse dinheiro? Evaporou-se? O antigo presidente do BES Angola, Álvaro Sobrinho, disse que não sabia onde estava o dinheiro o que é, no mínimo estranho, porque nos bancos há papeis, há registos. Mas então, para onde é que foi esse dinheiro?

video:

Para onde é que foi esse dinheiro? Foi, essencialmente, para a elite do MPLA: dirigentes políticos angolanos, numa lista interminável encabeçada por um crédito de 800 milhões de dólares autorizado a Marta dos Santos, irmã do presidente.

Tudo empréstimos sem garantia. 
Os membros do comité central do MPLA receberam empréstimos sem garantia, aproximadamente, da ordem dos 10 milhões de dólares cada um. O mais curioso, é que há um General a quem pedem o dinheiro de volta, ele tem o descaramento de dizer: "eu pensei que isto era oferecido". E de facto, é oferecido porque não há garantias. Foi tudo aos milhões! Foi um fartar, vilanagem!

Mas há algo ainda mais dramático que é: parte das compras que as elites angolanas fizeram em Portugal foram feitas, não com dinheiro que vinha de Angola, mas com dinheiro dos depositantes do BES. Isto é completamente imoral para quem foi depositante do BES: saber que, aqui bem perto em Aveiras de Cima, há uma propriedade dos filhos de Eduardo dos Santos que foi comprada, não com dinheiro do petróleo angolano, mas com dinheiro dos depositantes do BES.

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Se deviam estar todos presos, porque é que não estão?

 ● 25/11/14 coment

Daí a pergunta: porque é que não estão todos presos?





Até agora considerava-se que, entre todos os bancos portugueses que tiveram problemas, só o BPN era verdadeiramente um caso de polícia. Mas à medida que se conhecem mais pormenores sobre o que se passou nos últimos meses no BES cada vez temos mais a certeza que estamos perante um segundo caso de polícia.

Daí a pergunta: porque é que não estão todos presos?

Se não, vejamos. Depois de ter sido proibido pelo Banco de Portugal de continuar a conceder novos créditos ao Grupo Espírito Santo a partir de Janeiro deste ano, o BES continuou a fazê-lo - e, segundo as indicações, fê-lo no montante de 1,2 mil milhões de euros. E das duas uma: ou fê-lo com conhecimento de toda a administração, que sabia da proibição do Banco de Portugal; ou fê-lo por decisão de apenas duas pessoas - Ricardo Salgado e Amílcar Morais Pires.

No primeiro caso, todos deviam estar já presos; no segundo, os dois deviam estar detidos. Para além de desobedecerem ao banco central, lesaram gravemente o património do banco, sabendo conscientemente que o estavam a fazer.

Quanto aos outros membros do conselho de administração, se não foram coniventes, foram pelo menos incompetentes. Tinham responsabilidades em várias áreas de controlo da actividade do banco e ou não deram por nada ou, se deram, não fizeram nada. Por isso, fez muito bem o Banco de Portugal em afastar Joaquim Goes, António Souto e Rui Silveira.

Mas e a Tranquilidade?

A Tranquilidade que também continuou a investir em empresas do GES este ano sabendo do estado em que se encontravam? O presidente executivo Pedro Brito e Cunha, que é primo de Ricardo Salgado, tomou essas decisões com base em quê? Na relação familiar, como é óbvio. Devia estar detido igualmente. Lesou gravemente e de forma consciente o património da seguradora. E Rui Leão Martinho, o presidente não executivo da Tranquilidade e ex-presidente do Instituto de Seguros de Portugal, não sabia de nada?

De novo, das duas uma: ou é incompetente ou foi conivente. Em qualquer caso, já se devia ter demitido ou ter sido demitido. Mas a verdade é que o Instituto de Seguros de Portugal parece estar perdido em combate. O presidente José Almaça não tem nada para dizer? Não tem nada para fazer?

Já agora, António Souto, que o BdP suspendeu da administração do BES é membro do conselho de administração da Tranquilidade. Vai continuar neste cargo? E Rui Silveira, igualmente afastado da administração do BES, é do conselho fiscal  da Tranquilidade. Também se vai manter na seguradora?

Por tudo isto se vê o polvo em que se tornou o GES, tendo no seu centro o BES. Nem todos têm as mesmas responsabilidades. Mas há vários dos seus dirigentes que já deviam estar detidos e sem direito a caução pelos danos que estão a causar a muitos dos que neles País confiaram e ao próprio País.

Então, a pergunta é: - Porque é que não estão todos presos?
E a resposta, óbvia, só pode ser: - Porque eles são, de facto, os donos disto tudo. Das leis, da Justiça, dos governos, do parlamento. E, por consequência, de todos nós.
(Expresso) 
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Mais de 96 ex-governantes deram em banqueiros!

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Desde o 25 Abril 1974, 96 governantes ocuparam cargos na banca



por Nuno Aguiar do Massa Monetária 2014

Em 19 Governos Constitucionais, (pelo menos) 96 ministros e secretários de Estado portugueses ocuparam cargos em mais de 20 Bancos. Uma média de cinco governantes por Executivo.

Esta investigação teve como base a informação compilada por Jorge Costa para o documentário "Donos de Portugal". O nosso exercício concentra-se apenas no sistema financeiro, e a primeira conclusão é a mais óbvia, mas talvez a mais impressionante: 96(!) governantes. Uau! Em apenas 19 Governos Constitucionais…Desta lista de quase uma centena, só dois – Artur Santos Silva e Vasco Vieira de Almeida – ocuparam cargos executivos apenas em governos provisórios.

