Portugal Glorioso

O Plano de Salgado para a Venezuela

 ● 20/11/18 coment  ●

Esquema gigante de pagamento de luvas na Venezuela

Joana Amaral Dias


«25 mil milhões euros que voaram dos nossos bolsos para salvar estes delinquentes financeiros»


Ricardo Salgado em liberdade
Quatro anos depois da queda do BES, Ricardo Salgado continua livre e com o seu património intacto. O Dono Disto Tudo que passou por todos os grandes negócios do país, da EDP aos submarinos, que esteve ligado a grandes escândalos internacionais como o Mensalão no Brasil ou o esquema de luvas na Venezuela, que foi o coveiro do BES, do GES, da Rioforte PT, segue solto.

O homem que vendeu falso papel comercial a tantos aforradores honestos que perderam as poupanças de uma vida inteira (houve suicídios), sobre o qual recaem agora acusações de crimes de corrupção activa, branqueamento de capitais ou fraude fiscal agravada foi protegido pelas autoridades (em 2013 o Banco de Portugal já sabia das contas marteladas no BES) e, aparentemente, continua a ser.

Só isso justifica que continue a viver no luxo & liberdade.

Está por esclarecer o caso do BES Angola que, pelos vistos, não foi à falência coisa nenhuma (só mudou de nome para Banco Económico), que acordos de recuperação de activos estão a ser assinados salvando os delinquentes financeiros, como é o contrato da Lone Star que ficou com 75% do antigo BES, quem eram os jornalistas pagos por Ricardo Salgado. Ainda são? O ex presidente do Conselho de Administração do Banco Espírito Santo ainda é o Dono Disto Tudo?! Certo é que, 15 anos depois do início da da derrocada dos bancos portugueses, após 25 mil milhões que voaram dos bolsos dos contribuintes, ainda não há um único criminoso detido. Nem um. Admirem-se depois que os cidadãos tenham a percepção de que basta ter dinheiro para bons advogados e confiar na lentidão da justiça para ser impune.
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«Em pleno século XXI, temos ainda um Estado falhado» Paulo Morais

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O Estado, mais uma vez, falha com as obrigações que tem para com os cidadãos




Houve, em Borba, a derrocada de uma estrada. Morreram pessoas. O Estado português, mais uma vez, falha com as obrigações que tem para com os cidadãos. Em pleno século XXI, temos ainda um Estado falhado, gerido maioritariamente por incompetentes e corruptos.
Paulo de Morais

Perante esta calamidade, em qualquer país europeu do século XXI, os responsáveis pelas pedreiras em causa e os governantes que permitiram tamanha selvajaria já estariam a responder pelos seus actos. Mas estamos no habitual passa culpas, sacode a água do capote, empurra com a barriga. A tragédia de Borba também é a tragédia de Portugal.
Joana Amaral Dias

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«Marques Mendes tenta fazer os portugueses de estúpidos» Paulo Morais

 ● 16/11/18 coment  ●

Marques Mendes veio anunciar na SIC, com pompa, que a "Caixa vai bem, distribui lucros"




Luís Marques Mendes veio anunciar na SIC, com pompa, que a "Caixa Geral de Depósitos vai bem, distribui lucros".

Esqueceu-se de dois detalhes. Primeiro, os lucros que a Caixa agora apresenta em 2018 são VINTE VEZES MENOS do que o Estado lá enterrou no ano passado, em 2017. E também não declarou que pertence aos órgãos sociais da... mesma Caixa Geral de Depósitos, que veio elogiar na SIC, com ar de independente.

Afinal, é só mais um dos vários políticos de negócios travestidos de comentadores independentes, que tentam, arrogantemente, fazer passar os portugueses por estúpidos. Não têm conserto. Nem perdão!

Paulo de Morais
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Parlamento tem sido «centro de corrupção»

 ● 03/11/18 coment  ●

Paulo Morais acusa Parlamento de ser "centro de corrupção".


"O centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que, simultaneamente, estão no Parlamento e pertencem a grandes empresas". Ou seja, no Parlamento estão representados Bancos, escritórios de advogados, empresas...todos! Todos, menos o povo português". Morais deixa a pergunta: "estes parlamentares estão a representar o povo que os elegeu, ou as empresas que lhes pagam?"


"Quando o próprio Parlamento é ele fonte de corrupção, como é que pode ao mesmo tempo combater a corrupção?"

