Portugal Glorioso

Montepio: O delinquente financeiro venceu! Vamos ter que salvar mais um banco

 ● 11/12/2018

Tomás Correia ganhou as eleições. Em breve vamos (todos) ter que salvar o Montepio.





Aperceberam-se que Tomás Correia ganhou as eleições para a Associação Mutualista do Montepio? Enfim, isto significa que em breve vamos ter que salvar o Montepio. O delinquente financeiro que agora venceu fez do banco o patrocinador de figuras perigosas (Ricardo Salgado inclusive), investidor de risco e acumulador de imparidades. Aliás, quase levou a instituição à falência. Em 2015 foi posto a andar do banco mas ficou na Associação.

Novo administrador do Montepio, na lista dos devedores do Banco Portugal

É arguido na Operação Marquês, está a ser investigado pelo Ministério Público e pelo Banco de Portugal. No entanto, a sua candidatura recebeu o apoio da fina flor, com nomes desde Manuela Ramalho Eanes, Vasco Lourenço, José Eduardo Martins, Jorge Coelho, Carlos Zorrinho, Fernando Seara, até a artistas como Camané, Cuca Roseta, Maria do Céu Guerra, Carlos Lopes, João Pedro Pais, Vitorino.

E é no meio deste círculo que Tomás Correia se sente inimputável, tanto que chegou mesmo a declarar que nenhum salário pode pagar o que sofre no Montepio. Recebe 30 mil euros por mês mais cartão de crédito de igual valor, relembre-se.
Joana Amaral Dias
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Paulo Morais: Em Portugal os corruptos nunca são presos

"Os corruptos gozam de impunidade e nunca são presos"





No DIA MUNDIAL DE COMBATE À CORRUPÇÃO, 9 de Dezembro,
recordo que em Portugal os corruptos raramente são acusados, quase nunca julgados, muito menos condenados. E, quando são condenados, têm penas suspensas. E, mesmo quando são condenados a prisão efectiva - mesmo assim não são presos! Portugal já não é um Estado de Direito, é um Estado (quase) falhado.


De acordo com os indicadores internacionais, Portugal é um dos países mais corruptos da Europa. Mas é, neste grupo, onde os corruptos gozam de maior impunidade e nunca são presos. E não é porque não haja crimes.

Paulo de Morais
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«A Casa da Democracia está a ruir» Paulo Morais

 ● 06/12/2018

A bandalheira é geral. Ferro Rodrigues não trata da ética e a estética já não colhe.




A Casa da Democracia está a ruir.


No Parlamento português, há deputados que votam em nome de outros. Há parlamentares que marcam presença, estando ausentes. Há subsídios que pagam viagens de deputados que nunca se realizam. Há atribuição de regalias ilegais (como seguros de saúde e outras).

A bandalheira é geral.

O Presidente da Assembleia não quer resolver problema. Apenas quer minimizar o impacto público e os danos reputacionais. Mas danos reputacionais já não há, porque a reputação do Parlamento vale zero, e o povo já nem respeita o Parlamento. Qualquer notícia negativa que de lá emane já não surpreende. Ferro Rodrigues não trata da ética e a estética já não colhe. E já nem sequer há esperança de que o Presidente da República dissolva o Parlamento, como lhe compete nos termos do artigo 133.º da Constituição da República.

A Casa da Democracia é uma casa insalubre e em ruína iminente.

Paulo de Morais
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«Este governo tem a sensibilidade social de um rinoceronte» Joana Amaral

 ● 03/12/2018

Feliz Natal também para si, Sr. Primeiro Ministro




A Bolsa ou a vida

O governo decidiu não pagar as bolsas de mérito a estudantes pobres. Há miúdos carenciados com média acima de 14 no Secundário e que recebem um subsídio que é, frequentemente, aquela pequena ajuda que lhes permite concluir o ensino obrigatório. Portanto, o Estado tem esse compromisso com estas crianças e respectivas famílias que contam com este auxílio. Algumas até já compraram material escolar na expectativa de serem ressarcidos.

