Portugal Glorioso: lobby_energia
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«Requiem pelo direito à greve em Portugal» Joana Amaral

 ● 17/08/19 coment
Joana Amaral Dias: Passadeira vermelha estendida para todos os populismos virulentos.



Bloco de esquerda, Partido Comunista Português, ala esquerda do PS, fãs cegos da geringonça - cubram a vossa cara de vergonha, o corpo de penas e alcatrão e ponham -se a andar. Traidores. Pérfidos.

Então, um governo supostamente de esquerda, suportado pela esquerda parlamentar, levou ao colo uma associação empresarial e, apoiando todas as suas posições, imiscuindo-se de um conflito entre privados, esmagou os trabalhadores. Partiu-lhes a espinha. O executivo impôs medidas violentas suportadas pela força repressiva, mobilizou o seu poder para quebrar uma greve, abalroando os direitos constitucionais.

Requiem pelo direito à greve em Portugal. Passadeira vermelha estendida para todos os populismos virulentos. O pior ainda está para vir.
Joana Amaral Dias

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«Situação económica dos trabalhadores portugueses é absolutamente insustentável»

 ● 16/08/19 coment

A greve dos camionistas - Raquel Varela



A greve dos motoristas de matérias perigosas esteve em análise na SICN, com Raquel Varela: "O Governo tomou medidas que são absolutamente intoleráveis, anti-democráticas e autoritárias que põem em causa o direito à greve. (...) A greve, sendo um direito constitucional, só pode ser posto em causa no que respeita a emergências. Mas, o que nós assistimos foi à utilização de serviços máximos para abastecer a Marina de Vilamoura..."


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Fisco perdoa milhões à Banca e Energia

 ● 18/10/18 coment

«Lista dos Benefícios fiscais: lista vergonhosa» Gomes Ferreira

O que muda com o fim do adicional do ISP na gasolina.
Gomes Ferreira diz que: "ninguém pode garantir que o preço vai descer", e revela aquilo que considera ser um escândalo, uma lista vergonhosa que acabou de sair: "no perdão em benefícios e isenções fiscais a grandes empresas, o Estado deu 2.500 milhões euros. E nós, contribuintes/pequenas empresas que precisamos do carro para trabalhar, levamos com um agravamento! É esta a justiça fiscal que temos em Portugal".
Outubro 2018

video - fonte SIC:


De acordo com o CM, que cita dados da Autoridade Tributária, cerca de 300 contribuintes tiveram, ao longo de 2017, benefícios fiscais superiores a um milhão de euros. Foi o caso da EDP (108 milhões), mas também da autarquia do Porto (87,9 milhões), Lisboa (44,9 milhões), Universidade do Minho (36,6 milhões) e o próprio Estado (49 milhões). No caso da EDP, o benefício foi aplicado graças à isenção do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Também a banca e a Galp estão nesta lista. Conseguiram beneficiar de 30 milhões e 20 milhões em impostos, respectivamente. Estes benefícios fiscais aumentaram 85 milhões em relação a 2016.

"Para uns Imposto Infernal, para outros Paraíso Fiscal. E sempre para os mesmos, já se sabe: banca com os seus delinquentes financeiros e energia. Só a EDP - que nos rouba na factura todos os meses -conseguiu maximizar os seus benefícios fiscais e ter um desconto superior a 108 milhões. A nós, o fisco não perdoa nem 10 cêntimos. Incha, contribuinte. Embrulha". Joana Amaral Dias (facebook)

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Gomes Ferreira: Isto é ROUBAR as pessoas

 ● 04/09/15 coment


Preço dos combustíveis: vamos continuar a ser enganados


Todas as bombas do país passam a ser obrigadas a vender combustíveis simples. Se a ideia era aproximar as principais marcas dos preços low cost, isso estará muito longe de acontecer. Gomes Ferreira diz: "vamos continuar a ser enganados! (...) Há uma medida de esquerda que o PS devia anunciar ao País: tabelar preços. Não sei do que está à espera, deve ter medo das Companhias".

video:


últimas: «Requiem pelo direito à greve em Portugal» Joana Amaral Dias
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Escândalo! Não há quem ponha mão na EDP?

 ● 13/12/14 coment

Escândalo! Não há quem ponha mão na EDP?





"Os portugueses pagaram seis milhões de euros por uma electricidade que não precisavam", denúncia feita pelo ex-Secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes. INACREDITÁVEL!

Veja o video.


a ver: Mexia insulta os portugueses: A electricidade não é cara

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Temos Gás Natural e ninguém diz nada...!?

 ● 08/05/14 coment
Chegou-me via e-mail o seguinte:
Num altinho de Cabeça Gorda (acho que se chama assim), que fica entre Runa e Matacães a 3Km de Torres Vedras, por volta de 1974, esteve a ser queimado durante mais de 2 meses gás natural. Ao fim dos dois meses os técnicos mandaram selar o poço. Na sequência disso, o Sr.Armindo, presidente da Junta de Freguesia de Matacães, suicidou-se. Um dos técnicos que esteve na análise deste poço já me confirmou que o gás lá encontrado dava para o nosso país pelo menos para mais de 200 anos.

