Portugal Glorioso

Rendeiro: «E para quando a prisão perpétua com pena suspensa?»

 ● 16/10/18
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João Rendeiro condenado a cinco anos de prisão com pena suspensa




O ex-presidente do BPP, João Rendeiro, foi condenado esta segunda-feira a cinco anos de prisão com pena suspensa por falsidade informática e falsificação de documentos. Rendeiro vai ser obrigado ainda a pagar 400 mil euros a uma IPSS, neste caso a Associação "Crescer".

O colapso do BPP, banco vocacionado para a gestão de fortunas, verificou-se em 2010, já depois do caso BPN e antecedendo outros escândalos na banca portuguesa.

O BPP originou ainda outros processos judiciais, um por suspeitas de burla qualificada e outro relacionado com multas aplicadas pelas autoridades de supervisão bancárias.

Quanto ao Estado, este deu aquando da intervenção pública no BPP uma garantia de 450 milhões de euros que o actual Governo diz que espera reaver na totalidade.

«E para quando a prisão perpétua com pena suspensa?»

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«Catroga andou sempre de volta do governo a pressionar»

 ● 14/10/18
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"Eduardo Catroga andou sempre de volta do governo a pressionar para que acontecesse alguma coisa nestas remodelações. E pelo visto parece que conseguiu. Costa já devia estar farto de ouvir as queixas do embaixador da República Popular da China. (Gomes Ferreira)

Como diz Paulo de Morais: "Custo na factura de electricidade é um escândalo. Mas continuaremos a suportar este fardo, enquanto o presidente da EDP tiver mais poder do que o Ministro da Economia".



Sai uma vítima da EDP

A remodelação governamental profunda deste fim de semana apanhou quase toda a gente de surpresa. Mas, na verdade, os princípios que estão por detrás desta sangria na equipa do Governo até são simples.

Manuel Caldeira Cabral sai por causa do lobby da electricidade, sobretudo por causa da pressão dos accionistas chineses da EDP sobre o Ministério da Economia e sobre o próprio Primeiro-Ministro.

António Costa já devia estar farto de ouvir as queixas do embaixador da República Popular da China sobre a alteração dos pressupostos contratuais que levaram à privatização da EDP. Caldeira Cabral dava cobertura plena ao secretário de Estado da Energia.

Jorge Seguro Sanches, como sabemos, mandou cortar nos pagamentos anuais das rendas garantidas dos CMEC, de 250 milhões de euros por ano para pouco mais de 85 milhões, até 2027.

É muito subsídio cortado de uma só vez, por um simples secretário de Estado.

Mas Seguro Sanches não ficou por aqui. Em relação aos 2.500 milhões de euros pagos em CMEC à EDP entre 2007 e 2017, deu como válida a avaliação feita pela ERSE - que concluiu que tinha havido pagamentos muito acima do que era devido - e mandou devolver mais de 280 milhões de euros.

É muito rombo nas contas do maior sugadouro de riqueza do país, legalmente constituído e protegido pelas leis de compadrio sucessivamente aprovadas no parlamento, a mando dos maiores escritórios de advogados. Sim, aqueles que são pagos a peso de ouro pelos doutos pareceres que fornecem à EDP e pelas propostas de legislação que estão habitados a enviar para o Parlamento e para os gabinetes dos ministros permeáveis. Nem este Ministro nem este Secretário de Estado o eram.

Seguro Sanches cortou ainda nas garantias de potência, nos juros da dívida tarifária, obrigou a EDP, Iberdrola, Endesa e congéneres a deixarem de inventar pretextos falsos para recusarem atribuir a tarifa social da electricidade às famílias carenciadas e ameaçava cortar também nos subsídios à renováveis.

Fez ainda um outro pecado capital: manteve na gaveta as dezenas de pedidos de novas licenças para produção de energia eólica altamente subsidiada, um suicídio financeiro para os consumidores porque a capacidade instalada do sistema eletroprodutor já ultrapassa as necessidades do país.

A tudo isto, Caldeira Cabral dava cobertura.

