Paz Ferreira fez um acordo ILEGAL com o Estado, para negociar, em nome de Portugal, a nova concessão do porto de Sines. (Paulo Morais)
Paz Ferreira (na foto) fez um acordo ILEGAL de prestação de serviços com o Estado, para negociar, em nome de Portugal, a nova concessão do porto de Sines. E negociou mal, muito mal, com a empresa de Singapura PSA.
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, tinha anunciado um investimento na ordem dos 300 milhões de euros, por uma concessão que deveria terminar em 2029, por dez anos. Mas o acordo final estende a concessão e as benesses até 2049 (O TRIPLO) e apenas aumenta o valor para 547 milhões de euros (MENOS DO DOBRO). Assim, o Governo faz um saldo na concessão do Porto de Sines. A PSA consegue o triplo da concessão, pagando menos do dobro do previsto.
Os portugueses, mais uma vez, vêem os seus recursos desbaratados. Paz Ferreira faz tráfico de influências contra o Estado português, que lhe paga, ainda por cima através de um contrato ilegal; ilegal, pois na sua condição de marido da Ministra da Justiça não poderia contratar com o Estado. Paulo de Morais
"Partilho o 'Negócios da Semana' em que participei. Tentei explicar alguns dos mecanismos usados pela classe política para SAQUEAR O ESTADO PORTUGUÊS".
(Paulo de Morais)
"Os Partidos comportam-se, em período eleitoral, como exércitos conquistadores à conquista do poder. E depois, quem conquista o poder, faz o que os exércitos conquistadores costumam fazer a seguir: pilhagem"(...)"A única industria que nós temos em Portugal é a industria extractiva: extractiva dos bolsos das pessoas". (João Paulo Batalha)
Negócios da Semana SIC Noticias, convidados: João Paulo Batalha, presidente da Integridade e Transparência, António Cerveira Pinto, arquitecto, Eduardo Correia, CEO na Taguspark/Professor no ISCTE, e Paulo de Morais, professor universitário.
video:
Paulo Morais: Salgado continua à solta. Goza férias quando deveria estar detido!
imagens CAPA NOVA GENTE, 01-08-2019
Ricardo Salgado já goza férias. Numa casa com 11 (onze) assoalhadas, com uma praia privativa, em Portugal, depois de tanto ter prejudicado os portugueses.
RICARDO SALGADO continua à solta. Goza férias quando deveria estar detido!
Salgado goza com a Justiça, goza com o Povo Português. E protegido pelo regime, pois é amigo de Marcelo, de António Costa, de Cavaco Silva, de Sócrates. Esteve sempre ligado aos negócios mais obscuros e ilegais: intermediação na compra (corrupta) de submarinos aos alemães; tráfico de influências na privatização da EDP, destruição fraudulenta da Portugal Telecom, eventuais subornos a Sócrates e Vara; e tantos outros. No estrangeiro, surge como o banqueiro do escândalo Mensalão, no Brasil; e associado aos problemas do Petróleo de Angola. Salgado provocou a falência do BES, do BES Angola, do GES, da Rioforte, a desgraça da PT… um coveiro de empresas à custa das quais se tornou multi-milionário.
Foi responsável pela desgraça de milhares de portugueses, residentes e emigrantes. Desacreditou os funcionários do Novo Banco (ex-BES), que andaram a vender papel comercial falso aos seus clientes. Descapitalizou muitas famílias que tinham as suas poupanças à guarda do BES, os Lesados do BES. Muitos faliram, caíram em depressão. Houve até suicídios!
Mas...o que lhe aconteceu até hoje? Nada! Salgado dispõe do cartão "Você está livre da Prisão" - no verso do cartão está lista dos políticos que foi subornando ao longo de décadas. A conclusão é a de que Portugal não é um verdadeiro Estado de Direito! Porque há INTOCÁVEIS. E assim continuará esta democracia moribunda, enquanto Salgado usa o País como se fosse seu, a seu bel-prazer, na sua praia privada. Salgado humilha a Política e a Justiça. Os actores da Política e da Justiça não se queixam! Paulo de Morais
Paulo de Morais: A deputada Elza Pais recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de dois mil euros por mês de subsídio de deslocação para Mangualde, apesar de ter a sua casa em Lisboa.
ELZA PAIS (deputada, na foto) recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de 2000 (dois mil) euros por mês de subsídio de deslocação para Mangualde... apesar de ter a sua casa em Lisboa. O caso foi denunciado publicamente, em 2018. Não consta que se tenha arrependido ou que tenha devolvido um euro . Por este tipo de comportamento, foi agora PREMIADA. É candidata em Leiria, às eleições de Outubro, pelo Partido Socialista.
