Portugal Glorioso

Matemática alternativa: 2+2=? Cuidado com os burros convictos

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Quando a burrice toma conta da sociedade!



Matemática alternativa 
2+2=? (alguns peritos dizem 4, outros dizem 22). Um problema sério retratado com humor em 7 minutos. Não é por um acaso que nas redes sociais, e fora delas, o 'achismo' tomou o lugar dos factos e das provas!

"A cultura da ignorância presente nas sociedades contemporâneas europeias e ocidentais, prisioneiras do 'achismo' e do generalismo, da mediocridade, do voyeurismo e do exibicionismo primários, está a alimentar aquilo a que poderemos chamar de ‘utopia das pequenas e simples coisas’.

A sociedade em que vivemos julga-se muito superior e culta, mas em muitos domínios está capturada pela ignorância. Pela ditadura do imediatismo, pela dependência do generalismo. (...) Uma coisa é certa: nunca tivemos tantos ignorantes em lugares de responsabilidade. Pública e não pública."(olharaocentro@sol.pt)
"O maior inimigo de um governo é um povo culto." (Jô Soares)
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Áustria expulsa 60 líderes muçulmanos e fecha sete mesquitas

 ● 9.6.18 0 0  ●

"As sociedades paralelas, o Islão político e a radicalização não têm lugar no nosso país", disse Kurz.


Também as famílias dos imãs podem ser expulsas do país, anunciou o chanceler austríaco. O número pode chegar aos 150


Até 60 imãs financiados a partir do estrangeiro podem ser expulsos da Áustria. O anúncio foi feito esta sexta-feira por Sebastian Kurz, chanceler do país, que justificou a decisão com o facto de se tratar de uma operação contra àquilo a que chamou "Islão político".

"As sociedades paralelas, o Islão político e a radicalização não têm lugar no nosso país", disse Kurz. Provavelmente, também as famílias dos imãs expulsos vão ser forçadas a abandonar a Áustria. No total, refere o jornal "The Local", cerca de 150 pessoas estão em risco de perderem o direito de residência.

A juntar à lista, Kurz confirmou ainda que vão ser encerradas sete mesquitas. As decisões, explicou, foram tomadas na sequência de uma investigação da autoridade de assuntos religiosos, que encontrou imagens de crianças vestidas de soldados a recriarem uma das primeiras batalhas da I Guerra Mundial. Segundo o diário "El País", as fotografias mostravam os miúdos com roupa camuflada, a saudar a bandeira da Turquia.

A mesquita no centro da polémica e que fez desencadear as decisões do Governo é gerida pelas Associações Culturais Turco-Islâmicas, que também já lamentou as imagens divulgadas.

Entretanto, o porta-voz da presidência turca já criticou a decisão da Áustria, considerando-a como "racista" e "anti-islâmica". "Fechar sete mesquitas e deportar imãs com uma fraca justificação é o reflexo do "anti-islão, racismo e onda de populismo discriminatório que se vive no país", descreveu Ibrahim Kalin nas redes sociais. (Expresso)
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«Os portugueses podiam viver magnificamente se não existisse corrupção» Paulo Morais

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Paulo Morais: "Gostava de ver o património da família Salgado confiscado pelo Estado português"


Numa entrevista explosiva ao i, Paulo Morais, presidente da Frente Cívica, diz que o dinheiro do antigo presidente do BES podia ser usado no combate a corrupção. Morais insurge-se contra a corrupção no país, contra as PPP rodoviárias e deixa várias críticas a organismos e figuras do Estado Português.



Corrupção em Portugal

Numa entrevista ao jornal "i"Paulo Morais acredita que os "portugueses estão fartos" da corrupção e defende que a grande adesão a mecanismos informáticos para tratar de assuntos financeiros e administrativos (como a entrega do IRS pela Internet) é uma prova de tal.

O político destaca alguns casos específicos de corrupção que ficaram famosos – enumera a Expo 98, o Euro 2004, os submarinos, as Parcerias Público-Privadas ou o BPN (um caso que diz ter custado 7 mil milhões de euros aos portugueses). "Este sistema está dominado pela corrupção e os portugueses podiam viver magnificamente se ela não existisse", refere.

Fala ainda do caso das Minas de Neves Corvo (a segunda maior jazida de cobre do mundo) e pergunta-se o que beneficia o Orçamento de Estado destas minas. "É uma situação idêntica à que acontece nos poços de petróleo em Angola, em que o benefício para o povo angolano é quase nenhum".

Ainda sobre este tema, Morais dá o exemplo do artigo 104.º da Constituição Portuguesa que diz que os bens de consumo devem ser taxados de modo proporcional, e são principalmente onerados os artigos de luxo. "Mas em Portugal quem dormir num hotel de luxo paga IVA a 6%; um pobre, que viva num bairro social, paga electricidade com IVA a 23%. Isto é onerar particularmente produtos de luxo?!", pergunta. O presidente da Frente Cívica termina a dizer que a maior corrupção em Portugal é o sistema fiscal.