Sobre tudo isto, muitos jornalistas de órgãos de comunicação de referência da nossa praça já escreviam sistematicamente que não era admissível o Estado estar a alterar unilateralmente contratos legalmente protegidos. Desse tipo de jornalismo que fecha os olhos ao saque das tarifas sobre os consumidores, famílias e empresas, já se queixava o Ministro da Economia em privado.

"A esta hora, muitas garrafas de champanhe estão a ser abertas na 24 Julho, em Lisboa, em Madrid e em Nova Iorque. Tal como foram abertas em Londres pelos administradores da maior elétrica, em 2013, quando Henrique Gomes e Álvaro Santos Pereira acabaram por saltar do ministério da Economia do Governo de Passos."

Agora, a secretaria de Estado da Energia passa para o Ministério do Ambiente com o nome de Transição Energética.

Meus caros António Costa e João Pedro Matos Fernandes, percebemos bem o recado: Transição Energética significa que os dois serão tentados a abrir as comportas da aprovação das dezenas de pedidos de novas produções eólicas altamente subsidiadas, que Caldeira Cabral e Seguro Sanches puseram na gaveta durante estes anos porque eram uma ruína para os consumidores e um maná para os associados da APREN. O champanhe também já jorra aí por muitos gabinetes empresariais do lobby das ventoinhas.

Sabemos bem que o novo ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, é muito próximo dos chineses donos da EDP. O próprio não o esconde. Ter ficado sem a pasta não o impede de vir a dizer aos colegas de Governo, nos futuros Conselhos de Ministros, o que quer e o que não quer para o setor da Energia.

Ficaremos nós jornalistas muito atentos para ver o que, de facto, vai mudar na Transição Energética!
José Gomes Ferreira
https://sicnoticias.sapo.pt/opiniao/2018-10-14-Sai-uma-vitima-da-EDP-outra-de-Centeno-e-duas-de-si-proprios-1
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Electricidade: O governo devia tabelar tudo! Nisto a esquerda tem toda a razão

 ● 12/10/18
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«Este mercado é tão complexo e tão contra as famílias»


De acordo com o Orçamento que está na fase final de negociação, a factura da electricidade deverá baixar no próximo ano. Gomes Ferreira explica que é esperado que no dia da apresentação do OE 2019, a entidade reguladora do sector energético apresente uma proposta com “aumentos substanciais” da factura da electricidade. “Ou fica tudo na mesma, ou sobe”, explica, dizendo que “na prática o que deverá acontecer, em vez de uma descida (na electricidade), é um aumento”. fonte SICN


Isto é um roubo legal. E é de tal maneira, que o governo e os partidos à esquerda negoceiam baixar a electricidade e ela acaba, ou por ficar na mesma, ou por subir. Este mercado está feito para as operadoras levarem a fatia de leão, à custa das famílias e das empresas. Pelo menos os portugueses devem bater-se pela manutenção da tarifa regulada da electricidade. Os portugueses devem exigir que nunca acabe a tarifa regulada da electricidade.

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«Saneamento da PGR: Golpe de Estado camuflado» Paulo Morais

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12 de Outubro, 15 horas. Em Portugal, dá-se um golpe de Estado camuflado, com o saneamento de Joana Marques Vidal do cargo de Procuradora Geral.





O Ministério Público, sob a orientação de Marques Vidal, enfrentou políticos (Sócrates e Vara, do PS, Miguel Macedo do PSD), banqueiros (Ricardo Salgado ou Oliveira e Costa), magistrados (Rui Rangel ou Orlando Figueira) ou até corruptos angolanos, como Manuel Vicente.

Não terá feito tudo bem, mas mostrou determinação no combate à corrupção. O poder político não lhe perdoou, saneou-a. Marcelo e Costa destituem-na, para gáudio dos seus amigos de sempre, Ricardo Salgado e José Sócrates.

A nova ocupante do cargo não tem qualquer historial de combate à corrupção, como convém ao sistema. Com esta substituição, o poder judicial perde independência face ao poder político. Marcelo e Costa alteram, de forma camuflada, o regime constitucional.