O campeão é Rui Machete, (ex)ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, que ocupou cargos em seis bancos diferentes ao longo da sua carreira, também muito preenchida politicamente (foi ministro em dois Governos Constitucionais e um Governo Provisório). Depois surgem vários governantes com posições em três bancos diferentes: Alexandre Vaz Pinto, Almerindo Marques, António Nogueira Leite, Carlos Tavares, Luís Alves Monteiro e Luís Mira Amaral.

Optámos por deixar de fora alguns gigantes da banca já não existem, uma vez que a informação é, por vezes, muito difícil de obter. É esse o caso do Banco Pinto & Sotto Mayor, a União de Bancos Portugueses, o Banco Português do Atlântico, Fonsecas & Burnay, Totta & Açores ou o Banco de Fomento e Exterior. A inclusão destes bancos não traria muitos nomes novos para a lista, mas mostraria como alguns políticos “rodaram” por muito mais instituições financeiras. Almerindo Marques e Miguel Cadilhe, por exemplo, tiveram cargos em pelo menos dois dos bancos citados em cima. Carlos Tavares, actual presidente da CMVM, em quatro.

Se dividirmos os governantes por partidos políticos, a lista revela-se "alaranjada", mas com muito muitos tons rosa. O critério para atribuição de cor é o Governo em que serviram. Dos 96 governantes, 53 são identificados com o PSD, 30 com o PS e 5 com o CDS-PP. Os restantes 8 são classificados como “independentes”, porque tiveram pastas em Executivos de coligação e não têm filiação partidária pública (a maioria pertenceu a Executivos PSD/CDS).

Se tivermos em conta apenas ministros e primeiros-ministros, a concentração de governantes com cargos em bancos é clara entre meados dos anos 80 e meados dos anos 90. O maior destaque vai para o XI e XII Governos Constitucionais, liderados por Cavaco Silva, com 12 e 10 ministros, respectivamente, que foram quadros da banca. O V Governo Constitucional, com Maria de Lurdes Pintassilgo como primeiro-ministro, foi o único em relação ao qual não foi possível identificar ministros ou secretários de Estado com cargos na banca.

Estará o cargo na banca alinhado com a pasta detida no Executivo? À primeira vista, a especialização em finanças não parece ser o critério. Dos 96 governantes desta lista, apenas 27 ocuparam nos governos cargos sob a asa do Ministério das Finanças.

Se olharmos para uma distribuição por instituições financeiras, a lista é liderada pela Caixa Geral de Depósitos, com 23 governantes, o que já seria de esperar do banco público. A seguir surge o BES, a quem associamos 22 nomes, seguido pelo BCP com 20. O fosso é grande a partir daqui. Pelo BPI passaram 8 governantes, pelo BPN/Efisa, Banif, Santander e BPP 7. De fora da análise ficou o Banco de Portugal, que estaria à frente de todas estas instituições.
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Donos de Portugal - Famílias dominantes nos últimos 100 anos

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As famílias que dominaram Portugal nos últimos 100 anos





Mais aqui: Mais de 96 ex-governantes deram em banqueiros!




Donos de Portugal é um documentário (obrigatório/arrepiante) sobre 100 anos de poder das famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.... No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.
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«85% da dívida foi gerada por décadas de corrupção» diz Paulo Morais

 ● 12/04/14 coment


A opinião pública está contaminada por um discurso oficial que diz que "os portugueses andaram a gastar muito acima das suas possibilidades, um bando de malucos que andou a comprar telemóveis, férias e com isso levaram o País a este estado. Agora têm que ser castigados e o castigo é a austeridade". Isso são mentiras absolutas! A dívida e a crise só tem um responsável: a corrupção de que somos vitimas há 20 e tal anos. (Paulo Morais)



9 DE DEZEMBRO: DIA MUNDIAL DO COMBATE À CORRUPÇÃO.
O combate que falta em Portugal.
É esse o nosso combate para 2018: exigir a devolução de toda a riqueza que tem sido roubada ao povo português. A recuperação destes activos permitiria a baixa de impostos e a redução significativa da dívida. A recuperação de activos desviados pela corrupção é aliás uma das determinações da Declaração das Nações Unidas Contra a Corrupção (aprovada há 14 anos, neste mesmo dia).
Paulo de Morais
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Resolveram o problema dos Bancos com dinheiro do povo. Deviam ser todos presos

 ● 19/03/14 coment



«O povo anda a subsidiar as falências dos Bancos»


Hernâni Carvalho: "Os Governos resolveram o problema dos Bancos com dinheiro do povo. Esses governantes deviam ser todos presos".

video:


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«Portugal está doente!» - Pacheco Pereira

 ● 30/11/13 coment

BES intermediário dos milhões da UE. Para onde foram?


"Portugal está doente! E é uma doença que não se divide entre esquerda e direita" - Pacheco Pereira



"Eu acho que Portugal está doente! E é uma doença que não se divide entre esquerda e direita, nem entre PS e PSD. As pessoas aceitam argumentos, culpas (pela crise) que não tem nenhum sentido aceitar. E o que se passa hoje com o BES/GES, é revelador dessa doença", diz Pacheco Pereira, numa notável intervenção. "BES intermediário dos milhões que vinham da UE. Para onde foram?

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