É ela a Presidente (!!!) das Mulheres Socialistas.
Paulo de Morais: A deputada Clara Marques Mendes recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de dois mil euros por mês de subsídio de deslocação para Fafe, apesar de ter casa em Lisboa.
A deputada Clara Marques Mendes (na foto) recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de dois mil euros por mês de subsídio de deslocação para Fafe... apesar de ter casa em Lisboa. Foi denunciada a situação, publicamente, em 2018. Não consta que tenha devolvido um euro ou que se tenha arrependido. Por este tipo de comportamento, foi agora premiada. É candidata em Braga, às eleições de Outubro, pelo Partido Social-Democrata.
(é irmã de Luís Marques Mendes, traficante de influências e manipulador de informação).
Paulo de Morais
Paulo Morais: A deputada recebeu, do Parlamento, mais de mil euros por mês de subsídio de deslocação para Guimarães, apesar de viver em Lisboa.
A deputada Sónia Fertuzinhos recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de mil euros por mês de subsídio de deslocação para Guimarães... apesar de viver em Lisboa. Foi detectada a situação, em final de 2017. Não consta que tenha devolvido um euro ou que se tenha arrependido. Por este comportamento, foi agora premiada. É candidata, cabeça de lista, em Braga, às eleições de Outubro, pelo Partido Socialista.
(tem no governo dois familiares ministros: o marido, Vieira da Silva, José António; e a enteada, Vieira da Silva, Mariana).
Paulo de Morais
Em 2008, o BPN estava falido. O Estado, com Teixeira dos Santos como Ministro das Finanças de Sócrates, nacionalizou-o. Os contribuintes assumiram e pagaram um prejuízo de cerca de 7 000 000 000 (sete mil milhões de Euros). Mais tarde, o BPN, saneado e limpo, foi vendido ao Banco BIC, a custo praticamente ZERO.
Depois de alguns episódios, e ao fim de todos estes anos, o Presidente do BIC é... o próprio Teixeira dos Santos. Em Portugal, cadastro é currículo. Paulo de Morais
PORTO DE SINES: O acordo estende a concessão e as benesses até 2049 (O TRIPLO) e apenas aumenta o valor para 547 milhões de euros (MENOS DO DOBRO)!!!
Portugal está a soldo e em saldo!
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, tinha anunciado um acordo de concessão da 3ª fase de expansão do Terminal XXI em Sines, com a concessionária PSA prevendo planos para um investimento na ordem dos 300 milhões de euros, por uma concessão que deveria terminar em 2029, por dez anos. Mas o acordo final estende a concessão e as benesses até 2049 (O TRIPLO) e apenas aumenta o valor para 547 milhões de euros (MENOS DO DOBRO).
Assim, o Governo faz um saldo na concessão do Porto de Sines. A PSA consegue o triplo da concessão, pagando menos do dobro do previsto. O negociador com a empresa de Singapura PSA foi Eduardo Paz Ferreira, facilitador e traficante de influências. O mesmo que presidira à Comissão de Auditoria da Caixa Geral de Depósitos de 2011 a 2016. As suas auditorias não detectaram as deficiências que levaram em 2017 a uma injecção de dinheiros públicos na CGD de 5 mil milhões.
A PSA, que já tinha festejado a nomeação de Paz Ferreira, pode agora festejar o excelente negócio. Os portugueses, mais uma vez, vêem os seus recursos desbaratados. Paulo de Morais
Joana Amaral Dias: Os governantes insistem em comportar-se como donos, senhores da gleba, homens feudais e mandantes em vez de agirem como é sua estrita obrigação - serventes do povo.
A empresa que vendeu golas inflamáveis à Protecção Civil é do marido de uma autarca do PS e foi constituída dois meses após a criação do programa "Aldeia Segura". Observador
Isto ajuda a explicar muita coisa, claro. Nomeadamente, indica como o Estado - e as suas funções mais básicas como a defesa e protecção das populações - continua a ser gerido como se fosse uma cotada partidária. Os governantes insistem em comportar-se como donos, senhores da gleba, homens feudais e mandantes em vez de agirem como é sua estrita obrigação - serventes do povo.
Enfim, por isto o kit é um insulto e um perigo, por isto se pagou o dobro do preço de mercado, por isto o ministro Cabrita reagiu todo enxofrado, tipo rei sol, acima de toda a crítica.
