Portugal Glorioso

Enfermeiros: Não é bater palminhas à varanda, é pagar condignamente - Joana Amaral

 ● 28/05/20

Enfermeiros infectados em serviço com cortes nos salários.

Fazer homenagem aos profissionais de saúde não é bater palminhas à varanda, é pagar condignamente. Isto é obsceno! - Joana Amaral Dias



Casos como o do enfermeiro Tiago Costa são inadmissíveis. Na linha da frente da batalha, foi infectado com Covid 19. Seguiu para casa, para o isolamento e, no final do mês, recebeu menos de 70 euros de salário.

Afinal, como é? Bater palmas à janela ou cantar loas a estes profissionais não chega. Há que considerar o coronavirus doença profissional, pagar a 100% e mais nada. Se há coisa que esta pandemia devia ter ensinado é a necessidade imperiosa de um SNS robusto. Que só se faz, evidentemente, com enfermeiros bem pagos e respeitados.

A sua carreira está congelada há mais de 20 anos e a sua profissão deixou de ser considerada de desgaste rápido. Enfim, só faltava mesmo mais esta. Qualquer dia já há novas agressões a quem trabalha nos hospitais.

video de Joana Amaral Dias, edição: PG
"Não tarda nada, em vez de palmas, vamos voltar às agressões aos profissionais de saúde."


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Pessoas com fome? O Estado só ajuda o Novo Banco, a TAP

 ● 25/05/20
Banco Alimentar: Marcelo apelou à solidariedade dos portugueses.

O Estado não ajuda. Ajudem vocês

De visita ao Banco Alimentar, Marcelo apelou à solidariedade dos portugueses: "Tenham a noção de que há 400 mil pessoas que precisam de um contributo. Não é preciso gostar do banco alimentar, da líder ou dos voluntários. É preciso pensar nos que estão a passar mal e que vão estar assim mais um mês, dois, três, mais um ano, o tempo que durar a crise". (observador)

O Estado não ajuda essas pessoas. O Estado só ajuda o Novo Banco (milhares de milhões), a TAP (milhares de milhões), etc. Agora, pessoas com fome? Naaaah! Ajudem vocês, porque se não ajudarem, eles morrem de fome.
Pronto, é só o meu mau feitio.
Norberto Pires

O chefe do Estado (mais ainda um que se entende tão bem com o Governo) tem a obrigação de explicar o que o Estado vai fazer para acudir aos 400 mil cidadãos com carências alimentares. Em vez disso, diz-nos: sejam caridosos, porque o Estado não o será.
João Paulo Batalha

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«Uma Borla custa 20 milhões? Peço explicações!» Paulo Morais

 ● 23/05/20
Porquê pagar vinte milhões por algo que era grátis?
Aguarda-se uma explicação.

Peço explicações!» Paulo Morais
imagem: APDC. Edição PG

Uma Borla custa VINTE MILHÕES? As editoras Porto Editora e Leya anunciaram que disponibilizaram todos os conteúdos educativos digitais em ACESSO GRATUITO durante todo o período de quarentena.

Mas, em 15 de Maio, o Governo autorizou a despesa relativa à aquisição de licenças digitais de manuais, neste ano lectivo (2019/20), "até ao montante global 19.768.000 euros, ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor". (ver aqui)

Se as licenças são gratuitas, então o Governo está gastar dinheiro em quê? (vinte milhões de euros!!!). Peço explicações!
Paulo de Morais


Adenda: Hoje, na edição do Jornal i.
Frente Cívica questiona tutela sobre pagamento de licenças digitais. Associação liderada por Paulo de Morais afirma que licenças, cuja despesa foi autorizada pelo Executivo até cerca de 20 milhões, eram grátis quando os livros eram comprados pelas famílias.



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Daqui a 6 mil anos o Estado terá recuperado o prejuízo que Salgado causou aos portugueses

 ● 22/05/20
A manter este ritmo, faltam só SEIS MIL ANOS! - Paulo Morais



O antigo banqueiro foi condenado em primeira instância a pagar 3,7 milhões de euros num processo do Banco de Portugal pela comercialização de títulos de dívida da Espírito Santo Internacional junto de clientes do BES.


Faltam só SEIS MIL ANOS! Ao fim de seis anos, a Justiça portuguesa condenou Ricardo Salgado numa multa de 3,7 milhões de euros. Como este valor representa menos de 0,1% do prejuízo que Salgado causou aos contribuintes, a manter este ritmo, daqui a (6000) SEIS MIL ANOS o Estado terá recuperado o prejuízo que Salgado causou a toda a Comunidade, ao Povo português.
Paulo de Morais
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É que não faltava mais nada. Centeno passar directo a governador do Banco Portugal?!

