Portugal Glorioso

Trofa: Joana Lima, um caso típico de abuso de poder - Paulo Morais

 ● 19/11/19 coment
Como prémio por este percurso, foi agora eleita DEPUTADA.




JOANA LIMA foi presidente de Câmara na Trofa. Entregou as reparações de automóveis camarários a um SOBRINHO, cedeu à sua IRMÃ o fornecimento de flores, deu a exploração do bar das piscinas municipais a um AMIGO. Um caso típico de abuso de poder. Como prémio por este percurso, foi agora eleita DEPUTADA.
Paulo de Morais



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«Ministra da Justiça - atitude inadmissível num Estado de Direito» Paulo Morais

 ● 16/11/19 coment

Ministra da Justiça visita mãe cabo-verdiana que abandonou bebé no lixo. "Saio daqui confortada com a ideia de que está tudo a funcionar como devia", disse Francisca Van Dunem.

A Ministra da Justiça, ao visitar a mãe que abandonou bebé no lixo, tomou uma atitude INADMISSÍVEL num Estado de Direito Democrático. A Ministra DESRESPEITA O PODER JUDICIAL, quando se solidariza com um cidadão que foi alvo de uma medida de prisão preventiva, decidida, com independência, por um Juiz de Direito.

E, quando vai verificar, in loco, as condições de tratamento de uma prisioneira em particular, DESRESPEITA TODOS OS PRESOS, os treze mil reclusos que vivem em condições miseráveis, nos diversos Estabelecimentos Prisionais de Portugal, onde nem sequer há uma alimentação condigna e um apoio sanitário digo desse nome.

Porque optou o Governo por apoiar esta reclusa em particular?
Para se mostrar hipocritamente solidário, com uma cidadã que suscita alguma compaixão em parte da opinião pública; e ainda para, aproveitando ainda o facto de a "mãe" ser cabo-verdiana, exibir a cor da pele da Ministra (uma manifestação de puro racismo) como aparente forma de ecumenismo étnico de esquerda. Esta é uma atitude desumana e vil, que deve ser por todos denunciada.

— Paulo de Morais

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«Torres Couto continuou a sua vida, o dinheiro nunca mais ninguém o viu»

 ● 15/11/19 coment

Era (e é!) esta a Justiça em Portugal. O dinheiro nunca mais ninguém o viu.
— Paulo de Morais



Em 1995, a UGT dirigida por TORRES COUTO foi acusada pelo Ministério Público por fraude na obtenção de subsídios (em 1988/89) do FUNDO SOCIAL EUROPEU, num valor superior a 1,8 milhões de euros.

Torres Couto, então secretário-geral da UGT, conseguiu a prescrição do procedimento criminal em que era acusado, graças a uma "conveniente" falha processual: "por ter sido notificado numa data posterior a todos os restantes acusados". Era (e é!) esta a Justiça em Portugal. Torres Couto continuou a sua vida, o dinheiro nunca mais ninguém o viu.
Paulo de Morais


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«Galamba, o mini-Sócrates: chapada de luva branca» - Joana Amaral

 ● 14/11/19 coment


Para lá do Marão mandam os que lá estão. O ditado aplica-se como uma luva (branca) à lição que a população de Boticas deu a Galamba, o mini-Sócrates.

As populações já perceberam que as explorações de lítio exigem-lhes gigantes sacrifícios, expropriações miseráveis, minas a céu aberto, pouco emprego, pouca riqueza e uma enorme destruição ambiental e paisagística.

Claro que a treta do argumento de que já existia um contrato não colhe (estamos fartos de ver o Estado a rasgar compromissos com trabalhadores, contribuintes e cidadãos em geral) e que o agora falta é passar esta luta de local a nacional, fazendo-a acompanhar por um combate jurídico nomeadamente na linha do direito ambiental. Vamos lá!
Joana Amaral Dias

video:


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«A questão é de protagonismo mediático. E ciúmes!» - Paulo Morais

 ● 12/11/19 coment
Tudo porque o PCP e Bloco não querem que os pequenos partidos surjam nos telejornais. Esta é que é a verdadeira questão.



Os três partidos com deputados únicos (LIVRE, Iniciativa Liberal e CHEGA) estão impedidos de intervir nos debates quinzenais no Parlamento com o primeiro-ministro. Tudo porque o PCP e Bloco de Esquerda (partido que se alimenta de e para a comunicação social) não querem que os pequenos partidos surjam nos telejornais nos dias em que António Costa vai ao Parlamento - tirando o protagonismo mediático (em declínio) às dirigentes telegénicas do Bloco e ao simpático Jerónimo.

Esta é que é a verdadeira questão. Se fosse para falar no Parlamento, nem haveria problema; mas ter na televisão alguém mais exuberante e excêntrico, ou interessante e cativante do que o Bloco - nem pensar! A questão que aqui se levanta não é de democraticidade parlamentar, mas de protagonismo mediático. E ciúmes!

SUGESTÃO À DIRECÇÃO DA RTP:
Está decidido que os pequenos partidos, com deputados únicos, não vão intervir nos debates quinzenais com o primeiro-ministro. Penso que a RTP poderia corrigir este "entorse" democrático, convidando os partidos "Livre", "Iniciativa Liberal" e "Chega" a comentar o debate quinzenal, no Telejornal desse dia. Não falarão no Parlamento, mas poderiam exprimir as suas ideias na pública RTP.

Seria bom para os Partidos novos, para os telespectadores que ouviriam ideias diferentes, mais frescas e menos maçadoras. Além disso, seria uma manifestação de liberdade por parte de um órgão de comunicação social habitualmente alinhado com o poder. E ainda traria audiência ao canal... Esperemos para TVer.
Paulo de Morais



Adenda 13-11-2019:
Os deputados do Chega, do Iniciativa Liberal e do Livre disporão de um minuto e meio para intervir no debate com António Costa. Venceu o mínimo bom senso, contra a decisão anterior. De quem? De um grupo de trabalho liderado pelo vice-presidente do Parlamento, o bloquista José Manuel Pureza, que havia decidido silenciar parlamentares democraticamente eleitos. Contra a vontade de Pureza, recuperou-se (alguma) pureza da Democracia.
Paulo de Morais
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«Maria Luís Albuquerque é um dos símbolos da promiscuidade entre a política e os negócios»

 ● 09/11/19 coment


MARIA LUÍS ALBUQUERQUE: foi ministra das Finanças de Passos Coelho até 2015. Enquanto ministra, Maria Luís Albuquerque andou a comprar dívida cara. Assumiu depois um lugar na administração na privada Arrow Global, que se dedica à gestão de dívida de países.

A partir de 2015, e ao longo da legislatura, era a porta-voz do PSD para a área económica. Enquanto estava na posição de fazer negócios com o governo socialista e com a Banca, representava a oposição social-democrata (fragilizada e cúmplice).

É mais um dos muitos símbolos do tráfico de influências, da promiscuidade entre a política e os negócios, das portas giratórias que não param de rodar. Como é, de aparência, elegante, tem ainda o apadrinhamento de Cavaco Silva.

Paulo de Morais

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