Pronto, já tínhamos o crime de colarinho branco. Agora temos o gamanço da gola inflamável. Sempre a subir.
Joana Amaral Dias
Paulo Morais: Como se vê, a ética escasseia em todos os quadrantes.
DUARTE PACHECO (deputado, o mais fit, na foto) recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de 1200 (mil e duzentos) euros por mês de ajudas de custo, por declarar morada em Sobral de Monte Agraço... apesar de ter a sua casa em Lisboa. O caso foi denunciado publicamente, em 2018. Não consta que se tenha arrependido ou que tenha devolvido um euro . Por este tipo de comportamento, foi agora PREMIADO. É candidato em Lisboa, às eleições de Outubro, pelo Partido Social-Democrata. Como se vê, a ética escasseia em todos os quadrantes.
Isto é um Inferno! Paulo de Morais
No silêncio da sua cela deve interrogar-se por que razão os cúmplices dos seus actos de corrupção continuam em liberdade, em grandes férias e festanças.
ARMANDO VARA é o único político corrupto preso em Portugal. Mas não é o único culpado! VARA está detido, depois de cinco anos a fugir à MÃO LEVE da Justiça.
Mas... no silêncio da sua cela deve interrogar-se por que razão os cúmplices dos seus actos de corrupção continuam em liberdade, em grandes férias e festanças. Os banqueiros com quem partilhou corruptas decisões na Caixa Geral de Depósitos e no BCP, os promotores imobiliários que beneficiou, os políticos que promoveu.
Vara espera, em Évora, que os seus cúmplices se lhe juntem na prisão. E nós todos também. Porque VARA é o único preso, mas não é o único culpado! Paulo de Morais
Vivi num Monte alentejano - a Defesa de S.Brás - a poucos quilómetros de Moura, na margem do rio Ardila, até aos dezasseis anos. Nele viviam dezenas de famílias, dedicadas aos trabalhos agrícolas. Era tanta gente que havia uma escola primária com cerca de trinta crianças. Foi aí que aprendi as primeiras letras. Nas herdades vizinhas, a Rola, Eirinhas, Vale de Manantio, Ratinhos multiplicavam-se famílias e os campos habitados não permitiam que houvesse fogos com a dimensão daqueles que hoje encontramos. Todos acorriam ao sinal de rebate e quando chegavam os bombeiros já o incêndio tinha sido agarrado pelas goelas e estrebuchava. Hoje, no Monte, onde eu vivi, mora um ou dois casais de velhotes. Os restantes estão desertos. É assim em todo o interior do País. Foram-se os homens, os rebanhos e a florestas e as matas ficaram ao abandono. Aldeias semi-desertas, vilas envelhecidas, milhares de hectares sem vivalma.
Desiludam-se os 'profissionais' da culpa. Podem investir milhões e milhões em aviões, caldas, maquinaria, homens e sofrimento. Podem imputar a culpa a incendiários, a ministros, a autarcas. Não passa de um jogo de passa-culpas tão típico dos Pôncios Pilatos dos novos tempos. Os enormes incêndios são apenas um sintoma e não uma culpa imediata. Faltam homens, faltam mulheres, faltam crianças, faltam investimentos, faltam rebanhos e máquinas, falta actividade humana que vigie, que policie, que cultive e ocupe o deserto de pessoas em que se tornou mais de metade do País.
Desiludam-se! Os incêndios são apenas um dos lados por onde estão a morrer, ou a sobreviver com dificuldade, velhotes sem força para um último combate. Esqueçam as culpas pelo imediato. Olhem o interior do País como um território rico que, um dia, pode renascer sem houver condições para lá fixar pessoas. Portugal não é apenas o litoral. Não vale a pena discutir sobre a evidência mais cruel que se pode fazer a um País. Dividi-lo entre Vida e Morte.
Vale a pena terminar com esta brutal ausência de visão e de justiça económica e social. E assim continuará enquanto este problema de fundo não for resolvido. O resto é a confusão normal de quem não compreende que se gasta tanto dinheiro e os campos continuam a arder. E continuarão a arder até que, finalmente, o País seja uma distribuição democrática do investimento, da riqueza e do trabalho. Até lá, será sempre um imenso fogo e silêncio. E solidão. Um imenso velório!
