Mexia festeja com champanhe o saque da EDP aos portugueses! - Portugal Glorioso

Mexia festeja com champanhe o saque da EDP aos portugueses!

adenda: 14-10-2018:
«Secretário de Estado da Energia Jorge Seguro Sanches sai do Governo»
A saída da energia para o ministério do ambiente fica associado o novo ministro da economia, Pedro Siza Vieira, que trabalhava no escritório de advogados representante em Portugal dos chineses que detêm parte da EDP.

António Costa já sentiu necessidade de se justificar. Numa nota enviada à agência Lusa o primeiro-ministro diz que as alterações significam "um reforço da política económica no centro do Governo e uma prioridade na transição energética e na mitigação das alterações climáticas".

Sabe-se agora que o secretário de Estado Jorge Seguro Sanches não sobrevive no lugar, depois de ter sido o principal rosto das medidas que desagradam às grandes empresas do sector eléctrico. Já no governo de Passos, o secretário de Estado Henrique Gomes foi obrigado a demitir-se, segundo o próprio, por ter sido desautorizado quando tentou criar uma taxa especial sobre as empresas de energia.

"A esta hora, muitas garrafas de champanhe estão a ser abertas. Tal como foram abertas pelos administradores da EDP, em 2013, quando Henrique Gomes e Álvaro Santos Pereira acabaram por saltar do ministério da Economia do Governo de Passos." (Gomes Ferreira)




Importante documento sobre o vampírico lobby da energia em Portugal.


O ex-ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, revelou que o seu primeiro secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, foi demitido por pressões do lobby da energia quando já tinha elaborado um relatório sobre os cortes das rendas excessivas no sector eléctrico, previstos no Memorando de entendimento. Relatório esse, que foi parar às mãos da EDP uma hora depois de ter chegado a S. Bento. A sua saída do governo foi festejada com champanhe na EDP.

Pacheco Pereira, sobre o afastamento do Secretário de Estado: "Álvaro Santos Pereira disse coisas gravíssimas que teriam provocado imediatamente enorme discussão pública, se vivêssemos num país a sério".




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