«Há aqui alguma coisa que não joga. Acordem! O país já está todo ardido» Hernâni Carvalho

0  ● 27.7.17 0



"O Siresp serve para tudo menos... para comunicar em emergência! Então só serve para quem está a ganhar dinheiro com ele, não serve para mais nada! E não há quem deite aquela porcaria fora? É porque 64 vidas é muito, mas muito mais caro que qualquer rescisão de contrato com o Siresp!! (...) Vêm meios de Espanha, e os nossos aviões continuam sossegadinhos!" Hernâni Carvalho, ontem na SIC,(ver video).
Mais AQUI: "Porque é que a PJ não tem competência para tudo e só pode investigar até metade do caminho? Há aqui alguma coisa que não joga".

Queixas sobre incêndio de Mação:
Problemas no ataque ao primeiro momento do incêndio, logo no domingo;
Deficiência dos meios destacados para essa primeira abordagem;
Desequilíbrio nos meios distribuídos pelos concelhos para os quais evoluiu o incêndio;
Desconhecimento do terreno por bombeiros que estiveram no combate às chamas no concelho;
Aldeias a arder sem bombeiros;
Fogo acabado de controlar que assume novamente proporções preocupantes sem carros de bombeiros presentes;
Falhas do SIRESP;
Desnorte da Protecção Civil.

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As brigadas da inquisição

0  ● 22.7.17 0
Há dias, Ricardo Araújo Pereira usou a palavra “mariconço” e as brigadas da inquisição tentaram a perseguição. A resposta do humorista foi clara: não há ninguém acima da crítica, do escárnio, do gozo; todos os grupos podem e devem ser gozados, criticados, achincalhados.

Todos os dias (mas mesmo todos os dias) os católicos são descritos através de termos como “beato” - e "beato” é o termo mais delicado da paleta. Porque é que o católico não tem direito a estas ondas de indignação que procuram calar, proibir, criminalizar? Porque é que o homossexual não pode ser gozado com uma palavra inofensiva como “mariconço”? Porque é que não se pode falar de homossexuais fora dos termos impostos pelos autoproclamados donos da homossexualidade? Onde é que está escrito que o homossexual é o novo e intocável aristocrata do espaço público? Lamento, mas este sangue azul LGBT não é superior à minha liberdade.



Há uns anos, a série de humor "Os Contemporâneos” fez uma rábula chamada “casamento cigano gay”. Ao inventar um casalinho de gays ciganos cheios de-não-me-toques, a rábula gozava com a óbvia homofobia dos ciganos e, ao mesmo tempo, parodiava os tiques amaricados e bamboleantes de muitos gays — tiques tão parodiáveis como os tiques das tias ou dos marialvas. Claro que o episódio foi denunciado pelas patrulhas ideológicas e aquele tipo de humor desapareceu da RTP. Há uns dias, Ricardo Araújo Pereira mencionou a palavra “mariconço” e de imediato foi apelidado de homofóbico. Os sinais são claros: gozar com gays é proibido, censurável, é mesmo censurado à cabeça por produtores medricas que nem sequer aceitam a ideia, o próprio humorista faz tanta autocensura que o resultado final já não é uma piada mas uma concessão aos códigos de linguagem das patrulhas. Isto é inaceitável. Quem é que elevou o gay à condição de aristocrata intocável? Porque é que se aceita a ideia de que algumas comunidades estão situadas fora do perímetro da crítica e do gozo? De onde vem a ideia de que corre sangue azul nas veias LGBT?

A regra sagrada do nosso espaço público é a inexistência de altares à prova de crítica e paródia. Sou católico. Todos os dias leio, oiço ou vejo coisas que são ofensas intencionais à minha fé. Contudo, não ando por aí a exigir censuras. Mas este é precisamente o problema. Enquanto existe carta branca para se gozar ou criticar os brancos católicos, já é completamente proibido gozar ou criticar os ciganos, o gays, os coxos, os gajos que gostam de roxo. Nesta lista de intocáveis, ninguém é tão intocável como o gay, o visconde do espaço público. Ora, o humor é uma forma de catarse colectiva que aproxima as pessoas. Herman José humanizou as tias e os gajos do norte aos olhos de quem não era beto ou do norte. Neste sentido, fazer uma rábula que goza com os tiques dos mariconços parece-me tão importante como uma rábula que goza com os tiques dos betos, das tias, das beatas. Gozar com o mariconço, que é uma versão excessiva do gay, parece-me tão importante como gozar com o beato, que é a versão excessiva do crente. O humor retira grupos ou indivíduos do seu pedestal e humaniza-os aos olhos das outras pessoas. No riso somos todos iguais.