A reputação do Parlamento português está pelas ruas da amargura. Para tal contribuiu uma maioria de deputados que traficam todas as influências, que personificam a promiscuidade entre negócios e política. A função parlamentar abastardou-se, talvez de forma definitiva. (artigo no: Jornal i)
O Parlamento que agora cessa funções com o fim da Legislatura, que termina os seus trabalhos a 19 de Julho, não é mais do que um centro de negócios privados. A maioria dos Deputados (do PS, PSD e CDS) passaram os últimos quatro anos a tratar da sua "vidinha", traficando influências, envolvendo-se em esquemas de corrupção. Os Deputados do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda foram cúmplices, pelo seu silêncio.
O Presidente da República, que deveria ter dissolvido o Parlamento há muito tempo, não sabe (ou não pode?) dar uma vassourada nesta pouca-vergonha. O Povo sofre, calado, anestesiado, quieto. Precisamos duma revolta! Paulo de Morais
A demissão do Secretário Estado da Protecção Civil não deve tardar. Governante omitiu que o filho tem negócios com o Estado.
Negócios do filho podem obrigar Secretário de Estado da Protecção Civil a sair
Se ficar provado que José Artur Neves violou a lei ao omitir que o filho mantém vários negócios com o Estado, o governante pode ser obrigado a demitir-se, ou o Ministério Público é obrigado a mover um processo de destituição. O artigo 8.º da lei das incompatibilidades impede que a família directa de um titular de cargo político mantenha relações comerciais com o sector público.
fonte: https://sicnoticias.pt/
Paulo Morais: Portugal dispõe do maior espaço aéreo da Europa Ocidental. E não tira disso o devido proveito. O Estado abdica assim de milhões... Porquê? Incompetência, desleixo, corrupção e afins.
imagem: NAV Portugal - https://www.nav.pt/nav
PORTUGAL DISPÕE DO MAIOR ESPAÇO AÉREO DA EUROPA OCIDENTAL. E NÃO TIRA DISSO O DEVIDO PROVEITO, em termos estratégicos, de defesa e segurança ou sequer económicos.
O espaço aéreo português é imenso, são seis milhões de quilómetros quadrados, delimitados pelo triângulo constituído pelo território continental, Açores e Madeira. Todas as aeronaves que têm como origem a Europa e se dirigem à América Latina, bem como parte significativa dos aviões que voam de e para os Estados Unidos cruzam espaço aéreo português. Este é gerido pela Empresa Pública "NAV Portugal, EPE", a partir das FIR (Flight Information Region) de Lisboa e Santa Maria, nos Açores.
A posse de um espaço aéreo ímpar deveria constituir uma fonte de riqueza inimaginável. Mas... as taxas de utilização de espaço aéreo, praticadas pelos diversos países, são em Portugal das mais baratas – e não há para tal qualquer explicação. O Estado abdica assim de milhões, em benefício das companhias aéreas. Porquê? Incompetência, desleixo, corrupção e afins. Paulo de Morais
Sérgio Costa disse: "Este mapa não é apenas o espaço aéreo, é o nosso território (zona económica exclusiva, somos nos que temos a soberania deste imenso território debaixo do mar), território terrestre+marítimo (é de todos os portugueses), será que somos os únicos que não temos petróleo??
Paulo Morais: "Os Cidadãos são hoje Servos, como nos tempos do FEUDALISMO."
Passos Coelho decidiu, no seu mandato, privatizar todos os serviços públicos essenciais, da distribuição de electricidade ao serviço postal. Condenou a população ao pagamento de rendas vitalícias a uma oligarquia empresarial. Entregou o capital público na EDP e na REN a chineses. De seguida, alienou os CTT. Entregou os aeroportos à Vinci. Cedeu à Mota-Engil a Empresa Geral de Fomento, sociedade que domina o negócio dos lixos.
Já antes José Sócrates tinha garantido rendas milionárias, pagas pelos contribuintes, através das ruinosas parcerias público-privadas rodoviárias.
Tal como nos tempos do feudalismo (pré-Revolução Francesa que hoje se comemora), em que os servos estavam ligados à gleba, os portugueses estão hoje vinculados aos fornecedores privados de serviços públicos essenciais (água, electricidade, resíduos, estradas, aeroportos...). Os serviços são essenciais, mas os cidadãos passaram à condição de acessórios. Paulo de Morais
O relatório preliminar da comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos é arrasador para o Banco de Portugal, para o Ministério das Finanças e para a gestão de Carlos Santos Ferreira à frente do banco público.
(video fonte SIC)
A batalha de Navas de Tolosa aconteceu em 16 Julho 1212, entre a aliança de Aragão, Castela, Portugal, Navarra, ordens de cavaleiros de Santiago, Calatrava, Templários contra o Califado Almóada.