Paulo Morais acusa também uma "elite com pés de barro" de se preocupar apenas em educar os filhos mandando-os para boas universidades para que "eles tomem conta do aparelho do Estado e eternizem os mecanismos de compadrio e tráfico de influências a que nos habituámos desde meados do século XIX".

A corrupção, porém, não está apenas patente nos organismos políticos: "o que acontece muitas vezes é que quando as pessoas vêem os chefes e os chefes dos chefes envolvidos em esquemas de corrupção, tentam tirar também elas alguma vantagem", defende o presidente da Frente Cívica.

Justiça portuguesa

Confrontado com questões sobre a justiça portuguesa e alguns casos mais mediáticos, Paulo Morais aponta duas situações que deveriam ser alvos de mudança: primeiro, defende que é preciso criar mecanismos de organização das diligências que garantissem que estas decorrem dentro dos prazos impostos e assim impedir a "eternização" de processos nos tribunais; segundo, afirma que é preciso extinguir a possibilidade de "pena suspensa" e as pessoas que forem condenadas devem poder recorrer, como prevê a lei, mas devem estar a cumprir pena efectivamente.

"Uma das vantagens da actual PGR é não andar no circuito de croquetes com ministros e deputados"

Na entrevista ao i, o político afirmou também que o mandado de Joana Marques Vidal, Procuradora Geral da República, deve ser renovado (apesar de declarações contrárias feitas por Francisca Van Dunem há alguns meses) e que esta contribuiu muito para o combate à corrupção no país. Para o entrevistado, a PGR tem uma maior capacidade de intervenção que o seu predecessor (Pinto Monteiro) e que a ministra da Justiça "devia ter sido demitida" depois de afirmar que ia mudar a PGR no início do ano.

Caso Fizz, Operação Marquês e o BES

Mantendo a sua posição controversa e franca, Paulo Morais revolta-se contra o facto de Ricardo Salgado manter o seu património intacto: "Quero que quando as pessoas forem condenadas cumpram efectivamente as penas e devolvam à sociedade os activos que retiraram". O político defende também que parte dos activos destes casos devem ser usados no combate à corrupção, tal como acontece no Brasil.

Sobre o caso Fizz, Morais diz que graças a isto "os angolanos sabem hoje que podem vir a Portugal lavar dinheiro, comprar o que lhes apetecer (…) que no final os processos vão todos parar a Angola e são amnistiados". Para o entrevistado, Portugal demonstrou que pessoas com determinado estatuto e ligadas ao presidente angolano podem fazer o que quiserem em Portugal.

Acusa ainda as pessoas que estiveram nos dois governos de Sócrates (um "político corrupto", segundo o mesmo) e que passaram 4 ou 6 anos com ele de serem co-responsáveis por tudo o que se passou – "tal como os que estiveram com Salazar são cúmplices de fascismo", compara Paulo Morais.

Litigâncias no tribunal

Paulo Morais contou ao jornal i que tem 17 vitórias em tribunal em casos de denúncia, difamação e processos do género, e que o preocupa é apenas a má utilização de recursos públicos usados apenas para "calar uma voz incómoda". (fonte Sábado)
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Tribunal confirma reforma de Jardim Gonçalves: «Ai meu Portugal. Que nojo!» Joana Amaral

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Enfim, cá estamos nós outra vez a forrar o cofre aos bandidos, a lavar-lhes a roupa suja e engraxar-lhes os sapatinhos. Quase 170 mil euros mensais mais mordomias no país com pensões de miséria, a cuspir os velhotes todos os dias para o olho da rua. Ai meu Portugal. Que nojo.



Tribunal confirma reforma milionária de Jardim Gonçalves.


O Tribunal de Sintra decidiu que Jardim Gonçalves, afinal, sempre vai para casa com uma pensão de 167 mil euros mensais. Mais carro, motorista e segurança. Ou seja, o ex-banqueiro cuja gestão danosa enterrou o BCP, o ex banqueiro que nos obrigou a todos a salvar mais um banco, que foi aos bolsos de todos os portugueses, voltou agora a arrombar-nos a porta de casa e só não vai ser ressarcido das despesas com o seu avioãozinho privado. São dois milhões de reembolsos.

Mais coisa menos coisa, é o mesmo que tinha que pagar de multa porque o fundador do BCP, além de ter sido condenado a dois anos com pena suspensa por crime de manipulação de mercado, levou várias coimas relativas à utilização de offshores para comprarem acções do banco, ocultando prejuízos e aumentando a cotação das acções, inflacionando os seus prémios de desempenho. Tinha que pagar mas não pagou, atenção. E não pagou porque o Banco de Portugal levou mais de 5 anos a enviar processo contra Jardim Gonçalves para os tribunais, sendo que a multa acabou por prescrever.