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Fisco perdoa milhões à Banca e Energia

 ● 02/11/18 coment  ●

«Benefícios fiscais, uma lista vergonhosa!», diz Gomes Ferreira


O que muda com o fim do adicional do ISP na gasolina.
Gomes Ferreira afirma que "ninguém pode garantir que o preço vai descer" e revela ainda aquilo que considera ser um escândalo: "em benefícios e isenções fiscais a grandes empresas, o Estado deu 2500 milhões euros. E nós, contribuintes/pequenas empresas que precisamos do carro para trabalhar, levamos com um agravamento! É esta a justiça fiscal que temos em Portugal".



De acordo com o CM, que cita dados da Autoridade Tributária, cerca de 300 contribuintes tiveram, ao longo de 2017, benefícios fiscais superiores a um milhão de euros. Foi o caso da EDP (108 milhões), mas também da autarquia do Porto (87,9 milhões), Lisboa (44,9 milhões), Universidade do Minho (36,6 milhões) e o próprio Estado (49 milhões). No caso da EDP, o benefício foi aplicado graças à isenção do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Também a banca e a Galp estão nesta lista. Conseguiram beneficiar de 30 milhões e 20 milhões em impostos, respectivamente, Estes benefícios fiscais aumentaram 85 milhões em relação a 2016.

"Para uns Imposto Infernal, para outros Paraíso Fiscal. E sempre para os mesmos, já se sabe: banca com os seus delinquentes financeiros e energia. Só a EDP - que nos rouba na factura todos os meses -conseguiu maximizar os seus benefícios fiscais e ter um desconto superior a 108 milhões. A nós, o fisco não perdoa nem 10 cêntimos. Incha, contribuinte. Embrulha".
Joana Amaral Dias

Mexia insulta os portugueses: A electricidade em Portugal não é cara

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Correspondente estrangeiro em Portugal arrasa EDP

 ● 30/10/18 coment  ●

«Arco da governação em Portugal foi comprado pela EDP»


EDP - Uma realidade que tem esmagado os portugueses, vista pelo correspondente estrangeiro, Miguel Szymanski: "Quem vai ganhar as próximas eleições será novamente a EDP".



«Catroga andou sempre de volta do governo a pressionar»
António Costa não precisava desta remodelação, e só a fez por pressão da EDP. Uma gigantesca e desnecessária operação, apenas para resolver o problema da EDP: remover Seguro Sanches, Secretário da Energia. Precisamente o que Costa fez.

É estranhíssimo que em Portugal são sempre os mesmos apelidos que têm o poder politico!

O que se passa com a EDP é gravíssimo! Isto é mais do que uma porta giratória entre a economia e a politica. Isto é um lobby fortíssimo com cinco[*] ministros de peso, todos a forçar o governo a fazer exactamente o que a EDP quer.

[*] Augusto Mateus, ministro da economia do governo Guterres, também é membro do Conselho de Supervisão da EDP.

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Lista de subvenções políticas foi escondida dos portugueses

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Governo decide ocultar lista de subvenções dos políticos. Justificação foi a Protecção de Dados, que não foi consultada


Em 2019, as subvenções custarão sete milhões de euros, mas deixou de se saber quem recebe o quê. Informação pública ocultada dos portugueses.



O secretismo político


O Governo decidiu ocultar da Internet as subvenções vitalícias dos políticos há dois meses. O ministério da Segurança Social justificou a decisão de deixar de divulgar os beneficiários das «pensões douradas» com o novo regulamento da Protecção de Dados, mas esta entidade diz que não foi chamada a pronunciar-se sobre o assunto, de acordo com Clara Guerra, porta-voz da Comissão Nacional de Protecção de Dados, em declarações à edição desta segunda-feira do JN.

De facto, apenas a lista de devedores ao Estado, da Segurança Social e da Autoridade Tributária, é a que está prevista em lei ser pública, sendo que a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sob tutela do ministério da Segurança Social, continua a divulgar todas as outras informações sobre a carreira contributiva dos pensionistas portugueses.

Já o mesmo não acontece com a lista de subvenções políticas, uma vez que não há legislação que obrigue a sua divulgação, como explica a CNPD ao Jornal de Notícias.

Segundo João Paulo Batalha, presidente da Associação cívica Transparência e Integridade, este critério selectivo do Governo é um caso “de sonegação de informação” sem “decisão legal”.
(observador, 29-10-2018)

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