Portugal Glorioso

«Marques Mendes tenta fazer os portugueses de estúpidos» Paulo Morais

 ● 16/11/18 coment  ●

Marques Mendes veio anunciar na SIC, com pompa, que a "Caixa vai bem, distribui lucros"




Luís Marques Mendes veio anunciar na SIC, com pompa, que a "Caixa Geral de Depósitos vai bem, distribui lucros".

Esqueceu-se de dois detalhes. Primeiro, os lucros que a Caixa agora apresenta em 2018 são VINTE VEZES MENOS do que o Estado lá enterrou no ano passado, em 2017. E também não declarou que pertence aos órgãos sociais da... mesma Caixa Geral de Depósitos, que veio elogiar na SIC, com ar de independente.

Afinal, é só mais um dos vários políticos de negócios travestidos de comentadores independentes, que tentam, arrogantemente, fazer passar os portugueses por estúpidos. Não têm conserto. Nem perdão!

Paulo de Morais
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BPN: Arlindo de Carvalho e Oliveira Costa condenados

 ● 13/11/18 coment  ●

Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa condenados no processo BPN


Arlindo de Carvalho foi condenado a 6 anos de prisão por burla qualificada e fraude fiscal e Oliveira e Costa a 12 anos de prisão por dois crimes de burla.



As condenações no caso BPN
O acórdão do julgamento de Arlindo de Carvalho e de Oliveira Costa foi conhecido esta manhã. José Oliveira Costa, o antigo presidente do BPN, foi condenado a 12 anos de prisão por dois crimes de burla. O ex-ministro da Saúde, Arlindo de Carvalho, foi condenado a seis anos de prisão por burla qualificada e fraude fiscal.

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«Marcelo deve dissolver a Assembleia da República» Paulo Morais

 ● 10/11/18 coment  ●

O Presidente da República deve DISSOLVER A ASSEMBLEIA da República, nos termos do Artigo 133.º da Constituição


Se a Assembleia está povoada por criminosos, deve ser dissolvida.



O Presidente da República deve DISSOLVER A ASSEMBLEIA da República, nos termos do Artigo 133.º, alínea e) da Constituição. Era o que eu faria.

Soube-se ontem (já todos suspeitavam...) que no Parlamento, os deputados transmitem a password uns aos outros. Usurpam assim a identidade (o que é crime), registam a presença em nome de terceiros, acedem a documentos confidenciais dos colegas de forma irrestrita, eventualmente usurpam a identidade também para proceder a votações. Recebem por sessões em que estão ausentes, lesando o Estado em milhões de euros por legislatura.

Ao cometerem o crime de usurpação de identidade, deveriam ser identificados como criminosos. E, pelo que diz a obscura deputada Emília, que veio denunciar tudo isto, no Parlamento, nesta matéria, "não há virgens".

Se a Assembleia está povoada por criminosos, deve ser dissolvida. A palavra ao presidente!

Paulo de Morais
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«10 anos depois, o BPN continua a sacar-nos dinheiro e ninguém foi detido. Nem um»

 ● 02/11/18 coment  ●

Uma década depois, o BPN continua a sacar-nos dinheiro à tripa-forra.




Faz 10 anos. Há precisamente 10 anos, declarava-se a falência do Banco Português de Negócios (BPN) que custará aos bolsos dos contribuintes 6 mil milhões de euros. E hoje, dia 3 de Novembro de 2018, ninguém está preso. A factura continua a aumentar. Todos os anos o Estado injecta pelo menos mais 500 milhões neste buraco negro.

Em 2019, a Parvalorem (gere os restos dos empréstimos do BPN) vai exigir 409 milhões de euros em despesa pública. A Parups (fundo com imóveis e obras de arte) 117 milhões. E a Parparticipadas (gere as participações noutras empresas fora do banco) tem previstos 21,5 milhões de gastos públicos em 2019.

Uma década inteirinha depois, o BPN continua a sacar-nos dinheiro à tripa forra e ninguém foi detido. Nem um. Oliveira Costa foi condenado a 14 anos, que afinal podem ser 22 (há uns dias descobriu-se que um juiz esqueceu-se de um dos crimes -abuso de confiança) mas anda solto. Continua livre por aí, a desfilar impune pelo Estado de Direito que, em Portugal, dá as garantias a quem tem recursos suficientes para transformar esta Democracia numa ópera bufa e a Justiça numa anedota de taberna.

Só este caso era o bastante para descredibilizar as instituições. O problema é que há mais um rol deles, o que ameaça o próprio regime. Isto sim, é o Halloween.

Joana Amaral Dias

O Tribunal de primeira instância esqueceu-se de decidir sobre um dos crimes de que era acusado o ex-presidente do BPN, o crime de abuso de confiança. O megaprocesso-crime do BPN baixou, por isso, ao tribunal de primeira instância e está pendente até que o tribunal de primeira instância fixe uma pena pelo crime de abuso de confiança.

