Salgado dispõe do cartão "Você está livre da Prisão" - Paulo Morais

0  ● 17.11.17 0  ● API
Ricardo Salgado é responsável pela desgraça de milhares e milhares de portugueses.
Que lhe aconteceu até hoje? Nada!



LIVRE DA PRISÃO

Ricardo Salgado é responsável pela desgraça de milhares e milhares de portugueses. Desacreditou os funcionários do Novo Banco (ex-BES), que andaram a vender papel comercial falso e sem valor aos seus clientes. Descapitalizou muitas famílias que tinham as suas poupanças à guarda do BES. Muitos faliram, caíram em depressão; houve até suicídios.

Ricardo Salgado esteve sempre ligado a negócios questionados pela Justiça: aquisição de submarinos aos alemães, abate ilegal de sobreiros que permitiu o negócio imobiliário "Vargem Fresca"; tráfico de influências na privatização da EDP, falência fraudulenta da Portugal Telecom, eventuais subornos a Sócrates e Vara.

No estrangeiro, surge como o banqueiro do escândalo Mensalão, no Brasil; e aos problemas do Petróleo de Angola.

Salgado diz que se enganou a preencher a declaração de IRS, em.. doze milhões de euros. Mas nem o Fisco então o penalizou, nem o Banco de Portugal erradicou, então, da actividade financeira um personagem tão "distraída".

Salgado provocou a falência do BES, do BES Angola, do GES, da Rioforte, da PT...

Ricardo Salgado actuou sempre com impunidade. Que lhe aconteceu até hoje? Nada! Salgado dispõe do cartão "Você está livre da Prisão" – nas costas do cartão está lista dos políticos que foi comprando ao longo de décadas.

Paulo de Morais
Ler mais ►

«Todos os políticos deviam ter vergonha na cara» Hernâni Carvalho

0  ● 13.11.17 0  ● API


Hernâni Carvalho sobre o jantar no Panteão Nacional:
"Ficou toda a gente mal na fotografia, menos os organizadores da Web Summit.
Parece que em Portugal há pessoas que nem pedir desculpa sabem.
(...) Era bom que todos os políticos estivessem caladinhos. Ninguém pode dizer que não sabia. Deviam ter vergonha na cara. (...) O Panteão Nacional representa valores, representa a memória de um povo. Ou temos respeito por nós, ou não prestamos mesmo para nada".

Ler mais ►

Jantar no Panteão Nacional. Este país ensandeceu. Só pode

1  ● 11.11.17 1  ● API



Um país que não se respeita é um país sem futuro.

Esta foto foi tirada hoje no Panteão Nacional. Sim leu bem, no Panteão Nacional. É um jantar posterior à Web Summit (Founders Dinner). Os organizadores da Web Summit, num estranho sentimento de que tudo podem e de que tudo lhes é permitido, resolvem fazer um jantar, restrito e só para convidados muito especiais, no recinto do PANTEÃO NACIONAL. Quem terá sido o ministro, ou secretário-de-estado que autorizou o evento? Uma coisa é certa, uns tipos, parolos e armados em empreendedores, pensam que o local certo para um evento destes é o Panteão Nacional de um país com quase 900 anos. Muitos outros, onde estão ex-governantes, aceitam participar nesta fantochada.
Inaceitável.

adenda:

Fizeram-me chegar o REGULAMENTO de Utilização de Espaços da Direcção Geral do Património Cultural. Esse regulamento é de 24 de Junho de 2014 e está assinado pelo Secretário de Estado da Cultura Jorge Barreto Xavier e pelo Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento Hélder Reis. Sim, este é um regulamento do Governo de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. Pois estas alminhas, no perfeito gozo do seu ADIANTAMENTO MENTAL, acharam que deveriam autorizar, regulamentar e fixar preços para a utilização do PANTEÃO NACIONAL em jantares e outros eventos.

Isto não desculpa os responsáveis políticos actuais e os membros da administração do Estado que não fazem a menor ideia do que é um PANTEÃO NACIONAL. Uma coisa é alugar espaço num Museu, outra é o PANTEÃO NACIONAL.
Este país ENSANDECEU. Só pode.
Bolas.

Norberto Pires
Ler mais ►

O silêncio torna-nos mais inteligentes, criativos e seguros

0  ● 27.10.17 0  ● API
Existem processos cerebrais que só podem ser realizados em silêncio.