É que não faltava mais nada. Centeno passar directo de ministro das finanças a governador do Banco Portugal?! (Joana Amaral Dias)



É que não faltava mais nada. Centeno passar directo de ministro das finanças a governador do Banco de Portugal, de fazer contratos (sanguessugas) com o Novo Banco para o lugar de os supervisionar?! Nem na República das Bananas, segundo a lei orgânica do BdP, o agora líder do Eurogrupo vai nomear-se a si mesmo?!

O país precisa, finalmente, de diferenciar com clareza reguladores e regulados - o contrário deu os resultados que estão à vista, passámos estes últimos 12 anos a salvar bancos falidos e corruptos. E logo Centeno, caramba, que, por exemplo, aquando da venda do Ex-bes às hienas Lone Star voltou a repetir - Tudo pelo sistema Financeiro.

Medo enfim, compreende-se que depois do desdém e depreciação a que tem sido sujeito nas instituições e na imprensa europeia, não lhe reste senão aqui o burgo... mas há limites.
Joana Amaral Dias

video


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«Ao Domingo, Tele-Jornal é TELE-VENDAS» Paulo Morais

Ligações empresariais dos comentadores dos canais generalistas.



Ao Domingo, Tele-Jornal é TELE-VENDAS.
Os canais generalistas têm como comentadores "independentes" ao Domingo:

Na SIC, Marques Mendes, dos órgãos sociais da Caixa Geral de Depósitos e da Abreu Advogados, maior sociedade de advogados de Portugal; na TVI, Paulo Portas, consultor da Mota-Engil; na RTP, Pedro Norton, defensor dos interesses da poderosa tecnológica GFI e da Fundação Gulbenkian.

Com todas estas ligações empresariais, comentam com independência? Ou são apenas manipuladores de opinião pública, eles próprios manipulados,enquanto marionetas de grupos económicos?

Paulo de Morais

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Que tipo de gente é esta? - Paulo Morais

Dois personagens com dupla personalidade = QUATRO personalidades.

Que tipo de gente é esta? - Paulo Morais

Na foto, QUATRO personalidades:
Isabel Jonet, Dirigente do Banco Alimentar, a promover a iniciativa do banco BPI "rede de emergência alimentar"; e Jonet, que também integra os órgãos sociais do BPI, a promover um peditório a favor do Banco Alimentar.

À sua esquerda, o Presidente da República, que diz que em Portugal se deu um milagre a lidar com a crise; e Marcelo, que diz que esse milagre produziu uma multidão de quatrocentos mil portugueses que não têm como se alimentar. Que tipo de gente é esta?
Paulo de Morais

veja: Pessoas com fome? O Estado só ajuda o Novo Banco, a TAP
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Saiam, mas fiquem em casa! - Paulo Morais

 ● 21/05/20
Costa apela à permanência em casa e às saídas de casa. Acelera e trava, simultaneamente - um paradigma do político português.



SAIAM... MAS FIQUEM EM CASA!
No dia 16, António Costa apelou aos portugueses que regressassem à rua. E deu até o exemplo, indo às compras em família. Mas... no dia seguinte, dia 17, fez publicar a Resolução do Conselho de Ministros n.º 38/2020, que determina que

"Os cidadãos devem abster-se de circular em espaços e vias públicas, bem como em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, e permanecer no respectivo domicílio, excepto para deslocações autorizadas".

Costa apela à permanência em casa e às saídas de casa. Defende tudo e o seu contrário. Acelera e trava, simultaneamente - um paradigma do político português. A sua sorte é que ninguém lê o Diário da República; e ao que parece, nem o próprio Primeiro-Ministro o lê, nem sequer os textos pelos quais é responsável.

Paulo de Morais
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Novo Banco: «Querem culpar apenas Centeno» Paulo Morais

 ● 14/05/20
Nenhum deles assume a responsabilidade do que propôs, viabilizou e assinou.

Novo Banco: «Querem culpar apenas Centeno» Paulo Morais

ATIRAR A TRANSFERÊNCIA E ESCONDER A MÃO: O Novo Banco recebeu esta semana do Estado 850 milhões de euros. A verba foi transferida para o Fundo de Resolução pelo Ministro das Finanças, Mário Centeno.