Eis que Costa e Centeno decidem pagar apenas 50%, ao mesmo tempo que se vangloriam de embolsar totalmente o FMI ou de alcançar o Défice Zero. Os nossos estudantes que vingam apesar das suas dificuldades económicas são menos dignos de receberem o que lhes é devido?! Estão menos necessitados? O PS já se esqueceu como prometeu apostar na educação e recuperar a drenagem de jovens para o estrangeiro? Oferece manuais escolares a todos (desfavorecidos e muito ricos) mas corta nos que mais precisados e que, ainda por cima, se esforçam?

Este governo tem a sensibilidade social de um rinoceronte, as prioridades políticas de uma máquina de calcular. Não estima a meritocracia ou as bolsas de estudo. Deve preferir as bolsas de ar, as bolsas de valores, as bolsas das cunhas e dos amiguismos. Feliz Natal também para si, Sr. Primeiro Ministro.

Joana Amaral Dias

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«O Parlamento português é uma fraude» Paulo Morais

 ● 28/11/2018

Ficou agora provado que o deputado Barreiras Duarte votou o Orçamento Estado, mas não estava na sessão!


Várias questões se levantam:



O Parlamento português é uma FRAUDE.
Ficou agora provado que o deputado Barreiras Duarte votou o Orçamento de Estado, mas não estava na sessão! Várias questões se levantam: Quantas vezes e quantas Leis votou este deputado, estando ausente? Quantos mais deputados o fizeram? Quantas Leis nos últimos anos não terão sido aprovadas desta forma, com votações adulteradas e fraudulentas? Qual a legitimidade destas Leis?

Deputados que abastardam assim o mandato que recebem do povo não têm dignidade. Deputados que usurpam ou deixam usurpar a sua identidade devem ser investigados pela Justiça e banidos do Parlamento.

Como esta prática (assinar por ausentes, votar pelos outros) não é isolada, parece até ser generalizada, só há uma solução: o Presidente da República deve DISSOLVER A ASSEMBLEIA da República, nos termos do Artigo 133.º, alínea e) da Constituição. Era o que eu faria.

Paulo de Morais
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Lista de subvenções políticas foi escondida dos portugueses

 ● 20/11/2018

Governo decide ocultar lista de subvenções dos políticos. Justificação foi a Protecção de Dados, que não foi consultada


Em 2019, as subvenções custarão sete milhões de euros, mas deixou de se saber quem recebe o quê. Informação pública ocultada dos portugueses.




O secretismo político


video:


O Governo decidiu ocultar da Internet as subvenções vitalícias dos políticos há dois meses. O ministério da Segurança Social justificou a decisão de deixar de divulgar os beneficiários das «pensões douradas» com o novo regulamento da Protecção de Dados, mas esta entidade diz que não foi chamada a pronunciar-se sobre o assunto, de acordo com Clara Guerra, porta-voz da Comissão Nacional de Protecção de Dados, em declarações à edição desta segunda-feira do JN.

De facto, apenas a lista de devedores ao Estado, da Segurança Social e da Autoridade Tributária, é a que está prevista em lei ser pública, sendo que a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sob tutela do ministério da Segurança Social, continua a divulgar todas as outras informações sobre a carreira contributiva dos pensionistas portugueses.

Já o mesmo não acontece com a lista de subvenções políticas, uma vez que não há legislação que obrigue a sua divulgação, como explica a CNPD ao Jornal de Notícias.

Segundo João Paulo Batalha, presidente da Associação cívica Transparência e Integridade, este critério selectivo do Governo é um caso “de sonegação de informação” sem “decisão legal”.
(observador, 29-10-2018)
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«Em pleno século XXI, temos ainda um Estado falhado» Paulo Morais

O Estado, mais uma vez, falha com as obrigações que tem para com os cidadãos


Houve, em Borba, a derrocada de uma estrada. Morreram pessoas. O Estado português, mais uma vez, falha com as obrigações que tem para com os cidadãos. Em pleno século XXI, temos ainda um Estado falhado, gerido maioritariamente por incompetentes e corruptos.

(Paulo de Morais)



Perante esta calamidade, em qualquer país europeu do século XXI, os responsáveis pelas pedreiras em causa e os governantes que permitiram tamanha selvajaria já estariam a responder pelos seus actos. Mas estamos no habitual passa culpas, sacode a água do capote, empurra com a barriga. A tragédia de Borba também é a tragédia de Portugal.

(Joana Amaral Dias)


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