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Imaculada Conceição, Padroeira e Rainha de Portugal

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Celebra-se a Festa da Imaculada Conceição de Maria, Padroeira do Reino de Portugal, desde o dia 8 de Dezembro do ano de 1325, por decisão unânime do Conselho do Cabido, das Pessoas Virtuosas e versadas em Letras Teológicas, reunidas em Coimbra por Ordem do Bispo D. Raimundo a pedido da Rainha Santa Isabel. No entanto, só no dia 25 de Março de 1646 é que o Rei D. João IV decidiu consagrar o país a Nossa Senhora da Conceição, após a Restauração da Independência, e desde então nunca mais os Reis Portugueses voltaram a colocar a Coroa na cabeça.


Nas cortes celebradas em Lisboa no ano de 1646 declarou el-rei D. João IV que tomava a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro. Comemorando este facto cunharam-se umas medalhas de ouro de 22 quilates, com o peso de 12 oitavas, e outras semelhantes mas de prata, com o peso de uma onça, as quais foram depois admitidas por lei como moedas correntes, as de ouro por 12$000 réis e as de prata por 600 réis

Ordenou o mesmo soberano que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

Não foi D. João IV o primeiro monarca português que colocou o reino sob a protecção da Virgem, apenas tornou permanente uma devoção, a que os nossos Reis se acolheram algumas vezes em momentos críticos para a pátria.

D. João I punha nas portas da capital a inscrição louvando a Virgem, e erigia o convento da Batalha a Nossa Senhora, como o seu esforçado companheiro D. Nuno Alvares Pereira levantava a Santa Maria o convento do Carmo.

Fontes; http://www.arqnet.pt/index.html 
http://refugiodomocho.blogspot.pt/ 
http://risco-continuo.blogs.sapo.pt/


Santuário de Fátima, Cova da Iria, Fátima (Portugal).
Um dos mais importantes santuários Marianos do Mundo

Solene cântico, que diz muito a todos os Portugueses:
Salve, nobre Padroeira,
Do povo Teu protegido,
Entre todos escolhido,
Para povo do Senhor.
 Ó glória da nossa terra,
Que tens salvado mil vezes!

Enquanto houver Portugueses,

Tu serás o seu amor! Bis
 És a nossa Padroeira
Não largues o Padroado
Do rebanho confiado
Ao teu poder protector.
 És a obra mais sublime
Que saiu das mãos de Deus.
Nem na terra nem nos céus,
Há criatura maior!
 Flor de suave perfume
Para toda a Lusa Gente,
Entre nós, em cada crente
Tens esmerado cultor.
 A Tua glória é valer-nos,
Não tens maior alegria;
Ninguém chama por Maria,
Que não alcance favor.
Portugal, qual outra Fénix,
À vida torne outra vez:
Não se chame português
Quem cristão de fé não for.


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