Portugal Glorioso

Irá Costa chamar selvagem a este camarada de partido, tal como fez com os enfermeiros?

 ● 14/02/19

Os Grupos privados de Saúde, agora representados por um ex-assessor do Secretário-Geral do PS, querem mais e mais dinheiro.




Os Grupos privados de Saúde que ameaçam suspender o acordo com a ADSE são dirigidos, a nível nacional, por Óscar Gaspar, secretário de Estado da Saúde do Governo de José Sócrates. Os privados, agora representados por um ex-assessor do Secretário-Geral do Partido Socialista, querem mais e mais dinheiro.

Duas questões se levantam:
1. Irá António Costa chamar selvagem a este camarada de partido, tal como fez com os enfermeiros?
2. Irá ceder à pressão e pagar mais aos Hospitais Privados, quando o Governo afirma que "não há dinheiro" para nada?
3. Será isto afinal uma guerra de poder dentro do PS?
4. E no meio disto tudo, alguém se preocupa com os doentes?

Paulo de Morais
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«Marta Temido falseou dados num relatório de 2017» diz Garcia Pereira

 ● 12/02/19

queixa-crime contra Governo e hospitais


Sindicato dos enfermeiros admite apresentar queixa-crime contra Governo e hospitais. Enfermeiros acusam o Governo e os hospitais de marcarem serviços mínimos impossíveis de cumprir para provocar falhas e justificar a requisição civil. Garcia Pereira diz que a ministra da saúde já tem antecedentes, e cita um relatório do Tribunal de Contas de 2017.

(video fonte SIC Noticias)
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Paulo Morais responde ao Governo que diz não ter dinheiro para os enfermeiros

 ● 09/02/19
O Governo, que encetou uma estratégia persecutória contra esta classe profissional, diz que não tem 140 milhões para cumprir as suas reivindicações.



ENFERMEIROS: Há uma classe profissional que luta, com os meios legais de que dispõe, para ter um salário condigno, compatível com a importância que tem no SNS. O Governo, que encetou uma estratégia persecutória contra esta classe profissional, diz que não tem 140 milhões para cumprir as suas reivindicações.

Mas, Dr. António Costa, eu digo-lhe onde pode ir buscar esse dinheiro ao Orçamento de Estado: aos mil e duzentos milhões a mais que está a pagar este ano pelas Parcerias Público-Privadas rodoviárias, aos mais de cinco mil milhões que pensa gastar em obscuras "acções e participações", aos mil e setecentos milhões que tem para tapar os buracos criados pela corrupção na Banca. Em síntese, pode deixar de continuar a engordar os empresários do regime e passar a pagar a dignidade dos enfermeiros.

Paulo de Morais

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Um dia triste para o Estado Social e o mundo sindical

 ● 07/02/19
Que seja um Governo, apoiado pela esquerda, a inaugurar a requisição civil e derrotá-los pela força é uma desgraça, para todos os que em Portugal vivem do trabalho.
(Raquel Varela)

Um dia triste para o Estado Social e o mundo sindical




Em 2017 o Tribunal de Contas publicava um relatório onde concluía que tinham aumentado a listas de espera e o tempo médio a aguardar por cirurgia. Não havia qualquer greve. Em dez anos a Banca portuguesa directa e na dívida pública engoliu mais de 50 mil milhões de euros, mais de 30% do PIB. 5 serviços nacionais de saúde. Nunca houve uma requisição civil para evitar esta catástrofe. Nunca houve uma expropriação sem indemnização.

Apesar de terem uma direcção sindical inábil e uma Ordem politicamente comprometida com a Direita, os enfermeiros foram a categoria que foi mais longe em Portugal medindo forças dizendo que os dinheiros públicos devem ser para pagar bem a funcionários dos serviços públicos. Que seja um Governo, apoiado pela esquerda, a inaugurar a requisição civil e derrotá-los pela força é uma desgraça, para todos os que em Portugal vivem do trabalho. Não foram os enfermeiros que foram derrotados, fomos todos nós que acreditamos no Estado Social. Lamento que o ódio e a fogueira em que foram queimados, os nossos cuidadores, nunca tenha, nem de perto nem de longe, caído sobre os criminosos que geriram as contas publicas em décadas. A rigor é cobardia. A cobardia de aplaudir o Estado forte com os fracos. E considerar um dado adquirido, «inevitável», que ele seja fraco com os fortes.