A transferência foi uma consequência directa do Orçamento de Estado 2020, que António Costa apresentou no Parlamento, que o Bloco de Esquerda de Catarina viabilizou e que Marcelo Rebelo de Sousa promulgou - todos sem pestanejar.

ver: «Estado atribuirá à Banca 1700 Milhões, só em 2020» Paulo Morais

Mas agora, sem qualquer explicação, António Costa veio demarcar-se da transferência dos 850 milhões, Catarina Martins finge-se chocada, Marcelo veio "ralhar" publicamente a Mário Centeno - face à pressa e precipitação no envio do dinheiro. Nenhum deles assume a responsabilidade do que propôs, viabilizou e assinou.

Querem culpar apenas Centeno, fazer dele o bode expiatório. Não se assumem, atiram a pedra (a transferência) e escondem a mão.

Paulo de Morais

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«Irresponsáveis, Esquecidos ou Hipócritas?» Paulo Morais

 ● 09/05/20
850 milhões para o Novo Banco. Costa manifestou surpresa, Catarina considerou chocante. Esqueceram (ambos), em três meses, uma dotação orçamental desta dimensão?

O Novo Banco recebeu esta semana 850 milhões
(foto: Público. Edição: PG)

Irresponsáveis, Esquecidos ou Hipócritas?
O Novo Banco recebeu esta semana do Estado 850 milhões de euros. A verba foi transferida para o Fundo de Resolução pelo Ministério das Finanças.

António Costa veio manifestar a sua surpresa, Catarina Martins considerou o facto chocante. Mas esta transferência foi afinal proposta por António Costa no Orçamento de Estado que o Governo fez aprovar no Parlamento há apenas três meses (em Fevereiro) e que foi viabilizado com os votos do Bloco de Esquerda.

Donde vem então a surpresa e o choque?
Costa não sabe o que propôs? Catarina não sabe o que viabilizou? Esqueceram (ambos), em três meses, uma dotação orçamental desta dimensão? Ou a "surpresa" e o "choque" são uma simulação em que contracenam Catarina e Costa?
Paulo de Morais

António Costa até prometeu que ia olhar para a factura com muita atenção antes de pagar, mas no que toca ao Novo Banco o Estado português aderiu ao débito directo. (João Paulo Batalha)
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«Não temos generais ao comando. Temos gestores políticos do declínio»

 ● 08/05/20
Raquel Varela: "Essa é a crise que temos que discutir assim que o surto estiver controlado"


Raquel Varela in: "Precisamos de falar a sério sobre o COVID"


O Governo foi mais rápido a injectar dinheiro no Novo Banco do que no SNS em pleno surto. Essa é a crise que temos que discutir assim que o surto estiver controlado.

Estes cavalheiros – que estão no comando do mundo e do país há algumas décadas – não têm condições de nos governar. De nos cuidar, proteger e dar bem estar.

Enfim, em tempo de guerra não se mudam generais, diz-se, mas assim que a guerra passar é bom saber que não temos generais ao comando..., há muito. Temos gestores políticos do declínio.

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Compras do Estado: «Não façam dos portugueses estúpidos» Paulo Morais

 ● 07/05/20

Compadrio nas compras do estado

"Estes ajustes directos, além de ilegais, são imorais e são imperdoáveis"



Paulo Morais em conversa com o jornalista Carlos Narciso, a propósito dos escandalosos ajustes directos ilegais, contratados pela Direcção Geral de Saúde.

"Eu não suspeito de compadrio. Eu tenho a certeza que há compadrio. Não façam dos portugueses estúpidos" - Paulo Morais

Em poucas semanas, dezenas de milhões de euros em ajustes directos, sem concurso público, devido à urgência no combate à pandemia. Nem sempre livres da suspeição de corrupção, como diz Paulo Morais que dá o exemplo de alegado favorecimento a uma empresa farmacêutica de Sintra propriedade de João Cordeiro, empresário do sector farmacêutico que foi candidato do PS à Câmara de Cascais.

video:


Detalhe do Contrato, aqui
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«Um Presidente que cita os precedentes do Estado Novo é o chefe de um Estado Velho»

Marcelo não vê problema em que Centeno passe do Governo para o Banco de Portugal. O Presidente referiu que a situação já se verificou no passado e deu dois exemplos: um ocorrido em ditadura e outro em democracia. (foi este domingo na Ericeira; video no final do post)

Este assunto mereceu um comentário de João Paulo Batalha:

João Paulo Batalha

O actual Banco de Portugal, inserido no Eurossistema, tem um estatuto legal de independência face ao poder político que não tinha à data dos precedentes citados por Marcelo.

O que significa que o Presidente da República, no mesmo sopro em que diz não se intrometer nas decisões do Governo, propaga uma falsa equivalência - e que sabe ser falsa - para legitimar a eventual escolha do Governo. Esclarecedor.

Depois disso (ou antes disso) há o óbvio: um Presidente da República que cita despreocupadamente os precedentes do Estado Novo é o chefe de um Estado Velho.