O silêncio é indispensável para regenerar o cérebro


Desde sempre que o silêncio tem sido fonte de muitos estudos e reflexões. Ao mesmo tempo, saturamos os locais onde vivemos com tantos ruídos que é cada vez mais difícil encontrá-lo. Isso faz com que cada vez mais pessoas, na ausência de ruído, experimentem um abismo dentro si.

Actualmente o nosso ouvido está hiperestimulado. O mais grave, é que quase todos esses estímulos auditivos que recebemos do exterior são alarmantes: barulhos de carros, motorizadas, burburinho, máquinas, obras, músicas estridentes, algazarras, apitos...enfim, nada que inspire tranquilidade. Além de isso incidir no nosso estado emocional, a ciência comprovou também que afecta o cérebro.

Segundo uma pesquisa realizada na Alemanha pelo "Research Center for Regenerative Therapies" de Dresden: existem processos cerebrais que só podem ser realizados em silêncio.

Até há pouco tempo pensava-se que os neurónios eram incapazes de se regenerar. Contudo, com o desenvolvimento da neurogénese, comprovou-se que o cérebro, afinal, tem capacidade de regeneração. Ainda não se sabe, exactamente, o que promove a regeneração neurológica e cerebral, mas já existem pistas valiosas a esse respeito, e uma delas é o silêncio.


Experiências com o silêncio


Os pesquisadores alemães fizeram uma experiência com um grupo de ratos. A pesquisa consistia em deixá-los em completo silêncio durante duas horas por dia. Ao mesmo tempo faria-se uma observação dos cérebros para ver se isto criava alguma mudança.

O resultado foi contundente. Após algum tempo submetidos a esta rotina, observou-se que em todos os ratos estudados houve um crescimento do número de células dentro do hipocampo - a região do cérebro que regula as emoções, a memória e a aprendizagem.

Os especialistas constataram também que as novas células nervosas se incorporavam progressivamente ao sistema nervoso central, e que logo se especializavam em diferentes funções. Conclusão, o silêncio provocou uma mudança muito positiva no cérebro dos animais.


O silêncio ajuda a estruturar a informação




O cérebro nunca descansa, inclusive quando em estado de calma, ou quando estamos completamente quietos ou a dormir. Este maravilhoso órgão continua a funcionar mas de forma diferente. Quando o corpo descansa começam a desenvolver-se outros processos que completam os que são realizados quando estamos activos.

Basicamente o que acontece é que se produz uma espécie de depuração. O cérebro avalia a informação e as experiências às quais foi exposto durante o dia. Logo, organiza e incorpora a informação relevante e descarta a que não é importante.

Este processo é completamente inconsciente, mas provoca efeitos no consciente. Por isso às vezes encontramos respostas durante o sono, ou conseguimos ver as coisas a partir de um novo ponto de vista depois de termos descansado algumas horas.

O interessante de tudo isto, é que um processo semelhante também acontece quando estamos em silêncio. A ausência de estímulos auditivos tem quase o mesmo efeito que o descanso. O silêncio, em geral, leva-nos a pensar em nós mesmos, e isto depura as emoções e reafirma a identidade.

Os importantes efeitos sobre o stress


O silêncio não só nos torna mais inteligentes, criativos e seguros, mas também tem efeitos muito positivos sobre os estados de angústia. Os seres humanos são muito sensíveis ao ruído, tanto que muitas vezes acordamos sobressaltados por um objecto que caiu ou por um som estranho.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cornell descobriu que as crianças que vivem perto de aeroportos têm um elevado nível de stress. E não é só isso, elas também têm a pressão arterial mais elevada e apresentam altos índices de cortisol, a hormona do stress.
Por sorte, também acontece o contrário. Isso foi evidenciado por uma pesquisa da Universidade de Pavia, onde se verificou que apenas dois minutos de silêncio absoluto são mais enriquecedores do que ouvir música relaxante. De facto, evidenciou-se que a pressão sanguínea diminuía e que as pessoas conseguiam sentir-se mais alertas e tranquilas depois deste pequeno banho de silêncio.