Deixo aos enfermeiros um conselho, sábio, que não é meu, mas de todos os que me antecederam - numa greve a direcção política é tudo, a greve foi justa, o método certíssimo, o fundo correcto. Falhou a direcção política, uma greve destas exige uma direcção sindical perfeita, que não pode cometer um erro, um só - um dia conto-vos o que é isso da perfeição da direcção, que não é uma quimera mas uma realidade em muitos casos...

António Costa, o meu último conselho é para si - não se vence com a força trabalhadores. Força de lei é um eufemismo para derrota e humilhação. Assim não se gere nada, muito menos uma equipa hospitalar. Dentro de cada bloco operatório estarão homens e mulheres derrotados pela força. As consequências disso medem-se a partir de agora em absentismo, imigração, saída do SNS, burnout, adoecimento, erro, acidente...
Raquel Varela (facebook)

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«Há que confiscar a colecção a Berardo e retirar o seu nome do CCB» Paulo Morais

 ● 01/02/19

«O nome BERARDO deve ser de imediato retirado da fachada do CCB»





Urge RETIRAR O NOME DE BERARDO da fachada do Centro Cultural de Belém!
A colecção do Museu Colecção BERARDO já não é de Joe Berardo, pois serve de garantia pelos empréstimos ruinosos que a Caixa Geral de Depósitos, o BES e o BCP concederam a Berardo - só na CGD são 320 milhões!

Há agora que confiscar definitivamente a colecção a Berardo e retirar da fachada do CCB o seu nome. Não fica bem afixar na frontaria (de um dos mais importantes monumentos de Portugal) o nome dum parlapatão.

Paulo de Morais

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«Nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros»

 ● 31/01/19
Raquel Varela sobre auditoria à Caixa: "Uma das coisas que ficámos a saber com esta lista, é que nós não salvámos o sistema bancário. Nós salvámos foi banqueiros".



Raquel Varela (facebook):
Se houvesse uma auditoria a todos os banqueiros que salvámos - com o argumento demagógico de que estávamos a salvar o sistema bancário salvando os banqueiros (na realidade estávamos a destruir os bancos salvando banqueiros) - nenhum português com o mínimo de sentido de justiça social aceitaria um desempregado, um salário baixo, um precário, uma consulta adiada, uma escola sem qualidade. Mas não houve. Nunca é demais recordar que não salvámos o sistema bancário, pelo contrário, ele faliu, e hoje a banca portuguesa não existe - é uma sucursal do Santander. O que salvámos - perdendo milhares de empregos e arrasando o país nos direitos laborais - foram investidores privados. Sim, pelo que foi tornado público esta semana, e é o grande escândalo do ano, o médico que saiu do SNS por ganhar muito mal, o professor exausto, estão a pagar piscinas privadas e campos de golf. Já sabíamos, ver com os olhos doí mais, porém.

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E a reacção do Estado não foi dizer "mil desculpas e perdões". Não! Foi dizer "ai a lista não devia ser tornada pública". Enquanto não existir um movimento popular a sério, este regabofe vai continuar. Raquel Varela na RTP3:



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Caixa: Os rostos da desgraça! Prepare o cheque, a factura vem a caminho

 ● 22/01/19

Os ROSTOS da DESGRAÇA


Créditos sem critério, negócios ruinosos e, claro, PRÉMIOS DE GESTÃO (LOL) também sem critério. Prepare o CHEQUE, a FACTURA vem a caminho. Teremos em breve uma NOVA CRISE, na qual, mais uma vez, não estaremos preparados. (Norberto Pires)


A bomba nacional que lancei no meu programa dos domingos está a fazer o seu caminho e é primeira página, página central e notícia em muitos diários de hoje. Depois de ter entregue a auditoria à Caixa Geral de Depósitos em directo, ontem passei o dia a disponibilizar os documentos a TODOS os órgãos de comunicação social que isso mesmo me solicitaram.

Nenhuma instância estatal - executivo ou parlamento- revelou interesse. Aliás, hoje o governo diz que não viu o documento (nem quer ver!!!) e Faria de Oliveira - anos e anos à frente dos destinos da Caixa - já sacudiu também a água do capote e alegou sigilo bancário. Volto a afirmar- o que esta auditoria revela não é gestão danosa. É um crime de lesa-pátria. Traição a Portugal. Por fim, deixem-me que vos diga- nenhuma ameaça ou intimidação me fará desistir. (Joana Amaral Dias)

veja: «Está tudo com medo, agora aguentem as responsabilidades» Gomes Ferreira.

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