Batalha de Navas de Tolosa. Pintura a óleo do século XIX, de F.P. Van Halen, exposta no Palácio do Senado em Madrid.
Os Cavaleiros da Ordem do Templo foram importantes, tal como todos os cristãos com capacidade e hábitos guerreiros, para unidos derrotarem os Almóadas na «Batalha de Navas de Tolosa». E entre todos, os Templários eram aqueles que pelejavam contra os muçulmanos e estavam de olho nos leoneses, ou seja, deambulavam pelo território da Açafa, sendo aliados fundamentais para o Rei de Portugal, D. Afonso II poder cumprir o seu papel junto dos outros Reis da Ibéria (Castela, Aragão e Navarra) que afrontaram e dizimaram os muçulmanos. Os Cavaleiros Templários que defendiam a Açafa tinham frequentes escaramuças com os Almóadas, conhecendo bem o modo como estes combatiam e se escondiam, as suas estratégias bélicas e manhas que utilizavam. Poucos ou ninguém estavam tão treinados para combater os muçulmanos como os cristãos que cavalgavam pela Herdade da Açafa. O rei de Leão, rival de Castela, recusou-se a combater. Afonso IX cometeu um erro histórico. O Reino de Leão acabaria com a sua morte em 1230. O Reino de Leão terminou unido ao de Castela.
O Reino de Portugal, através do seu monarca D. Afonso II não participa diretamente na «Batalha de Navas de Tolosa» mas o Rei de Portugal envia uma parte do seu exército regular e a elite militar entre as forças componentes das Ordens do Templo, Santiago, Hospital e Avis (Calatrava) para auxiliar o rei de Castela, D. Afonso VIII. A comandar os Cavaleiros do Templo - os mais experientes em escaramuças na Açafa com os Almóadas - estava o Grão-Mestre Gomes Ramires eleito por reunião do Capítulo-Geral no início de 1210, ainda com D. Sancho II como Rei de Portugal. Em 26 de março de 1211 é aclamado rei, D. Afonso II que continua a ter confiança no Grão-Mestre.
A acção dos Cavaleiros Templários na Herdade da Açafa dava-lhes um domínio sobre a "Arte da Guerra com os Almóadas" que os tornavam peritos em conquistar praças. Depois de pelejarem em Navas de Tolosa ainda foram «passar a fio de espada e picada de lança» uns quantos muçulmanos nas vizinhas Baeza e Úbeda. Talvez se tenham ficado só por aqui pois o seu Grão-Mestre (D. Gomes Ramires) acabaria por morrer em Úbeda
Os cristãos têm total sucesso na batalha, em 16 de Julho de 1212, há precisamente 807 anos, mas há baixas mortais entre muitos cavaleiros portugueses (e não foi um acaso, pois Castela soube valer-se da ausência do Rei de Portugal para colocar a elite militar portuguesa no frente de combate), mesmo Mestres de várias ordens. D. Ruy Diaz de Yanguas, Mestre da Ordem de Calatrava... morre. D. Pero Árias, Mestre da Ordem de Santiago... morre.
Os cavaleiros da Ordem do Templo eram peritos em perceber como combatiam os Almóadas pela frequência com que mediam forças com eles na «Herdade da Açafa»
D. Gomes Ramires parece ter ficado ferido - as fontes divergem, há quem afirme que morreu três dias depois devido aos ferimentos - mas também se conta que antes de regressar a Portugal participa em duas refregas com cerco a duas Praças (localidades) Almóadas. Logo um dia depois da famosa batalha tem sucesso no cerco de Baeza (17 de julho) mas em Úbeda, a 25 de julho, nove dias depois da grande batalha é ferido mortalmente na escalada das muralhas para conquistar a Praça. O seu corpo é trazido para Portugal e sepultado em Tomar, na igreja de Santa Maria dos Olivais.
Os entendidos entenderão. Mesmo em terreno favorável ao inimigo (que estava instalado numa elevação) a «União Cristã» foi imparável. Os "infiéis" que não morreram na refrega, morreram na perseguição durante a fuga. Nenhum lugar era seguro para os Almóadas naquele glorioso 16 de Julho de 1212. (fonte: Blog Montalvam)
«Batalha de Las Navas de Tolosa» (1212) DOCUMENTÁRIO (13 min)
A Reconquista é um dos eventos mais notáveis da História. Em 718, a Invasão Islâmica atingiu e depois assumiu a maior parte dos Pirenéus, excepto uma região remota no norte - as Astúrias. Este é um documentário sobre os acontecimentos gerais da Reconquista e a batalha decisiva de Navas de Tolosa, que aconteceu em 1212 entre a aliança de Aragão, Castela, Portugal, Navarra, ordens de cavaleiros de Santiago, Calatrava, Templários contra o Califado Almóada.