Enfim, cá estamos nós outra vez a forrar o cofre aos bandidos, a lavar-lhes a roupa suja e engraxar-lhes os sapatinhos. Quase 170 mil euros mensais mais mordomias no país com pensões de miséria, a cuspir os velhotes todos os dias para o olho da rua. Ai meu Portugal. Que nojo.

Joana Amaral Dias

video Joana Amaral na CMTV:


1 MÊS de reforma de Jardim Gonçalves sustentava creche durante 17 ANOS
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Tratado de Tordesilhas: a divisão do mundo

 ● 7.6.18 0 0  ●

7 de Junho de 1494 – Assinatura do Tratado de Tordesilhas


O Tratado de Tordesilhas, foi um Tratado assinado entre Portugal e Espanha no ano de 1494 que definiu o mundo como hoje o conhecemos e que faz com que se fale português e castelhano em quase todos os continentes.



Com a chegada de Cristóvão Colombo à América em 1492 Espanha ficou interessada nas suas mais recentes terras descobertas na América e queria proteger essas terras, mais precisamente de Portugal. Assim sendo a Espanha procurou o papa Alexandre VI, que através da Bula Inter Coetera, estabeleceu a posse de todas as terras descobertas a 100 léguas a oeste de Cabo Verde à Espanha. Com este documento, Portugal ficaria sem a possibilidade de ter a posse de territórios na recém-descoberta América e dificultava igualmente as navegações portuguesas no Oceano Atlântico.

Portugal e Espanha eram as duas principais potências militares e económicas da época. Por isso para se evitarem violentos conflitos, ambos os países resolveram negociar um novo tratado em que deveriam estar presentes os interesses de ambos os reinos no que toca a descoberta, exploração e colonização das novas terras.


Meridiano de Tordesilhas

Assim, no dia 7 de Julho de 1494 foi assinado o Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha. O tratado estabeleceu a divisão no meridiano 370 léguas a oeste da ilha de Santo Antão que se encontra entre Cabo Verde (que já pertencia a Portugal) e as ilhas das Caraíbas (que tinham sido descobertas por Colombo). Assim as terras que estivessem a leste deste meridiano seriam de Portugal, enquanto as que estivessem a oeste seriam de Espanha.

Este acordo defendia muito bem os interesses de Portugal, pois, presume-se que navegadores portugueses já teriam estado no que hoje conhecemos como Brasil e que já tinham estado igualmente no Oceano Índico, contornando todo o Continente Africano pelo Sul, passando desta forma o Cabo da Boa Esperança, que se situava na Cidade do Cabo na África do Sul. Espanha ficava assim, sem o Brasil, África e praticamente todas as terras no Oceano Índico.

Algumas nações europeias ficaram muito insatisfeitos com este acordo pois muitas também iniciavam as expansões marítimas e não concordavam com o facto desta divisão ser apenas entre Portugal e Espanha. Então estas nações por não estarem no tratado, alegaram que estavam livres para tomar posse de qualquer terra que fosse descoberta, estivesse ela do lado português ou espanhol. A França começou a organizar expedições marítimas ao Brasil, deixando bem claro que não concordava com os termos do tratado e que não aceitava a sua legitimidade. Esta atitude obrigou, naturalmente, Portugal a tomar medidas para colonizar rapidamente o Brasil.


Folha de rosto do Tratado de Tordesilhas (cópia do original) Biblioteca Nacional (Lisboa).

No diz respeito ao tratado nenhum dos dois países o respeitou na integra. Portugal, com o decorrer do tempo, foi invadindo as terras que se encontravam para lá da linha imaginária que o tratado estabeleceu, ocupando algumas terras que seriam de Espanha. Que não se importou muito, pois, já tinham muitas outras novas terras recentemente descobertas começando a dar forma ao território brasileiro como o conhecemos hoje. Mas, o actual território brasileiro, só ficou definido como o conhecemos hoje, após a independência de Portugal.

O Tratado de Tordesilhas só deixou de vigorar em 1750, com a assinatura do Tratado de Madrid, onde Portugal e Espanha estabeleceram novos limites de divisão territorial para suas colónias na América do Sul, muito devido ao não cumprimento do Tratado de Tordesilhas.

Nuno Vicente
ideiaseopinioes.com
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«O Conselho de Estado não serve para nada» Paulo Morais

 ● 4.6.18 0 0  ●
O Conselho de Estado é uma espécie de corte de bajulação ao Presidente. É uma instituição folclórica, uma entidade supérflua. Deve ser extinto.



O CONSELHO DE ESTADO é um organismo inútil. Tem relevância constitucional, é o órgão de aconselhamento do Presidente.

Nele tem assento as principais figuras do Estado, ex-Presidentes e os senadores nomeados pelos partidos do regime, de Lobo Xavier a Francisco Louçã, de Domingos Abrantes a Marques Mendes ou Pinto Balsemão.

É uma espécie de corte de bajulação ao Presidente. Os seus pareceres, quando existem, não são vinculativos. Não serve para nada. É uma instituição folclórica, uma entidade supérflua. Deve ser extinto.

Paulo de Morais
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