Precisamos de arejar.
João Paulo Batalha

video declarações Marcelo na Ericeira:

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Reembolsos de IRS «indevidamente retidos»

"Privados dos reembolsos de IRS a que têm direito", os cidadãos e famílias "não estão a ver assegurados os meios de subsistência".



Maria Lúcia Amaral, pediu ao Governo celeridade no pagamento dos reembolsos de IRS, considerando que continuam a ser indevidamente retidos. Segundo o comunicado da provedora de Justiça, "privados dos reembolsos de IRS a que têm direito", os cidadãos e famílias "não estão a ver assegurados os meios de subsistência".


Vai bem Maria Lúcia Amaral quando interroga se a Autoridade Tributária estará a reter indevidamente o dinheiro dos contribuintes, admitindo ter recebido queixas de várias famílias por causa da demora no processamento dos pagamentos e devolução do IRS. António Costa não pode encher a boca com as supostas ajudas às famílias e empresas mas depois não cumprir rigorosamente com esta obrigação.

Joana Amaral Dias

video:
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«Central de Saúde pagou o dobro pelo mesmo serviço» Paulo Morais


Central de Saúde pagou o dobro pelo mesmo serviço

MÁRCIA ROQUE, presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Instituto Público, contratou à TAP "frete de avião para a realização aérea Lisboa-Pequim-Lisboa" por 311 MIL EUROS (já em Abril de 2020, para recolha de material hospitalar, em tempo de pandemia COVID). (contrato aqui)

Uns dias mais tarde (no mesmo Abril) contratou o mesmíssimo serviço ("frete de avião para a realização aérea Lisboa-Pequim-Lisboa") por 622 MIL EUROS, o DOBRO! (contrato aqui)

Se a informação está certa, como podemos confiar numa Administração destas, que tanto aceita pagar um valor como o seu dobro pelo mesmo procedimento? E se a informação estiver errada, não podemos confiar nas contas que o Estado apresenta. O que será pior? Venha o Diabo e escolha!
Paulo de Morais

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Falar agora de Presidenciais é um ultraje aos portugueses - Joana Amaral

Presidenciais - um debate inventado por Costa para distrair do Novo Banco




Falta de noção
As presidenciais são possivelmente a última preocupação dos portugueses e dá mesmo para sentir vergonha alheia perante este debate inventado por Costa para distrair do Novo Banco.

No meio da pandemia, de tantas questões relevantes de saúde pública e da retoma económica, as populações querem respostas concretas para os seus problemas e não um debate presidencial de uma política dobrada sobre si própria, deslumbrada com o seu umbigo.

A política deve servir as populações e resolver os seus problemas. Se falha nessa missão, falha no essencial. Passa a tralha inútil. Enfim, depois não se queixem da abstenção e do desinteresse das pessoas perante a Grande Porca.
Joana Amaral Dias

video de Joana AD. Edição PG.



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«Há o vírus. E depois há os fungos oportunistas» Joana Amaral

Ajustes directos a máscaras sem certificado

Os ajustes directos sempre foram prado e pasto de corrupção, tráfico de influências e abuso de poder.

«Há o vírus. E depois há os fungos oportunistas» Joana Amaral

Há o vírus. E depois há os fungos oportunistas. Em poucas semanas, verificaram-se dezenas de milhões de euros em ajustes directos, sem concurso público, supostamente devido à urgência no combate à pandemia.

Dos 208 contratos celebrados (material de protecção individual, hospitais de campanha, equipamento médico), 193, ou seja 93%, não respeitam as normas. Não observam sequer o decreto de lei específico para estes casos, não revelam o caderno de encargos.

Há, por exemplo, o ajuste directo no valor de 9 milhões (máscaras) a uma empresa farmacêutica propriedade de João Cordeiro, que foi candidato do PS à Câmara de Cascais.

Os ajustes directos sempre foram prado e pasto de corrupção, tráfico de influências e abuso de poder, onde os tais escroques viscosos sempre encontraram truques e manhas para escapar à lei - como falsas urgências ou 1 euro abaixo do limite legal.

Mas, como aliás já foi também sublinhado pelo Grupo de Estados contra a Corrupção, durante a pandemia, com tanta gente já a passar fome e sérias privações, isto é obsceno. Perverso. Temos todos que denunciar.
Joana Amaral Dias

video

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A DGS já está maluca - Joana Amaral

Praias livres

Quase todos, abonados ou remediados, experimentavam o mesmo gozo num mergulho salgado ou no calor solar.

Prazer? Veraneio? Nem pensar.