O pai do Sr. Herman José foi um dos técnicos alemães que por lá andou. É pena já ter falecido para poder ele confirmar a história. Talvez o nosso humorista, que tem boa memória, consiga confirmá-la se é que alguma vez o pai lhe falou nisso. Talvez porque na altura da descoberta há quem diga que a Sacor é que mandou selar (Sacor depois GALP).

MAS... o que mais me admira, é ter aparecido há meia dúzia de meses um(a) advogado(a) da drª Isabel dos Santos com interesse em comprar uns bocadinhos de terreno mesmo encostadinhos à dita serra que pertenciam ainda à minha bisavó. E o engraçado é que dizem que a Isabel dos Santos já comprou uma quinta encostada a esses terrenos. Que coincidência..ou há coisas que andam de dia e não se vêem.

MAPA DE PETRÓLEO E GÁS AS LICENÇAS EM PORTUGAL






Naturalmente, fui procurar alguma veracidade deste caso e encontrei, entre várias informações, o seguinte: Instituto Superior Técnico Caracterização de Formações da Bacia Lusitaniana (zona emersa) para a produção de gás natural (não convencional) - Clicar no RELATÓRIO

Em resumo: 8 CONCLUSÕES
Concluiu-se, em primeiro lugar, que o gás natural, a par do petróleo, é uma importante fonte de energia. É um recurso abundante, mais limpo que os demais combustíveis fósseis e é bastante competitivo no mercado energético. A prospecção e produção deste recurso no nosso país constitui uma enorme mais valia económica, tecnológica e social. Este facto materializa-se na redução da dependência energética do exterior, criação de mais-valias para o estado (contratos de concessões, royalties, entre outros), criação de emprego, introdução de valências industriais e o incentivo à formação de quadros qualificados para desempenhar as tarefas necessárias às operações de prospecção e produção.

Concluiu-se também que, para além de prospecção de gás natural convencional, fará sentido, na zona emersa da bacia Lusitaniana, realizar trabalhos mais aprofundados de prospecção deshale gás e tight gás. À partida, quando se apresentam evidências de um recurso convencional, como é claro nos poços estudados, aplicando a teoria do triângulo de recursos, sabe-se que existem também em muito maiores quantidades recursos não convencionais mas mais difíceis de produzir. No caso específico do shale e tight gas, sabe-se que as litologias dos reservatórios mais conhecidos internacionalmente são litologias que não são estranhas à bacia Lusitaniana. Este facto é saliente quando se compara com a bibliografia, resumidamente na Tabela 13.

Todas as litologias descritas da Bacia, nas formações estudadas (Brenha e Candeeiros), enquadram-se perfeitamente no triângulo onde se “balizam os reservatórios de shale e, por conseguinte, não é possível ignorar a possibilidade de existência de reservatórios com tais características. Em relação aos mapas criados, existe uma conclusão que se destaca, após ser realizada a normalização dos volumes de vazios pela área: A zona 2, situada no concelho de Alenquer, é a zona com maior índice de vazios por área, o que significa que, quando interceptada por um poço vertical, é a zona que terá um maior índice de vazios exposto ao referido poço e, como tal, será provavelmente a área mais interessante a prospectar, sob este ponto de vista.

Embora o volume de vazios seja um bom indicador da qualidade do reservatório existem inúmeros outros parâmetros a ser considerados, mas para os quais não dispomos de informação, como por exemplo o factor de expansão do gás, pressão, temperatura, entre outros.
A produção de um qualquer bem está sujeita à lei da oferta e da procura. O caso do gás não é diferente. As flutuações de preço, quer pela conjuntura internacional quer do ponto de vista da sazonalidade, são factores que afectam a produção ao ponto de a poderem tornar não rentável. Este facto só é passível de ser contornado com uma capacidade de armazenamento para posterior venda, quando o mercado se tornar mais favorável. A produção de gás na bacia Lusitaniana tem como ponto forte a possibilidade de comportar tal armazenamento. Este armazenamento pode ser realizado em diapiros salinos que estão amplamente disseminados pela bacia Lusitaniana, oferecendo uma maior estabilidade à eventual produção.

Finalmente, sugere-se um estudo mais aprofundado às potenciais rochas-mãe existentes na bacia Lusitaniana, pois nelas jaz o potencial de poderem ser simultaneamente rochas reservatório de shale gas e shale oil. Também encontrei esta situação que poderá ser um grande entrave para a exploração directa do nosso GÁS. Clique: AQUI

Será que os interesses comerciais da REN, são superiores ao INTERESSE NACIONAL?
Fernando Tavares
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