«Marcelo preferiu pactuar com um (mais um!) Orçamento fraudulento»

«Marcelo preferiu pactuar com um (mais um!) Orçamento fraudulento»

 ● 23/12/18

«Marcelo preferiu pactuar com um Orçamento fraudulento»

Um OE que prevê 1700 milhões euros para "tapar buracos" na Banca (corrupção).
Paulo de Morais



O Orçamento de Estado 2019 foi promulgado pelo Presidente.
Um OE que prevê 1700 milhões de euros para "tapar buracos" na Banca (corrupção). A estes somam-se 1500 milhões para as ruinosas parcerias público-privadas rodoviárias (que deveriam ser apenas 340!, mais corrupção). Ainda quatro mil milhões para participações em empresas (?!) não explicados (corrupção?). E mais 1200 milhões para a Parpública (mais participações). Só em despesas extraordinárias desbarata-se mais de 10% do Orçamento de Estado.

Nos últimos anos, o Orçamento transformou-se no principal instrumento de corrupção de Estado. Marcelo deveria ter vetado o documento. Mas preferiu continuar com a tradição e pactuar com um (mais um!) Orçamento opaco, obscuro, fraudulento.

Porque ninguém fala disto, partilhem por favor, a bem da verdade!
Paulo de Morais

adenda: 03-03-2019:

Os portugueses continuam a injectar dinheiro nos bancos. E o Presidente da República acha que "É fundamental apurar para que isso não continue a acontecer". O Presidente deveria APURAR quem promulgou o Orçamento de Estado de 2019, que consigna tantos milhares de milhões (1700) à Banca: ELE PRÓPRIO. Dr. Rebelo de Sousa promulga e Mr. Marcelo apura (é a política bipolar nacional, em paráfrase de Dr Jekyll and Mr Hyde).
(Paulo de Morais)


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