A praia ainda é o divertimento mais democrático e universal. Claro que sempre subsistiram fraldas de mar queques e areais populares, mas as praias eram gratuitas e transversais. Quase todos, abonados ou remediados, experimentavam o mesmo gozo num mergulho salgado ou no calor solar.

Raptarem-nos o Verão em kafkianas e perigosas dezenas de páginas com infindáveis regras, é patético. Trata-se de ar livre, com brisa e salinidade. O mar é um anti-séptico excelente, o sol e fora-de-portas reforços da imunidade, do tecido social e do urgente recobro.

Pior: sequestrar praias é cavar o fosso entre ricos e pobres - quem tem acesso a piscinas privadas, por exemplo, nunca terá as férias tão arruinadas.

Semáforos e acrílicos quando precisamos de relançar o turismo? Praias não vigiadas interditas quando os portugueses já mostraram que respeitam novas regras?

Há quem diga que só se sairia disto morto ou louco. Certamente que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) já está maluca e acredita que a pandemia é um castigo divino pelos nossos pecados, donde temos que os expiar e auto-punir. Prazer? Veraneio? Nem pensar.

Enfim, em vez de drones façam boas campanhas com regras claras. E deixem a malta relaxar. Depois, quem ainda tiver medo não vai à praia. Ponto final. Para o ano há mais.

Joana Amaral Dias
https://www.facebook.com/joanamaraldias/posts/3126568387394581
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Urgência imperiosa ou favorecimento imperdoável?

 ● 04/05/20
O ajuste directo foi justificado por "urgência imperiosa". Mas o prazo da "urgência imperiosa" é de 268 DIAS!!! Máscaras serão entregues em 2021! (Paulo Morais)

Paulo Morais: Urgência imperiosa ou favorecimento imperdoável?

Por ajuste directo, a Direcção Geral de Saúde adjudicou - por ajuste directo - a João Cordeiro, ex candidato socialista à Câmara de Cascais e ex-presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), uma encomenda de NOVE MILHÕES DE EUROS em máscaras.

O ajuste directo foi justificado por "urgência imperiosa". Mas o prazo da "urgência imperiosa" é de 268 DIAS!!! Máscaras serão entregues em 2021! Urgência imperiosa ou favorecimento imperdoável?
Paulo de Morais

Compras do Estado: «Não façam dos portugueses estúpidos» Paulo Morais

ADENDA: 07-05-2020

"ABERRANTE". 
João Cordeiro vem hoje declarar (à Revista Sábado) que acha este prazo aberrante. Mas, mesmo assim, assinou o contrato que contempla esta "aberrante" condição. Diz Cordeiro que "Quando assino um contrato não estou a ler". PIOR É IMPOSSÍVEL!
(a foto é da Sábado, a história (aberrante) está lá toda)
Paulo Morais
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Covid-19: a desculpa perfeita para uma sociedade totalitária

 ● 30/04/20
O Primeiro-Ministro já admitiu a possibilidade de a Direcção-Geral Saúde ter acesso aos nossos telemóveis como forma de controlar a pandemia.
Joana Amaral Dias

Joana Amaral Dias - Covid desculpa perfeita
CRIME PERFEITO
A covid-19 é agora a desculpa perfeita para uma sociedade totalitária.


O Primeiro-Ministro já admitiu a possibilidade de a Direcção-Geral da Saúde ter acesso aos nossos telemóveis como forma de controlar a pandemia.

Serão impostas várias limitações no acesso às praias e as não vigiadas - mais desertas e de menor risco de contágio- vão ser interditas.

Faculdades e escolas usam software sem qualquer segurança e já há empresas a tentar instalar câmaras de video-vigliância nas casas dos seus tele-colaboradores. Dissolvem-se laços sociais, rituais e liturgias fundacionais da nossa civilização. Entretanto, engrossam hordas de gente a policiar voluntariamente a vida do vizinho, muitas dispostas a integrarem esquadrões da morte.

Pelo meio, os bancos vão lucrando, as maiores empresas vão sugando tudo dos cofres públicos e jorram desempregados, pobres, falências de micro ou pequenos negócios.

Há uma Lei de Murphy em gordas a dar a volta ao Mundo: se podia correr mal, vai mesmo correr mal. Ainda pior.

Depois de meses em prisão domiciliária, a Covid-19 é agora a desculpa perfeita para uma sociedade totalitária, com controlo digital de toda a nossa vida, devidamente acompanhada do 5G, na qual os pobres ficarão ainda mais pobres e os ricos mais ricos.
Muito mais pobres. E muito muito mais ricos. Feliz Abril.
Joana Amaral Dias

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