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Caravelas, Naus e Galeões Portugueses - Choque tecnológico séc XVI

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Realizámos este documentário (47 min.) que desvenda um mistério com 500 anos, dando a conhecer a razão pela qual as caravelas criadas pelos Portugueses são hoje comparadas a modernos space shuttle. O impacto desta inovação transformou Portugal na principal potência marítima e económica do século XVI.

Mas quando se lê um livro de História espanhol, inglês, francês ou holandês, as referências ao papel desempenhado pelos portugueses na época dos descobrimentos são insignificantes. Por essa razão quisemos saber a opinião dos melhores historiadores mundiais e os resultados foram surpreendentes.
“Caravelas e Naus – Um Choque Tecnológico nos séculos XV e XVI” ficou em 1º lugar entre 62 documentários num concurso do Discovery Channel, tendo sido emitido em vários continentes.
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Portugal, nos séculos XIV, XV e XVI, foi o primeiro a iniciar a idade da descoberta, um século antes de Espanha e dois séculos antes de Inglaterra e Holanda.

Durante a época dos Descobrimentos, ousados e intrépidos marinheiros com nomes como; Bartolomeu Perestrelo, Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira, Diogo de Silves, Diogo de Teive, Gonçalo Velho Cabral, Gil Eanes, Afonso Gonçalves Baldaia, Nuno Tristão, Dinis Dias, Álvaro Fernandes, Diogo Gomes, António da Nola, Duarte Pacheco Pereira, Antão Gonçalves, Pedro de Sintra, João de Santarém, Pedro Escobar, Lopo Gonçalves, Fernando Pó, Gaspar Corte Real, Miguel Corte Real,  Álvaro Martins Homem, João da Nova, Fernando Noronha, António Saldanha, Gonçalo Álvares, João Fernandes Lavrador, Pêro de Barcelos,  Diogo Cão,  Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, António Abreu, Francisco Serrão, Simão Afonso Bisagudo, João de Lisboa, Estevão Fróis,  Cristóvão de Mendonça(1), Gomes de Sequeira, Lourenço de Almeida, Tristão da Cunha, Afonso de Albuquerque, entre muitos outros(2), partiram por mares nunca navegados em busca do desconhecido.

Portugal país pequeno, na altura teria pouco mais de um milhão de habitantes, tornou-se, graças aos sacrifícios, engenho e arte de marear dos seus gloriosos marinheiros, na primeira potência marítima global.

(1) Cristóvão de Mendonça foi quem cartografou e mapeou a Austrália em 1522/25. Esta importante descoberta foi mantida em segredo por causa da cobiça e por não termos gente suficiente para a povoar. Foram já encontradas provas da nossa estadia na Austrália, através de artefactos de pesca, de dois canhões e de outros achados provenientes de Portugal.  Já depois da nossa chegada a Timor em 1511, consta que o navegador António de Abreu,  teria navegado até a essas terras, denominadas Ilha do Ouro.

(2) Na longa lista dos ousados marinheiros acima mencionada, há que notar também os feitos heróicos de mais dois cujos nomes todo o mundo conhece. Cristóvão Colombo e Fernão de Magalhães. Apesar dos seus relevantes serviços terem sido prestados à Espanha, é de referir que todos os seus conhecimentos náuticos, foram feitos em Portugal.
Veja: Dois terços do mundo foram descobertos pelos portugueses


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  1. Pois é, minha querida! tem razão porque foi uma Geração de Valentes e INTELIGENTES Analfatetos, PORTUGUES quem descobriu 2 / 3 e ensinou e mostrou a Inovação de Navegar ao Mundo e não o contrário. Por isso, a pergunta aonde é que está o ERRO e quem é que precisa de estudar + 1 bocadinho... quem...?

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    1. Estou plenamente de acordo que foram os Portugueses que descobriram o mundo, até o mundo inteiro e não só 2/3. Também foram os Portugueses que inovaram/inventaram a construção das caravelas, naus, etc. O que não entendo é a sua má educação perante a mim, porque certamente não sou a sua querida, e sobretudo quando o erro está claramente lá e só as pessoas que não estudaram nem o mínimo da historia das descobertas é que não reparam nele de imediata.

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  2. Blablablabla... antes dos portugueses, outros exploradores chegaram a outras zonas do mundo, como Marco Polo (um dos primeiros europeus a chegar à China), os Vikings (que chegaram à América) e o almirante chinês Zang He (que viajou à Índia e explorou a costa oriental africana). Além disso, se não fossem os chineses e os árabes, que nos legaram a bússola e o astrolábio), os europeus não teriam ido longe.

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