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«Não há recursos! Mas para as PPP há sempre dinheiro» Paulo Morais

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O Estado irá pagar em 2017 cerca de 2 000 000 000 - Dois Mil milhões de euros em Parcerias Público Privadas ruinosas.

Enquanto isso, as escolas públicas estão sem manutenção, chove no seu interior, como na Alexandre Herculano. Há mais de um milhão de portugueses em situação de desemprego ou subemprego, metade dos cidadãos não conseguem sair da pobreza, há mais de cem mil que recebem, a trabalhar, pouco mais de trezentos euros. Não há recursos para tratar destes dramas. Mas para os concessionários das PPP há sempre dinheiro.

Para garantir rentabilidades anuais superiores a 10% e mais, verdadeiras tenças - os concessionários compram os políticos que for preciso dos vários partidos. Só na maior, na Mota Engil, trabalham Paulo Portas, Jorge Coelho, Valente de Oliveira, Lobo Xavier, Seixas da Costa... que garantem que as forças políticas jamais incomodarão os concessionários das PPP, por muito que seja o prejuízo do Povo Português.

Paulo Morais

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  1. Há a explorar contratos irregulares. Espero que lá cheguemos com a sua ajuda.
    Mas em todos há um responsável político que os assinou. Também se tem de ir por esse caminho. Gestão danosa é crime.

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  2. Sinalizar problemas... por vezes indica uma oportunidade.
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    Neste caso: a sinalização de problemas é uma oportunidade para para reivindicar, junto dos políticos cartelizados, MAIS E MELHORES CANAIS DE TRANSPARÊNCIA ao serviço do contribuinte/consumidor.
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    Anexo:
    Para defender a democracia têm-se de trabalhar!!!
    -» O contribuinte não pode passar um cheque em branco a nenhum político!
    O contribuinte tem que se dar ao trabalho!
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    ---»»» Democracia Semi-Directa «««---
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    -» Isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
    -» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo 'resolve tudo e mais alguma coisa'... o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)... de forma a que... o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
    -» Dito de outra maneira: são necessários mais e melhores canais de transparência!
    [mestres/elite em economia já 'enfiaram' juros colossais para pagar, buracos enormes na banca para tapar, etc... quem paga, vulgo contribuinte, não pode deixar de ter uma palavra a dizer]
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    Exemplo 1:
    Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo (para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela), a 1 milhão], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num "Portal dos Referendos"... aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
    -» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
    {ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
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    Exemplo 2:
    Concorrência a sério!
    Leia-se: não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade (sectores estratégicos) - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a concorrência de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada.
    Explicando melhor: o contribuinte/consumidor precisa de empresas públicas em sectores estratégicos da economia... presentes no mercado de forma transparente e honesta, isto é, sem cartelização nem dumping.
    {ver blog « http://concorrenciaaserio.blogspot.pt/ »}
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    Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades - jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
    - o presidente da TAP disse: "caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça".
    - comentário do Banalidades: "é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES".

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