ENQUANTO EXISTE CARTA BRANCA PARA SE GOZAR OU CRITICAR OS BRANCOS CATÓLICOS, JÁ É COMPLETAMENTE PROIBIDO GOZAR OU CRITICAR OS CIGANOS, O GAYS, OS COXOS, OS GAJOS QUE GOSTAM DE ROXO. NESTA LISTA DE INTOCÁVEIS, NINGUÉM É TÃO INTOCÁVEL COMO O GAY, O VISCONDE DO ESPAÇO PÚBLICO

Quando uma comunidade está acima da crítica ou gozo, é evidente que se torna impossível debater qualquer assunto sobre essa mesma comunidade. Este escudo protector que envolve o gay é um das razões que torna tão difícil o debate sobre casamentos e adopções gay. É que esta realidade objectiva (o gay está de facto acima da crítica e do humor) mostra mais uma vez que a retórica politicamente correta não está a lutar por uma justa igualdade entre pessoas, mas por uma posição aristocrática de uma minoria. Lamento, mas não dou para esse peditório. Todas as pessoas, todas as ideologias, credos, raças ou orientações sexuais podem e devem ser gozadas e criticadas. Chama-se liberdade. O sangue azul LGBT não está acima da minha liberdade.
Henrique Raposo (expresso)
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«Os que censuravam antes do 25 Abril estão-se a rir que nem uns perdidos» Hernâni Carvalho

0  ● 19.7.17 0



Bombeiros proibidos de falar. Informações aos jornalistas só na sede da ANPC.
"Na Venezuela? Na Coreia do Norte? Não, em Portugal".
(...) "Cumprimentos aos censores! Os que censuravam antes do 25 Abril estão-se a rir que nem uns perdidos". Hernâni Carvalho (hoje na SIC, ver video).

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«Os governantes corruptos devem ser perseguidos em toda a parte» Paulo Morais

0  ● 18.7.17 0



"O ex-presidente Lula da Silva foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá, investigado no âmbito da Operação Lava Jato." Os governantes corruptos devem ser perseguidos: na Europa, na América Latina, na Ásia, em África, em toda a parte. Sejam de direita, de esquerda, de qualquer quadrante.

Paulo de Morais

Daniel Oliveira: Por este crime, Lula não tem perdão

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Alijó: a estranha coincidência da indústria do fogo!

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"De novo os fogos, de novo coisas estranhas, de novo coincidências. A maior coincidência é que o Siresp não funcionou. Depois, à mesma hora e em três frentes diferentes, começou tudo a arder. É a estranha coincidência da indústria do fogo!
(...)Se gastarmos metade (do que se gasta no combate) em investigação criminal, a máfia do fogo desaparece. (...) O Siresp não funciona!..ainda não perceberam? Não é uma vergonha, é uma roubalheira! Se calhar, não é um problema dos portugueses. É um problema de meia dúzia de portugueses." Hernâni Carvalho.
veja: "Hernâni Carvalho: O que é que diz o contrato entre a PT e o Siresp".


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A CAUSA do negócio dos incêndios - Paulo Morais

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A CAUSA do negócio dos incêndios:

Orçamento para combate a incêndios: 211 Milhões de Euros.
Orçamento para prevenção de incêndios: ZERO.

Bastaria despender menos de metade em prevenção e não estaríamos na situação de catástrofe em que nos encontramos, resultantes desta avassaladora e descontrolada vaga de incêndios.



A pergunta que ainda falta fazer:
Quem factura os MAIS DE 210 MILHÕES DE EUROS orçamentados pelo Estado para combate a incêndios em 2017? Para quem vai esse dinheiro? Quem fica milionário enquanto muitos morrem e outros ficam na desgraça? Quem factura no NEGÓCIO DOS INCÊNDIOS?
Os Media portugueses andam adormecidos.

Veja: Em vez de andar a pagar fogos, o estado deveria premiar a sua inexistência. As campanhas de combate a incêndios, incentivam os próprios incêndios ao enriquecerem as empresas que se alimentam deste negócio.
Paulo Morais


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«Pedem-lhes tudo, mas não lhes dão nada» Nuno Rogeiro

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PEDEM-LHES TUDO

Pedem-lhes acção, mas inactivam-nas.

Pedem-lhes missões, mas tiram-lhes meios.
Pedem-lhes nobreza, mas passam o tempo a desonrá-las.
Pedem-lhes disciplina, mas semeiam-lhes caos.
Pedem-lhes fins, mas tiram-lhes meios.
Pedem-lhes sacrifício, mas zombam com este.
Pedem-lhes eficácia, mas só apreciam burocracia.
Pedem-lhes operacionalidade, mas não o querem.
Pedem-lhes espírito castrense, mas só sabem castrá-las.
Pedem-lhes prontidão, mas só quando se lembram.
Pedem-lhes união, mas manipulam-nas.
Pedem-lhes honestidade, limpeza de processos e bom governo interno, mas eles próprios são exemplo do oposto.

Pedem-lhes independência, mas domesticam-nas.
Pedem-lhes coragem, mas elogiam a cobardia.
Pedem-lhes que defendam a bandeira e o povo, mas no fundo desprezam os dois.
Pedem-lhes que protejam a Pátria, não até ao fim das suas vidas, mas só até ao fim das suas propriedades.
Pedem-lhes que morram, mas injuriam os caídos.
Pedem-lhes - discretamente - que desapareçam, mas não possuem a coragem de as dissolver.

Pedem-lhes tudo, mas não lhes dão nada.

Nuno Rogeiro
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