O farol localiza-se no Cabo de São Vicente, no interior da Fortaleza do mesmo nome, freguesia de Sagres, concelho de Vila do Bispo, Algarve.
Antes da sua construção, eram os monges do Convento que acendiam fogueiras no alto da torre, assinalando assim os perigos da aproximação à costa.
Video: Vista aérea do Farol do Cabo de S. Vicente
Farol do Cabo de S. Vicente
Cabo S. Vicente. Data: 1846. Latitude: 37º 01',45 N, Longitude: 08º 59',71 W.
Ter-se-á iniciado em 1515 no convento de São Vicente a construção de uma torre, onde se acendeu uma luz, provavelmente uma fogueira ocasional, mantida pelos religiosos que ali viviam, para servir de guia aos navegantes, relevando a importância deste local.
Em 1587, o corsário Francis Drake tomou de assalto o convento, acabando por destruir a torre que só seria mandada restaurar em 1606 por D. Filipe II, ficando a luz apagada durante este período.
Após sofrer diversas tentativas de reconstrução nunca definitivamente concluídas, o farol de São Vicente, tal como hoje o conhecemos, foi mandado construir por D. Maria II, em 1846.
O aparelho iluminante era composto por dezasseis candeeiros de Argand com reflectores parabólicos, funcionando a azeite. A rotação do aparelho fazia-se através de um mecanismo de relojoaria.
Durante largos anos o farol foi votado ao abandono, achando-se em estado deplorável, segundo rezam as crónicas em 1865.
Em 1908 a torre foi alteada em 5,70 metros. O aparelho catóptrico foi retirado e em seu lugar foi montada uma óptica hiper-radiante (1330 mm de distância focal). Actualmente é a maior que existe nos faróis portugueses e uma das poucas existentes no mundo. A fonte luminosa passou a ser um candeeiro de nível constante de 5 torcidas, passando uns anos mais tarde a utilizar a incandescência pelo vapor de petróleo. A rotação da óptica era conseguida através da máquina de relojoaria.
Até aos nossos dias o farol continuou a ser modernizado: em 1914 foi-lhe instalado um sinal de nevoeiro; em 1926 o farol foi electrificado com a montagem de grupos eletrogéneos; em 1947 é dotado de painéis aeromarítimos sendo um ano mais tarde ligado à rede eléctrica de distribuição pública; em 1949 foi-lhe instalado um rádio farol, desactivado em 2001 por já não ter qualquer interesse para a navegação.
Em 1982 foi dotado de diversos automatismos, passando a controlar à distância o funcionamento do farol de Sagres. Nas suas instalações existe um Pólo museológico. fonte: AUTORIDADE MARÍTIMA NACIONAL
PPP Rodoviárias: Estado português paga, por dia, a mais, 4 milhões euros.
A pergunta que faltou fazer ao Ministro das Infraestruturas.
É um dos rostos mais influentes do Governo. Pedro Nuno Santos, Ministro das Infraestruturas e Habitação, na Grande Entrevista com Vítor Gonçalves.
Pedro Nuno Santos, enquanto Ministro da área, que tenciona fazer quanto ás Parcerias Público-Privadas Rodoviárias? Pedro Nuno Santos, em entrevista à RTP3, mostrou-se preocupado com os seus concidadãos, assumiu-se como "socialista reformista", um político aparentemente bem preparado e com ideias próprias. MAS... como a entrevista foi "fofinha", "subserviente", não lhe perguntaram como tenciona, em defesa do Povo, resolver o problema das ruinosas Parcerias Público-Privadas Rodoviárias, pelas quais o Estado português paga, por dia, A MAIS, QUATRO MILHÕES DE EUROS.
O custo será, em 2019, de 1 518 000 000 (mil quinhentos e dezoito milhões de euros) em rendas, por um património que vale 337 milhões (valor valor calculado pelo Eurostat-UE). O pagamento representa um desperdício anual de quase mil e duzentos milhões.
Repito: Pedro Nuno Santos, enquanto Ministro da área, que tenciona fazer quanto ás Parcerias Público-Privadas Rodoviárias?
Paulo de Morais