Estranhíssimo e inédito esquecimento da Justiça


Ora vejam lá: Oliveira Costa foi condenado a 14 anos de prisão em Maio do ano passado. Mas continua em liberdade. Soltinho ao vento. O julgamento levou 6 anos e são os contribuintes que pagam os 6 mil milhões da sua delinquência no BPN. Como se não bastasse, soube-se agora que o tribunal de primeira instância se esqueceu de decidir sobre um dos crimes de que era acusado o ex-presidente do Banco Português de Negócios, o crime de abuso de confiança - a pena por este crime vai de um a oito anos de prisão.

Este estranhíssimo e inédito esquecimento vai agora levar 3 a 5 anos a ser resolvido. Lodo, minha gente. Lodo até aos olhos.

Joana Amaral Dias
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Fisco perdoa milhões à Banca e Energia

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«Benefícios fiscais, uma lista vergonhosa!», diz Gomes Ferreira


O que muda com o fim do adicional do ISP na gasolina.
Gomes Ferreira afirma que "ninguém pode garantir que o preço vai descer" e revela ainda aquilo que considera ser um escândalo: "em benefícios e isenções fiscais a grandes empresas, o Estado deu 2500 milhões euros. E nós, contribuintes/pequenas empresas que precisamos do carro para trabalhar, levamos com um agravamento! É esta a justiça fiscal que temos em Portugal".



De acordo com o CM, que cita dados da Autoridade Tributária, cerca de 300 contribuintes tiveram, ao longo de 2017, benefícios fiscais superiores a um milhão de euros. Foi o caso da EDP (108 milhões), mas também da autarquia do Porto (87,9 milhões), Lisboa (44,9 milhões), Universidade do Minho (36,6 milhões) e o próprio Estado (49 milhões). No caso da EDP, o benefício foi aplicado graças à isenção do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.

Também a banca e a Galp estão nesta lista. Conseguiram beneficiar de 30 milhões e 20 milhões em impostos, respectivamente, Estes benefícios fiscais aumentaram 85 milhões em relação a 2016.

"Para uns Imposto Infernal, para outros Paraíso Fiscal. E sempre para os mesmos, já se sabe: banca com os seus delinquentes financeiros e energia. Só a EDP - que nos rouba na factura todos os meses -conseguiu maximizar os seus benefícios fiscais e ter um desconto superior a 108 milhões. A nós, o fisco não perdoa nem 10 cêntimos. Incha, contribuinte. Embrulha".
Joana Amaral Dias

Mexia insulta os portugueses: A electricidade em Portugal não é cara

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Correspondente estrangeiro em Portugal arrasa EDP

 ● 30/10/18 coment  ●

«Arco da governação em Portugal foi comprado pela EDP»


EDP - Uma realidade que tem esmagado os portugueses, vista pelo correspondente estrangeiro, Miguel Szymanski: "Quem vai ganhar as próximas eleições será novamente a EDP".



«Catroga andou sempre de volta do governo a pressionar»
António Costa não precisava desta remodelação, e só a fez por pressão da EDP. Uma gigantesca e desnecessária operação, apenas para resolver o problema da EDP: remover Seguro Sanches, Secretário da Energia. Precisamente o que Costa fez.

É estranhíssimo que em Portugal são sempre os mesmos apelidos que têm o poder politico!

O que se passa com a EDP é gravíssimo! Isto é mais do que uma porta giratória entre a economia e a politica. Isto é um lobby fortíssimo com cinco[*] ministros de peso, todos a forçar o governo a fazer exactamente o que a EDP quer.

[*] Augusto Mateus, ministro da economia do governo Guterres, também é membro do Conselho de Supervisão da EDP.

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Lista de subvenções políticas foi escondida dos portugueses

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Governo decide ocultar lista de subvenções dos políticos. Justificação foi a Protecção de Dados, que não foi consultada


Em 2019, as subvenções custarão sete milhões de euros, mas deixou de se saber quem recebe o quê. Informação pública ocultada dos portugueses.



O secretismo político


O Governo decidiu ocultar da Internet as subvenções vitalícias dos políticos há dois meses. O ministério da Segurança Social justificou a decisão de deixar de divulgar os beneficiários das «pensões douradas» com o novo regulamento da Protecção de Dados, mas esta entidade diz que não foi chamada a pronunciar-se sobre o assunto, de acordo com Clara Guerra, porta-voz da Comissão Nacional de Protecção de Dados, em declarações à edição desta segunda-feira do JN.

De facto, apenas a lista de devedores ao Estado, da Segurança Social e da Autoridade Tributária, é a que está prevista em lei ser pública, sendo que a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sob tutela do ministério da Segurança Social, continua a divulgar todas as outras informações sobre a carreira contributiva dos pensionistas portugueses.

Já o mesmo não acontece com a lista de subvenções políticas, uma vez que não há legislação que obrigue a sua divulgação, como explica a CNPD ao Jornal de Notícias.

Segundo João Paulo Batalha, presidente da Associação cívica Transparência e Integridade, este critério selectivo do Governo é um caso “de sonegação de informação” sem “decisão legal”.
(observador, 29-10-2018)

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