Paulo de Morais

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«Redução IMEDIATA do IVA da electricidade» Paulo Morais

 ● 10/10/18
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Frente Cívica: É chegado o momento de repor o valor do IVA na electricidade, na sua taxa reduzida


Sem a redução do IVA da electricidade, a austeridade continuará a ser uma marca da governação, por muito que seja anunciado o contrário.




A Frente Cívica defende a REDUÇÃO IMEDIATA DO IVA DA ELECTRICIDADE para a taxa de 6%. Os custos energéticos, em Portugal, penalizam fortemente a vida das famílias e das empresas.

Esta crónica dificuldade do quotidiano nacional foi agravada em 2011, aquando da implementação do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal por parte do FMI – BCE e CE. Foi, em particular, asfixiante a sobrecarga fiscal que se traduziu num brutal acréscimo do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), nas facturas de electricidade, que se projectou de 6% para 23%.

Dada a imperiosa necessidade de reverter os sofrimentos impostos ao País por via das políticas austeritárias adoptadas nos anos do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal, entende a FRENTE CÍVICA que é chegado o momento de repor o valor do IVA na electricidade, na sua taxa reduzida, regressando-se à forma primitiva.

Exige-se a esta nova maioria que hoje dirige os destinos do país que reverta a austeridade, como prometeu. Só a total reversão deste “brutal aumento de impostos” corresponderá ao tão propalado “fim da austeridade”. Sem a redução do IVA da electricidade, a austeridade continuará a ser uma marca da governação, por muito que seja anunciado o contrário.

Paulo de Morais
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«Azeredo Lopes já se devia ter demitido. Postura absolutamente lamentável»

 ● 04/10/18
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«Toda a postura do Ministro neste processo é absolutamente lamentável»



«Azeredo Lopes é um não ministro há muito tempo»

Vasco Brazão, investigador da Polícia Judiciária Militar e nono arguido do processo de Tancos, assegurou ao juiz de instrução ter dado conhecimento ao ministro da Defesa da encenação montada na Chamusca. Azeredo Lopes ter admite embaraço mas que não se demite. O jornalista Pedro Cruz considera que o ministro da Defesa está a lidar mal com este caso e que "é um não ministro há muito tempo". (fonte: SIC Noticias)

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"Um major jurou ao juiz que o ministro sabia da tramóia para o “achamento” das armas de Tancos. O ministro diz que é falso, mas não processa o major. Porque será?"
(Hernâni Carvalho)


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«Salgado canta vitória, sente-se vingado, presume-se intocável»

 ● 01/10/18
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Salgado, responsável pela desgraça de milhares de portugueses, acha que vai continuar imune, intocável, impune e... multi-milionário.




RICARDO SALGADO canta vitória, sente-se vingado, presume-se intocável. Conseguiu mover todas influências junto de António Costa e Marcelo que levaram ao afastamento de Joana Marques Vidal da Procuradoria Geral da República. Acha que vai continuar imune, intocável, impune e... multi-milionário.

Salgado é próximo de Marcelo Rebelo de Sousa, de António Costa, de Cavaco Silva, de Sócrates. Esteve sempre ligado aos negócios mais obscuros: intermediação na compra (corrupta) de submarinos aos alemães; tráfico de influências na privatização da EDP, destruição da Portugal Telecom, eventuais subornos a Sócrates e Vara; e tantos outros.

Salgado provocou a falência ou a destruição do BES, do BES Angola, do GES, da Rioforte, da PT…

Foi responsável pela desgraça de milhares de portugueses. Desacreditou os funcionários do ex-BES, que andaram a vender papel comercial falso aos seus clientes. Descapitalizou muitas famílias que tinham as suas poupanças à guarda do BES.

Foi acusado por corrupção em múltiplos processos, por mérito do Ministério Público de Marques Vidal, agora afastada.

Salgado sente que não vai ser mais incomodado. Até porque Salgado dispõe do cartão "Você está livre da Prisão" – no verso do cartão está lista dos políticos que foi subornando ao longo de anos e anos.

Conclusão: Ricardo Salgado continua a ser o Dono Disto Tudo! Portugal não é um verdadeiro Estado de Direito. A democracia está moribunda.

Paulo de Morais


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