Como se vê, o silêncio produz grandes benefícios, tanto intelectuais quanto emocionais. Poderemos afirmar que experimentar o silêncio, ainda que por breves momentos ao dia, é um factor determinante para a saúde mental e cerebral. E com isso, um elemento decisivo para melhorar o nosso estado emocional, saúde e qualidade de vida.

(Adaptação Portugal Glorioso, fonte: A mente é maravilhosa)
Ler mais ►

«CGD desvia fundos das vítimas dos incêndios para equipar Hospitais» Paulo Morais

0 0  ● API
Inacreditável !!
A Caixa Geral de Depósitos está a utilizar os donativos para as vítimas dos incêndios de Pedrógão para equipar Hospitais. Com que mandato, com que legitimidade estão a desviar os fundos das vítimas? Usar os donativos para objectivos diferentes daqueles que estavam previstos, é um desrespeito, uma deslealdade para com os doadores.

Paulo de Morais



A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai alocar 500 mil euros para equipar unidades de saúde da região de Coimbra que têm estado a cuidar das vítimas dos incêndios que voltaram a afectar aquela zona no passado domingo.

Numa conferência a propósito do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, organizada esta terça-feira [17-10-17] em Lisboa pelo Montepio, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, disse que, dos 2,6 milhões de euros angariados pelo banco público [Conta Solidária Caixa “Unidos por Pedrogão Grande”] para as vítimas do incêndio que deflagrou em Junho em Pedrógão Grande, alastrando a outros concelhos e deixando mais de 60 mortos e que estão a ser geridos pela Fundação Calouste Gulbenkian, "uma parte já foi para projectos concretos e cerca de 500 mil euros vão ser aplicados junto de instituições de saúde para equipar as que tem ajudado as populações, quer nas unidades de queimados quer noutras, na zona de Coimbra".

Questionado sobre se a Caixa irá replicar esta iniciativa para apoiar as vítimas dos incêndios deste domingo na zona Centro, que fizeram 37 mortos, Paulo Macedo não se comprometeu e disse apenas que vai ponderar.

"Neste momento, a nossa preocupação tem de ser que esses fundos sejam aplicados. Houve uma generosidade dos portugueses muito maior do que a que era esperada e o que nos interessa saber é se esses fundos estão a ser aplicados, e estão", respondeu aos jornalistas à margem do evento.
(fonte: CM)
* * * *
Recorde-se que a Conta Solidária Caixa "Unidos por Pedrógão Grande" encerrou com um saldo de € 2.650.975,60 para o qual contribuíram mais de 36.000 doadores.
Finalidades de actuação:
  • A reconstrução e reabilitação das primeiras habitações;
  • A reconstrução ou reabilitação de anexos agrícolas;
  • A recuperação dos meios de subsistência das famílias mais gravemente afetadas;
  • O apoio às associações de apicultores com alimentação sólida para as abelhas.
(fonte: CGD)
* * * *
adenda:

Frente Cívica acusa CGD de destinar donativos dos incêndios a hospitais


A associação Frente Cívica, liderada por Paulo de Morais, acusou a Caixa Geral de Depósitos de redireccionar donativos recebidos pelos incêndios para equipar hospitais e não para os fins anunciados, mas o banco diz que a gestão dos fundos coube à Fundação Gulbenkian.

A Frente Cívica, que reconhece que "os donativos (...) foram repassados à Fundação Calouste Gulbenkian para que esta gerisse as verbas", diz agora que o banco "instruiu" a Fundação para que esta desse outro fim a parte desse montante.

"Inexplicavelmente, o presidente da Caixa resolveu instruir a Fundação Gulbenkian a que atribuísse 500 mil euros de um tal montante aos hospitais para reforço dos meios de assistência. Com esta decisão há patentemente um desvio de fins, que contraria necessariamente a intenção das pessoas que se predispuseram a ajudar as vítimas e viola os mais elementares princípios de lealdade", considera a associação.

Fonte oficial da Caixa reiterou que as decisões em torno do fundo de apoio às vítimas dos incêndios resultam da gestão da Fundação Calouste Gulbenkian e não do banco público.

Ainda assim, a Frente Cívica sublinha que "vai instar a Caixa Geral de Depósitos a que reponha os valores abusivamente distraídos das suas finalidades e o Ministro das Finanças, a tutela, para que force a mão à Caixa a bem cumprir o mandato implícito que os doadores lhe cometeram".
(fonte: TSF)
Ler mais ►